O Criciuma aceitou o dinheiro. O que o Al Ahli ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Ali Saeed não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Erik e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolas Nkoulou está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Al Ahli joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Hamza Sakhi agiu, no Al Shabab, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Al Ahli não queria vender e o número é a razão por que o fez. $1.4M por Lorenzo Pagani, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Vasco da Gama fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Rashid Al Junaibi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/08/2026
Allan Nyom desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Al Shabab sabe em que fase está.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Nasser Al Naqbi tem a sua resposta do Al Shabab; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Al Ahli foi ao Criciuma com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Vasco da Gama ninguém diz, e no Al Ahli ninguém gosta de estar a adivinhar.
Erik esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Youssef Obaid está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Al Ahli joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Akron tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Al Shabab pagou $2.3M por Marwan Ateya, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
A proposta seguiu esta semana para o Al Ahli, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no River Plate ninguém diz, e no Al Shabab ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/08/2026
Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Majed Juma está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.