Uma média de 7.66 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS Etat Major sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Serge Bogam e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moussa Hissein está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Moussa Hissein assinar alguma coisa — um contrato no AS Etat Major ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A proposta do Gazelle por Adam Djimet foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Tem 21 anos, média de 7.66, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Moussa Hissein tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O AS Etat Major fez saber ao mercado que Saleh Oumar está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
Tem 19 anos, média de 7.17, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O AS Etat Major vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Serge Bogam e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yusuf Muhammad, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ahmat Ngaradoumbe está nela.
O mercado está aberto, e com ele o único mês do ano em que as esperanças de um adepto só são limitadas pela aritmética. A direção conhece a aritmética; os adeptos conhecem as esperanças.
Uma média de 7.66 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS Etat Major sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Saleh Oumar, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Tem 21 anos, média de 7.66, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mahamat Bechir, e o treinador deixou.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o AS Etat Major pode pedir e sobe o salário que Yusuf Muhammad pode exigir.
Tem 18 anos, média de 7.83, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Posição 3, 59 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Serge Bogam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco21/04/2031
Marius Abba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hassan Tokindang, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Tem 19 anos, média de 7.17, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Serge Bogam e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 18 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No AS Etat Major vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Oumar Souleymane sai dessa comparação dentro da equipa, e o AS Etat Major beneficiou de cada uma dessas tardes.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ahmat Ngaradoumbe está nela.
O AS Etat Major fez saber ao mercado que Yusuf Muhammad está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Uma média de 7.66 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS Etat Major sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Etat Major lida com um homem que quer outro país.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yusuf Muhammad, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
21 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Oumar Souleymane produziu-o, e o 9.75 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Moussa Djimet não precisou: 9.88, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Tem 19 anos, média de 7.16, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
6 golos num jogo, Moussa Djimet na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao AS Etat Major nem ao US Moursal.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Oumar Souleymane, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.14
Um 8.14 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Uma média de 7.57 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. AS Etat Major têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
19 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Uma média de 6.60 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS Etat Major sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Oumar Souleymane não precisou: 8.42, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AS Etat Major sabem-no.
Serge Bogam e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/02/2031
Hassan Hissein desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O CotonTchad vai querer esquecer isto depressa: 9‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O AS Etat Major foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Jogo01/02/2031
O AS Etat Major torna a sua casa um sítio difícil de visitar
18 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
22 golos e uma média de 7.68 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Notas dos jogadores03/02/2031
Oumar Souleymane, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 10.00
Um 10.00 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Tem 19 anos, média de 7.12, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Direção03/02/2031
O prazo passa com 0 contratações e 0 saídas
Está feito o negócio no AS Etat Major até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Vitória por 7‑2 sobre o Renaissance, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O AS Algoy vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O AS Etat Major foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Tem 18 anos, média de 7.74, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
Tem 21 anos, média de 7.06, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AS DGSSIE fica com o seu homem, e o AS Etat Major volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Marius Abba está nela.
Plantel20/01/2031
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do AS Etat Major
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Oumar Souleymane foi o melhor de qualquer um deles.
Aos 18 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Moussa Hissein. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Narcisse Moustapha treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Oumar Souleymane não precisou: 10.00, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Uma média de 7.38 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. AS Etat Major têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do AS Etat Major e do Renaissance por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
6‑0, e Moussa Djimet ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao AS Etat Major. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.
Jogo04/01/2031
O AS Etat Major torna a sua casa um sítio difícil de visitar
17 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ahmat Ngaradoumbe produziu-o, e o 9.68 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores06/01/2031
Moussa Djimet, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.72
Um 9.72 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Uma média de 7.63 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O AS Etat Major aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Uma média de 7.10 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. AS Etat Major têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
6 golos num jogo, Moussa Djimet na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao AS Etat Major nem ao AS DGSSIE.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Moussa Djimet não precisou: 8.22, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
13 golos e uma média de 7.50 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Uma média de 7.23 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. AS Etat Major têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Yusuf Muhammad lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Oumar Souleymane não precisou: 10.00, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Tem 19 anos, média de 7.04, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o AS Etat Major e o US Moursal, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Moussa Djimet produziu-o, e o 9.54 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
3 golos numa tarde, todos do mesmo homem. Os restantes jogadores também estiveram presentes, confirmou uma testemunha.
Notas dos jogadores02/12/2030
Oumar Souleymane, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.18
Um 9.18 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Uma média de 7.26 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS Etat Major sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Etat Major perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A série sem derrotas chega aos 13 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ahmat Ngaradoumbe produziu-o, e o 8.95 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo16/11/2030
O AS Etat Major torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Oumar Souleymane não precisou: 7.67, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Serge Bogam e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ahmat Ngaradoumbe. 2‑1 sobre o Foullah Edifice, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
53 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 9.05, 1 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Aiglons continuou a vir porque nada o travou, e ao AS Etat Major vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Notas dos jogadores11/11/2030
Oumar Souleymane, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 10.00
Um 10.00 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
60 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Etat Major perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo02/11/2030
Ninguém quer jogar contra o AS Etat Major neste momento
10 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.07, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores04/11/2030
Moussa Djimet, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.73
Um 8.73 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Jogo02/11/2030
Mais uma trazida de fora
5 seguidas na estrada para o AS Etat Major. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Serge Bogam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 100 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
Yusuf Muhammad lesiona os ligamentos do joelho — 88 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 88 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O AS DGSSIE vai querer esquecer isto depressa: 7‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O AS Etat Major foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Notas dos jogadores07/10/2030
Moussa Djimet, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.94
Um 9.94 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o AS Etat Major e o AS DGSSIE, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
102 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Etat Major perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Tem 17 anos, média de 7.68, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Oumar Souleymane e o AS Etat Major acertam mais 4 anos.
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Yusuf Muhammad lesiona os ligamentos do joelho — 109 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 109 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma média de 7.63 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS Etat Major sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Serge Bogam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Narcisse Moustapha está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Yusuf Muhammad lesiona os ligamentos do joelho — 116 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 116 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Tem 21 anos, média de 7.19, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
4 jogadores do AS Etat Major ao serviço das seleções
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 4 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
O banco09/09/2030
Adam Djimet tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Moussa Abba, e o treinador deixou.
137 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Etat Major perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Uma média de 7.63 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS Etat Major sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no AS Etat Major a diferença vê-se da última fila.
144 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Etat Major, e não vai ser retirado.
O AS Etat Major não queria esta conversa e está a tê-la na mesma. Um treinador cobiçado lá fora é um treinador cuja próxima renovação acabou de ficar mais cara.
Uma média de 7.19 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. AS Etat Major têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no CotonTchad ninguém diz, e no AS Etat Major ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.63 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS Etat Major sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
O AS Etat Major já telefonou ao CotonTchad. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Narcisse Moustapha está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Tem 20 anos, média de 7.19, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Djibrine Tokindang e o AS Etat Major acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O AS Etat Major foi ao AS DGSSIE com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ahmat Ngaradoumbe assinar alguma coisa — um contrato no AS Etat Major ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma média de 7.19 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS Etat Major sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Djibrine Ngaradoumbe será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
O AS Etat Major ofereceu $1.0K; o AS DGSSIE disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
4 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Tem 20 anos, média de 7.63, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Serge Bogam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Saleh Haroun e o AS Etat Major acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Saleh Haroun, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Yusuf Muhammad apontou a data.
Tem 20 anos, média de 7.19, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O AS Etat Major perguntou e o CotonTchad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o AS Etat Major sabe em que fase está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no AS Etat Major, mais uma semana sem a assinatura de Serge Bogam.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adam Djimet está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ahmat Ngaradoumbe assinar alguma coisa — um contrato no AS Etat Major ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma média de 7.68 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS Etat Major sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ahmat Ngaradoumbe e o AS Etat Major acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O AS Etat Major perguntou e o US Moursal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O AS Etat Major já telefonou ao CotonTchad. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ahmat Ngaradoumbe está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Moussa Hissein. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
4.º lugar com 53 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Etat Major perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Uma média de 7.63 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. AS Etat Major têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Narcisse Moustapha está nela.
Em resumo
MercadoA história de Marius Abba recusa-se a morrer
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Tem 20 anos, média de 7.19, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Uma média de 7.63 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS Etat Major sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA história de Marius Abba recusa-se a morrer
Uma média de 7.19 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. AS Etat Major têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adam Djimet está nela.
Tem 18 anos, média de 7.19, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O banco15/04/2030
Marius Abba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Moussa Abba, e o treinador deixou.
Uma média de 7.68 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. AS Etat Major têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 17 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O AS Etat Major vai tentar não fazer disso um caso.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel08/04/2030
Um jovem do AS Etat Major leva o prémio de melhor sub-21
Oumar Souleymane tem 20 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Moussa Hissein. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma média de 7.76 na época, com 28 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Dois golos e um 9.57 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Jogo30/03/2030
Ninguém quer jogar contra o AS Etat Major neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Uma média de 7.63 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS Etat Major sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Notas dos jogadores01/04/2030
Moussa Djimet, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.72
Um 8.72 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o AS Etat Major e o AS PSI, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Em resumo
Notas dos jogadoresAhmat Ngaradoumbe jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ahmat Haroun produziu-o, e o 9.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Uma média de 7.20 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS Etat Major sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 10 golos entre o AS Etat Major e o Galactik, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Etat Major perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Uma média de 7.60 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. AS Etat Major têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Moussa Djimet não precisou: 8.50, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AS Etat Major pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Aos 20 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O AS Etat Major vai tentar não fazer disso um caso.
Adam Djimet lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma média de 7.72 na época, com 24 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Oumar Souleymane não precisou: 9.77, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
9 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do AS Etat Major e do Elect Sport por igual; os restantes divertiram-se imenso.
46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
21 golos e uma média de 7.64 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Oumar Souleymane produziu-o, e o 9.17 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Uma média de 7.12 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS Etat Major sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Moussa Djimet não precisou: 9.97, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Verba acordada, salário acordado, e o Elect Sport à espera com uma camisola. No AS Etat Major ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Tem 20 anos, média de 7.44, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Direção04/02/2030
Fecha o mercado: 0 entradas, 4 saídas no AS Etat Major
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O AS Etat Major perguntou e o AS DGSSIE disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Oumar Souleymane produziu-o, e o 9.82 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Etat Major perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Abdramane Djimet não precisou: 8.00, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Uma média de 7.08 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. AS Etat Major têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ahmat Ngaradoumbe produziu-o, e o 9.78 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Oumar Souleymane produziu-o, e o 9.68 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O AS Etat Major aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Uma média de 7.27 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. AS Etat Major têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
Uma média de 7.39 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O AS PSI segurou a vantagem 2 minutos, que não chega para a desfrutar. O AS Etat Major respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o AS PSI; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Stars Jeunes Talents vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O AS Etat Major foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Uma média de 7.21 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O AS Etat Major sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Notas dos jogadores17/12/2029
Oumar Souleymane, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.09
Um 8.09 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Tem 20 anos, média de 7.04, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Saleh Abba não precisou: 10.00, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Aos 17 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O AS Etat Major vai tentar não fazer disso um caso.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Moussa Hissein sai dessa comparação dentro da equipa, e o AS Etat Major beneficiou de cada uma dessas tardes.
O banco03/12/2029
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Issa Ngaradoumbe, sobre uma vitória por 5‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Vitória por 4‑1 sobre o Stars Jeunes Talents, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Saleh Abba produziu-o, e o 9.69 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Etat Major, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdramane Doungous e o AS Etat Major acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel22/10/2029
Idriss Moustapha desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mahamat Bechir treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o AS Etat Major pode pedir e sobe o salário que Abdramane Ngaradoumbe pode exigir.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Etat Major perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ahmat Ngaradoumbe produziu-o, e o 9.97 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Oumar Souleymane produziu-o, e o 9.52 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores08/10/2029
Moussa Djimet, 16 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.81
Um 7.81 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 16. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O AS Etat Major mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Issa Ngaradoumbe, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Moussa Hissein e o AS Etat Major acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
6 golos num jogo, Oumar Souleymane na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao AS Etat Major nem ao AS DGSSIE.
Direção08/10/2029
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no AS Etat Major
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oumar Souleymane, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Idriss Moustapha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Narcisse Moustapha está nela.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no AS Etat Major admitiria. Nota-se aos sábados.