Narcisse Mbaiguedem e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do AS Etat Major daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Foullah Edifice segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ali Tokindang estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Youssouf Mbainaissem assinar alguma coisa — um contrato no AS Etat Major ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não se vê o fim da espera do AS Etat Major por uma vitória
Já são 21 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS Etat Major tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Etat Major perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
Narcisse Mbaiguedem esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no AS Etat Major sabe dizer em que semana.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Narcisse Mbaiguedem e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdoulaye Djimet, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Etat Major, e 3 jogos em 24 dizem que merece ser ouvido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ali Moustapha depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
PlantelAli Tokindang desentende-se com um colega por causa das exigências
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmat Djimet será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 11 golos entre o AS Etat Major e o Galactik, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Narcisse Mbaiguedem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel20/12/2027
Issa Mahamat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Etat Major, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mahamat Allamine e o AS Etat Major acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel13/12/2027
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Issa Mahamat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Etat Major, e 1 jogos em 22 dizem que merece ser ouvido.
Foi preciso Abdoulaye Djimet marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Stars Jeunes Talents, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Não se vê o fim da espera do AS Etat Major por uma vitória
Já são 16 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS Etat Major tem de arrancar um resultado de algum lado.
As bancadas06/12/2027
Os adeptos organizam-se contra a direção do AS Etat Major
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao AS Etat Major e lutar pelo meu lugar.» 3 jogos em 16 no Foullah Edifice dizem o resto.
O banco06/12/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Ali Moustapha a uma sala que já as tinha ouvido.
Não se vê o fim da espera do AS Etat Major por uma vitória
Já são 14 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS Etat Major tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no AS Etat Major sabe dizer em que semana.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmat Djimet será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Narcisse Mbaiguedem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/11/2027
Issa Mahamat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do AS Etat Major está a esgotar-se.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Issa Mahamat e o AS Etat Major acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Narcisse Mbaiguedem e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/11/2027
Issa Mahamat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Youssouf Mbainaissem tem a sua resposta do AS Etat Major; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hassan Haroun, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Etat Major, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Issa Mahamat estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Etat Major, e 0 jogos em 14 dizem que merece ser ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Narcisse Mbaiguedem esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/10/2027
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Issa Mahamat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/09/2027
Issa Mahamat melhorou aos 33, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Narcisse Hissein está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do AS Etat Major está a esgotar-se.
Aos 29 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 4 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Narcisse Mbaiguedem esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hassan Haroun, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do AS Etat Major daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Gazelle segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Disseram uma coisa a Hassan Haroun e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Plantel13/09/2027
No AS Etat Major ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Etat Major, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmat Djimet será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Narcisse Mbaiguedem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Issa Mahamat estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Galactik à espera com uma camisola. No AS Etat Major ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O AS DGSSIE tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Etat Major, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/07/2027
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Issa Mahamat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ali Tokindang, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ahmat Djimet treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Para o AS Etat Major, cada ponto é agora uma discussão
Posição 13 e 10 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Galactik tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Narcisse Mbaiguedem e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/07/2027
Issa Mahamat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de AS Etat Major foi explícito quanto à situação de Ali Mahamat, o que é mais do que muitos recebem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Youssouf Mbainaissem assinar alguma coisa — um contrato no AS Etat Major ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Foullah Edifice perguntou e o AS DGSSIE disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 4 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abdelaziz Issa está nela.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Foullah Edifice que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Ali Moustapha treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
A proposta do AS DGSSIE por Youssouf Allamine foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Etat Major falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmat Djimet será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Narcisse Mbaiguedem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Foullah Edifice vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Constant Matoingue e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Foullah Edifice perguntou e o AS PSI disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
O Foullah Edifice já telefonou ao AS Algoy. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O banco07/06/2027
Mbogo Acyl tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foullah Edifice dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Bechir Djimet não desaparece
DireçãoAberto para negócios: o Foullah Edifice entra no mercado
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Etat Major perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os adeptos organizam-se contra a direção do AS Etat Major
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Direção24/05/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em AS Etat Major
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 49 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
Narcisse Mbaiguedem esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/05/2027
Idriss Mahamat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel24/05/2027
No AS Etat Major ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ali Tokindang, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Etat Major falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Narcisse Mbaiguedem e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel17/05/2027
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ali Tokindang está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Etat Major, e não vai ser retirado.
Plantel10/05/2027
63 dias de fora para Ali Allamine depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Etat Major vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Narcisse Mbaiguedem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao AS Etat Major e lutar pelo meu lugar.» 6 jogos em 13 no Foullah Edifice dizem o resto.
Plantel10/05/2027
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ahmat Mbaiguedem está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Youssouf Allamine assinar alguma coisa — um contrato no AS Etat Major ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
Plantel12/04/2027
91 dias de fora para Ali Allamine depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Etat Major vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmat Djimet será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
33 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel12/04/2027
Ahmat Mbaiguedem desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmat Djimet será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hassan Haroun, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Etat Major, e 3 jogos em 28 dizem que merece ser ouvido.
O banco15/03/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 2‑3 Ali Moustapha saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Ali Moustapha treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ahmat Haroun e o AS Etat Major acertam mais 4 anos.
Jogo06/03/2027
Ninguém conseguiu parar de marcar
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do AS Etat Major e do US Moursal por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Narcisse Mbaiguedem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Etat Major, e 4 jogos em 30 dizem que merece ser ouvido.
A raiva no AS Etat Major transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
Narcisse Mbaiguedem e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Etat Major, e 2 jogos em 27 dizem que merece ser ouvido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 18 anos que sente como seu. Abdoulaye Mbaiguedem tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Um golo aos 93 minutos transformou três pontos num e uma boa tarde numa discussão sobre gestão de jogo que vai durar até sábado.
Plantel01/03/2027
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdramane Haroun está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Para o AS Etat Major, cada ponto é agora uma discussão
Posição 11 e 9 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Adam Souleymane será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Narcisse Mbaiguedem esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do AS Etat Major daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Foullah Edifice segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdramane Haroun estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
18 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Foullah Edifice foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Etat Major, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 30 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Etat Major, e 3 jogos em 24 dizem que merece ser ouvido.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Abdoulaye Mahamat é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do AS Etat Major está a esgotar-se.
A proposta do CotonTchad por Youssouf Allamine foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Etat Major já se começa a dizer o nome dele no passado.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O AS Etat Major nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Direção01/02/2027
Fecha o mercado: 0 entradas, 5 saídas no AS Etat Major
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O Foullah Edifice fecha o mercado com um plantel feito por si
1 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Uma sondagem ao AS Etat Major para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Foullah Edifice já telefonou ao AS Algoy. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Foullah Edifice do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Yaya Karim. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoAli Mahamat pede uma conversa com o treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foullah Edifice falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Vitória por 1‑0 sobre o Elect Sport, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Foullah Edifice pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sofapaka fica com o seu homem, e o Foullah Edifice volta a uma lista com um nome riscado.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Ali Mahamat e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco25/01/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Saleh Allamine a uma sala que já as tinha ouvido.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Etat Major, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Etat Major já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmat Djimet será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AS Etat Major pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Narcisse Mbaiguedem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Etat Major, e 3 jogos em 22 dizem que merece ser ouvido.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 51 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AS Etat Major pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o AS Etat Major e o AS PSI, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Narcisse Mbaiguedem esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 65 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 10 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do AS Etat Major e do Stars Jeunes Talents por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 18 anos que sente como seu. Oumar Moustapha tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 72 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Narcisse Mbaiguedem e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
79 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jogo28/11/2026
Não se vê o fim da espera do AS Etat Major por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS Etat Major tem de arrancar um resultado de algum lado.
Narcisse Mbaiguedem esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
86 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
1‑5 para o Elect Sport, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmat Djimet será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do AS Etat Major e do Elect Sport por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 30 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de AS Etat Major
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 93 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A série chega a 7 e as perguntas em torno do AS Etat Major já não são delicadas.
Notas dos jogadores16/11/2026
Oumar Moustapha, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.92
Um 7.92 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Etat Major, e não vai ser retirado.
Narcisse Mbaiguedem e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Notas dos jogadores16/11/2026
Ahmat Haroun jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.33. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Issa Mahamat estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 107 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Jogo31/10/2026
Não se vê o fim da espera do AS Etat Major por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS Etat Major tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Issa Mahamat estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
114 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmat Djimet será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Plantel26/10/2026
Issa Mahamat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um ponto arrancado aos 88 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Etat Major, e 2 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
128 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Etat Major perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Notas dos jogadores12/10/2026
Oumar Moustapha, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.82
Um 7.82 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Narcisse Mbaiguedem e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
142 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/09/2026
Hassan Haroun melhorou aos 28, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do AS Etat Major daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Foullah Edifice segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 5 contratações e 10 saídas
Está feito o negócio no AS Etat Major até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
O AS Etat Major perguntou e o Gazelle disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Issa Mahamat, e o treinador deixou.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. um jogador do plantel está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
O Foullah Edifice fecha o mercado com um plantel feito por si
17 entradas e 2 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O Foullah Edifice perguntou e o AS Etat Major disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kita assinar alguma coisa — um contrato no Foullah Edifice ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Junior Kuidjeu subiu nela.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Foullah Edifice que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.