28 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Zadar perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Zadar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zadar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco22/01/2029
Daniel Barisic tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Zadar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michael Stickland está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Bojan Simunovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/01/2029
Ante Srna desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ivan Radošević, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Zadar. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Verba acordada, salário acordado, e o HNK Vukovar 1991 à espera com uma camisola. No Zadar ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zadar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dejan Pasalic estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Zadar foi explícito quanto à situação de Patrik Veselić, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
46 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Dimitrije Kamenović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ante Srna estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco18/12/2028
Ivan Barić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Zadar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Goran Lovren, e o treinador deixou.
Dimitrije Kamenović e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ivan Barić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Niko Ivanković compromete-se com o Zadar por mais 5 anos.
O banco11/12/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Andrea Bonetti
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Já são 17 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Eliminado, 3‑3 com o Slaven Belupo, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Slaven Belupo continuou a vir porque nada o travou, e ao Zadar vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
21 golos e uma média de 7.58 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Bartol Kardum produziu-o, e o 9.07 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
1 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
Notas dos jogadores06/11/2028
Goran Lovren, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.60
Um 8.60 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Dimitrije Kamenović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Jogo6 golos com o Zadar e o Imotski de cara aberta
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zadar, e não vai ser retirado.
Direção04/09/2028
O Zadar fecha o mercado com um plantel feito por si
20 entradas e 11 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Dimitrije Kamenović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Dimitrije Kamenović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrea Bonetti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Zadar admitiria. Nota-se aos sábados.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Zadar sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
99 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dugopolje perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Tomislav Adolf Tomić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel01/05/2028
Palavras no treino do Dugopolje sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tymofii Kovryzhenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dominik Balić assinar alguma coisa — um contrato no Dugopolje ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Dimitrije Kamenović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/04/2028
Dejan Pasalic desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Zadar vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Zadar sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
127 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dugopolje perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dugopolje podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dugopolje coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Darijo Simunovic treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dominik Balić assinar alguma coisa — um contrato no Dugopolje ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco03/04/2028
Goran Lovren tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dugopolje dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Zadar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dimitrije Kamenović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Zadar daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Dugopolje segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ivan Delić e o Dugopolje acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Tomislav Adolf Tomić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Volodymyr Isakov está a viver essa versão no Dugopolje, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Roko Kurtović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 18 anos e ninguém em Dugopolje o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dominik Balić assinar alguma coisa — um contrato no Dugopolje ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 59 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Direção07/02/2028
O Zadar fecha o mercado com um plantel feito por si
6 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Bojan Simunovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel07/02/2028
Andrea Bonetti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lokomotiva Zagreb fica com o seu homem, e o Zadar volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador reorganizou as ideias e Oladeji Joshua saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Patrik Veselić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
O bancoNikola Ivanovic tornou-se um homem de confiança do treinador
O Dugopolje e o Lokomotiva Zagreb acertaram em $790.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Direção07/02/2028
O Dugopolje fecha o mercado com um plantel feito por si
1 entradas e 1 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Luka Šimunović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O treinador reorganizou as ideias e Daniel Vost saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dominik Balić assinar alguma coisa — um contrato no Dugopolje ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Dugopolje. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
0‑2 frente ao Dinamo Zagreb, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Dimitrije Kamenović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5 jogos, dois ou mais sofridos em todos eles. Equipas que criam tanto podem viver com isso durante algum tempo. Ninguém vive com isso para sempre.
Plantel10/01/2028
Uma transferência que Roko Smoje teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Roko Smoje está a viver essa versão no Zadar, e costuma notar-se no primeiro mês.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Oladeji Joshua e o Zadar acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Zadar perguntou e o Cibalia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dugopolje coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dominik Balić assinar alguma coisa — um contrato no Dugopolje ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zadar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Bojan Simunovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrea Bonetti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marin Kuzmanić e o Dugopolje acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Dominik Balić. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O banco13/12/2027
Goran Lovren tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dugopolje dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dugopolje, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
51 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zadar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Bojan Simunovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Daniel Barisic marcou, e pouco mais correu bem: 2‑4 para o HNK Gorica, e um caminho silencioso até ao balneário.
Plantel15/11/2027
Andrea Bonetti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Zadar sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Zadar, e 5 jogos em 19 dizem que merece ser ouvido.
Uma média de 7.05 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Dugopolje sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dugopolje coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco08/11/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Marko Modric não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Dugopolje também ninguém o escondia.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Goran Lovren estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
PlantelDmytro Zudin é o melhor jovem do fim de semana
O Dinamo Zagreb segue em frente e o Dugopolje vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Dribles concretizados: 29. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Notas dos jogadores01/11/2027
Goran Lovren, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.66
Um 7.66 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dugopolje coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
82 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zadar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
1‑4 para o Istra 1961, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Bojan Simunovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel18/10/2027
Dejan Pasalic desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Zadar sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
4‑1, e Ivan Delić ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Dugopolje. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.
Plantel06/09/2027
17 dias de fora para Goran Lovren depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dugopolje vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.
Notas dos jogadores06/09/2027
Dmytro Zudin, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.13
Um 9.13 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
13 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Direção06/09/2027
O Dugopolje fecha o mercado com um plantel feito por si
25 entradas e 6 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Jogo04/09/2027
Ninguém quer jogar contra o Dugopolje neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Dmytro Zudin produziu-o, e o 8.64 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Goran Lovren não precisou: 7.77, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Tomislav Adolf Tomić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nota 8.45 aos 20 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.
Jogo31/07/2027
Ninguém quer jogar contra o Dugopolje neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Mijo Caktaš lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Goran Lovren não precisou: 8.42, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.66 para o resto.
Luka Šimunović e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
3 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Mijo Caktaš lesiona os ligamentos do joelho — 42 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel05/07/2027
28 dias de fora para Fran Cop depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dugopolje vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Slaven Belupo fica com o seu homem, e o Dugopolje volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Dugopolje vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O Dugopolje já telefonou ao Slask. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Dugopolje já telefonou ao Hajduk Split. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
5 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Verba acordada, salário acordado, e o Dugopolje à espera com uma camisola. No Zadar ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Kristijan Kovac foi-se, as contas têm $6.1M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no River Plate ninguém diz, e no Zadar ninguém gosta de estar a adivinhar.
Bojan Simunovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 28 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrea Bonetti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Zadar perguntou e o Olympiacos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Mijo Caktaš lesiona os ligamentos do joelho — 49 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 49 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel28/06/2027
36 dias de fora para Fran Cop depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dugopolje vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Chacarita Juniors ninguém diz, e no Dugopolje ninguém gosta de estar a adivinhar.
Aos 30 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Matej Jurička está em marcha
Marin Majer lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Daniel Barisic não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A proposta do Hajduk Split por Kristijan Kovac foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Kristijan Kovac esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrea Bonetti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Subida confirmada e matemática, e uma cidade que hoje não vai dormir muito. Tenha esta época tido o que teve, termina uma divisão acima de onde começou.
Plantel31/05/2027
Marin Majer lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Zadar aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Plantel31/05/2027
Lesão muscular e 14 dias de fora para Robert Ćosić
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Zadar vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zadar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mercado31/05/2027
Goran Lovren regressa de um empréstimo que resultou
16 jogos e 5 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Daniel Barisic está nela.
2 jogos e 2 golos não são uma época fora, são um ano perdido. Está de volta ao Zadar sem ter avançado um passo, e todos os envolvidos vão explicar por que razão a culpa não foi deles.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zadar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zadar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/05/2027
Andrea Bonetti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Zadar sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Goran Lovren
Kristijan Kovac e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
Plantel03/05/2027
Nicolás Cortés desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco03/05/2027
Nikola Ivanovic tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Zadar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
47 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Kristijan Kovac e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/04/2027
Andrea Bonetti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolás Cortés, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ante Srna treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Marin Vlasic. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
Emprestados5 golos por empréstimo para Goran Lovren
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mario Babić, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Lucko sobre quem trabalha
47 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zadar, e não vai ser retirado.
Kristijan Kovac e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/03/2027
Mauro Ibarra consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Mauro Ibarra acabou de assinar pelo Zadar e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrea Bonetti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mauro Ibarra e o Zadar acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Marin Vlasic. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.