37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS PSI perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS PSI coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Ezechiel Mbaiguedem sai dessa comparação dentro da equipa, e o AS PSI beneficiou de cada uma dessas tardes.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Em resumo
O bancoAbdoulaye Abakar tornou-se um homem de confiança do treinador
Narcisse Mahamat lesiona os ligamentos do joelho — 44 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 44 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Ezechiel Mbaiguedem e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O banco30/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Moussa Ndoram saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Issa Malloum Issa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adam Bechir está nela.
Dribles concretizados: 11. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Narcisse Mahamat lesiona os ligamentos do joelho — 72 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 72 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A instrução veio da sala da direção e o banco não concordou com ela. Alguém vai sair, à verba chamar-lhe-ão bom negócio, e o treinador vai passar a época a reconstruir à volta do espaço vazio.
Brahim Goudja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
DireçãoEm AS PSI, 105% das receitas vão para salários
79 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS PSI perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Narcisse Mahamat esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Moussa Ndoram depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
Plantel26/10/2026
Estreia na equipa principal aos 14 anos para Issa Ndoram
Dos campos da formação para uma camisola de sénior, aos 14 anos. Os pais na bancada vão guardar o programa do jogo, e ele também.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ali Issa Blagué. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Bicto Tyonga e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Omar Hakimi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do AS Etat Major daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no AS PSI segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no AS Etat Major a diferença vê-se da última fila.
Em resumo
AntevisãoConforto de casa à vista para o AS Etat Major
86 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS PSI perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aos 17 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS PSI coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Foullah Edifice tentou reorganizar-se, o AS PSI não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
93 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS PSI perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Ezechiel Mbaiguedem esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdoulaye Abakar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS PSI, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Bicto Tyonga e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel28/09/2026
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Omar Hakimi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Youssouf Doungous assinar alguma coisa — um contrato no AS Etat Major ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marius Oumar treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Abdramane Hissein pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
O AS PSI perguntou e o Stars Jeunes Talents disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Brahim Goudja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntou-se ao US Moursal se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marius Adoum e o AS PSI acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o AS PSI joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma época a olhar para o jogador de outro: Ezechiel Mbaiguedem chega do AS Etat Major com algo a provar e um bilhete de volta na gaveta. Os bons empréstimos enriquecem toda a gente; este começa no sábado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS PSI coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma sondagem ao AS Etat Major para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O AS PSI já telefonou ao US Moursal. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marius Adoum treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O AS Etat Major fez a parte difícil com o Foullah Edifice, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Youssouf Doungous esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/08/2026
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Omar Hakimi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ahmat Ndoram, e o treinador deixou.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Adam Djimet pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.