Os adeptos organizam-se contra a direção do Al Shabab
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Shabab falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Youssef Al Junaibi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um treinador novo não escolheu a equipa da época passada e não quer saber como ela era. Nahitan Nández levou isso a peito, no melhor sentido, e o Al Shabab está a ver uma versão dele que o regime anterior tinha deixado de ver.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 135 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo12/04/2027
Para o Al Shabab, cada ponto é agora uma discussão
Posição 13 e 17 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdullah Al Hammadi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
11 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Youssef Al Junaibi assinar alguma coisa — um contrato no Al Shabab ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A tabela consulta-se antes de os resultados estarem fechados, o que é sempre o sinal. No Al Shabab ninguém diz a palavra e todos os jogadores seniores da casa a pensam.
95 dias de fora para Ali Obaid depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Shabab vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Youssef Al Junaibi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/03/2027
Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdullah Al Hammadi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 5 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Disseram uma coisa a Houssine Rahimi e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bandar Khalfan está nela.
11 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Plantel25/01/2027
26 dias de fora para Allan Nyom depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Shabab vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Smouha tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Shabab, e não vai ser retirado.
Allan Nyom esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Baniyas fica com o seu homem, e o Al Shabab volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel25/01/2027
Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolas Nkoulou está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Youssef Al Junaibi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdullah Al Hammadi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
73 dias de fora para Allan Nyom depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Shabab vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolas Nkoulou, e o treinador deixou.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Plantel14/12/2026
Salem Omar desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Shabab falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo23/11/2026
Para o Al Shabab, cada ponto é agora uma discussão
Posição 13 e 6 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Jogo21/11/2026
Não se vê o fim da espera do Al Shabab por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Shabab tem de arrancar um resultado de algum lado.
Youssef Al Junaibi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um 1‑1 com o Dibba deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco23/11/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Abdullah Al Suwaidi não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Al Shabab também ninguém o escondia.
Em resumo
PlantelSalem Omar desentende-se com um colega por causa das exigências
PlantelSalah Mohsen estreia-se finalmente a marcar
O bancoBandar Khalfan tornou-se um homem de confiança do treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 110 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Shabab nada responderam, o que também é uma resposta.
Jogo07/11/2026
Não se vê o fim da espera do Al Shabab por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Shabab tem de arrancar um resultado de algum lado.
Youssef Al Junaibi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdullah Al Hammadi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Abdullah Al Suwaidi depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm autogolo para esquecer para Omar Abdulrahman
Para o Al Shabab, cada ponto é agora uma discussão
Posição 12 e 5 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Al Shabab lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Youssef Al Junaibi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco26/10/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Abdullah Al Suwaidi não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Al Shabab também ninguém o escondia.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Youssef Al Junaibi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdullah Al Hammadi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolas Nkoulou, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Youssef Saeed e o Al Shabab acertam mais 1 anos.
O banco05/10/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Abdullah Al Suwaidi saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Um 7.66 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Youssef Al Junaibi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 21. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel28/09/2026
Allan Nyom desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Abdullah Al Suwaidi podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Al Shabab terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.