“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Veracruz, e não vai ser retirado.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Mariano Penepil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel28/09/2026
Palavras no treino do Veracruz sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jesus Romo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Hugo Lozano sobre o empate
MercadoExperiência a entrar pela porta do Veracruz
MercadoExperiência a entrar pela porta do Veracruz
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A série chega a 4 e as perguntas em torno do Veracruz já não são delicadas.
Mercado21/09/2026
Tão perto: a transferência de Cesar Marquez morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Chiapas seguiu em frente, Cesar Marquez apresenta-se de volta no Veracruz, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Mariano Penepil e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
Antevisão21/09/2026
O Veracruz mede-se com a equipa que todos perseguem
O Pumas UNAM chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hugo Guardado, e o treinador deixou.
O Ararat-Armenia queria mais do que $4.9M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Dribles concretizados: 27. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Notas dos jogadores24/08/2026
Kevin Rodriguez, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.82
Um 7.82 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $204.8K — um clube que quer Paul Bellón ao ponto de perguntar duas vezes.
Nestor Ochoa não podia pedir mais na estreia — 7.28
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.28, 0 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Veracruz ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
$370.0K em cima da mesa do Independiente Rivadavia. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O telefone voltou a tocar por causa de Hugo Reyes, e desta vez do outro lado está o Dorados. No Veracruz ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel03/08/2026
Palavras no treino do Veracruz sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nestor Ochoa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Veracruz coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Veracruz, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.