14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Shabab perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Shabab falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Pedro Naressi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Rafão lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo21/11/2026
Não se vê o fim da espera do Al Shabab por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Shabab tem de arrancar um resultado de algum lado.
Pedro Naressi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma exibição de 8.04 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel23/11/2026
Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Arshia Sarshogh está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Shabab perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dribles concretizados: 28. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Jogo31/10/2026
Não se vê o fim da espera do Al Shabab por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Shabab tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Al Shabab vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 20 anos do Al Shabab que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Rafão lesiona os ligamentos do joelho — 68 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 68 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Al Shabab disse a Luka Fuster que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
83 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Shabab perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dribles concretizados: 33. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Notas dos jogadores05/10/2026
Hamdan Al Hammadi, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.10
Um 8.10 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Rafão lesiona os ligamentos do joelho — 91 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 91 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dribles concretizados: 30. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Mercado28/09/2026
O Al Shabab pode não conseguir dar a Rafão o que ele quer
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Rafão quer futebol continental; se o Al Shabab o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Rafão esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Rafão lesiona os ligamentos do joelho — 98 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 98 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Shabab falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Mahmoud Saeed tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Um 1‑0 sobre o Al Wasl, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel21/09/2026
Arshia Sarshogh desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Al Ahli vai querer esquecer isto depressa: 7‑3, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Shabab foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Shabab perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Shabab falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Shabab podem fingir não ter ouvido.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.