Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Galactik já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Galactik, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Galactik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Foullah Edifice fica com o seu homem, e o Galactik volta a uma lista com um nome riscado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Oumar Djimet e o Galactik acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ninguém no Galactik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Abanga Mahamat Youssouf. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Galactik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ahmat Ndoram e o Galactik acertam mais 3 anos.
Disseram uma coisa a Hassan Ndoram e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O treinador reorganizou as ideias e Idriss Mbainaissem saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Galactik sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moussa Mbainaissem está nela.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Galactik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Galactik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mahamat Ngaradoumbe e o Galactik acertam mais 3 anos.
Uma sondagem ao AS Algoy para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Galactik, e não vai ser retirado.
O aperto de mão com o Stars Jeunes Talents está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Ahmat Ndoram e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abdramane Allamine está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Abanga Mahamat Youssouf. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Galactik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Galactik, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Galactik fez a parte difícil com o AS Etat Major, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdoulaye Mbainaissem será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Galactik as despedidas começaram em silêncio.
Ousmane Biani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Galactik perguntou e o Aiglons disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ahmat Ndoram, e o treinador deixou.
O banco17/07/2028
Oumar Djimet tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Galactik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Ousmane Biani não desaparece
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o AS Etat Major à espera com uma camisola. No Galactik ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Galactik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Galactik sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Galactik, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Idriss Ndoram será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Galactik as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Galactik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Idriss Mbainaissem treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Abanga Mahamat Youssouf. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 60 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdoulaye Mbainaissem será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Galactik as despedidas começaram em silêncio.
Ousmane Biani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma sondagem ao AS Algoy para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O banco19/06/2028
Oumar Djimet tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Galactik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Idriss Mbainaissem treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Galactik sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
67 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Galactik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Galactik já se começa a dizer o nome dele no passado.
Ahmat Ndoram esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma sondagem ao AS Algoy para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Galactik sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Issa Oumar está nela.
81 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Galactik perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Galactik, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Galactik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Abanga Mahamat Youssouf. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 102 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Djibrine Bechir será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Galactik as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ousmane Biani e o Galactik acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ousmane Biani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moussa Mbainaissem está nela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Galactik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ahmat Ndoram estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abdramane Allamine está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Abanga Mahamat Youssouf. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Galactik ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
A equipa técnica deu a Ahmat Doungous algo à parte. Se é uma fraqueza a ser corrigida ou uma virtude a ser afiada, ninguém de fora saberá até aparecer num sábado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Djibrine Bechir será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Galactik as despedidas começaram em silêncio.
Ousmane Biani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/04/2028
Palavras no treino do Galactik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ahmat Ndoram está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Abanga Mahamat Youssouf e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/04/2028
Ahmat Ndoram desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Abanga Mahamat Youssouf está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Ninguém no Galactik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Benjamin Ngakoutou marcou ao minuto 88, o Aiglons já pensava na viagem de regresso, e o Galactik levou tudo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdoulaye Mbainaissem será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Galactik as despedidas começaram em silêncio.
Ousmane Biani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/03/2028
O Galactik faz as contas à perda de um jogador do plantel
15 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Idriss Ndoram treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco27/03/2028
Oumar Djimet tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Galactik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Ousmane Biani não desaparece
Uma média de 7.24 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel20/03/2028
Palavras no treino do Galactik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ahmat Ndoram está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 15 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco20/03/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Mahamat Abakar escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Em resumo
O bancoIdriss Ndoram pede uma conversa com o treinador
PlantelDjibrine Bechir, 18 anos, é o melhor jovem do fim de semana
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 87, e o AS Algoy passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Um 7.83 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 15. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Galactik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ousmane Biani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Youssouf Abdraman tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Galactik, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abanga Mahamat Youssouf e o Galactik acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ahmat Ndoram e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Galactik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Benjamin Ngakoutou assinar alguma coisa — um contrato no Galactik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Segue-se, fora, o AS Algoy, 3.º classificado. Os adeptos que vão falarão disso a semana inteira, e os que ficam vão espreitar o telemóvel perto do apito final.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ahmat Ndoram estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
um jogador do plantel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Idriss Mbainaissem, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoA ficha de jogo disse tudo sobre Idriss Ndoram
Um 7.64 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Verba acordada, condições acordadas, e um exame que disse o contrário. Ele volta para o US Moursal; o Galactik volta ao mercado; e ambos vão insistir que aqui não há história nenhuma.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Galactik nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção07/02/2028
O Galactik fecha o mercado com um plantel feito por si
0 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Galactik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
14 golos e uma média de 7.24 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O Renaissance segue em frente e o Galactik vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Verba acordada, condições acordadas, e um exame que disse o contrário. Ele volta para o Elect Sport; o Galactik volta ao mercado; e ambos vão insistir que aqui não há história nenhuma.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Galactik fez a parte difícil com o Elect Sport, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Ahmat Ndoram e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntou-se ao US Moursal se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao Elect Sport para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco10/01/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Mahamat Abakar não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Galactik também ninguém o escondia.
Abanga Mahamat Youssouf esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco27/12/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Mahamat Abakar a uma sala que já as tinha ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Djibrine Bechir, e o treinador deixou.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ousmane Biani assinar alguma coisa — um contrato no Galactik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Dribles concretizados: 8. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Galactik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Abanga Mahamat Youssouf e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Youssouf Abdraman está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Segue-se o AS Algoy, e há um homem no balneário do Galactik que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moussa Mbainaissem está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Idriss Mbainaissem treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Youssouf Abdraman assinar alguma coisa — um contrato no Galactik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Galactik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Mahamat Abakar depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ousmane Biani assinar alguma coisa — um contrato no Galactik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
53 dias de fora para Issa Djimet depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Galactik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Notas dos jogadores18/10/2027
Ali Ngaradoumbe, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.85
Um 7.85 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Jogo16/10/2027
Não se vê o fim da espera do Galactik por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Galactik tem de arrancar um resultado de algum lado.
Abanga Mahamat Youssouf e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
60 dias de fora para Issa Djimet depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Galactik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Aos 17 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Galactik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
88 dias de fora para Issa Djimet depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Galactik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdoulaye Mbainaissem será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Galactik as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Galactik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/09/2027
Ahmat Ndoram desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Galactik vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o AS PSI pode já não estar a vender.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Ahmat Ndoram e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Idriss Mbainaissem estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma sondagem ao AS Algoy para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Abanga Mahamat Youssouf. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Galactik, e não vai ser retirado.
Plantel10/05/2027
Palavras no treino do Galactik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hassan Ndoram está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ahmat Ndoram esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Galactik sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e um jogador do plantel treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Abanga Mahamat Youssouf e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Noël Allaramadji estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hassan Ndoram estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
um jogador do plantel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Mahamat Abakar depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Uma média de 7.49 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Noël Allaramadji estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 14 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Galactik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Disseram uma coisa a Hassan Ndoram e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Uma média de 7.55 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Notas dos jogadores22/02/2027
Ousmane Biani jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.98. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Galactik e do AS DGSSIE por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Noël Allaramadji estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 5‑2, Mahamat Abakar podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Aiglons fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Galactik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Galactik perguntou e o US Moursal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Oumar Doungous é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ezechiel Adoum é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Dribles concretizados: 17. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco11/01/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Mahamat Abakar a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Hassan Ndoram está em marcha
12 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Plantel11/01/2027
Abdoulaye Abba lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do US Moursal, e não vai ser retirado.
A proposta do Galactik por Narcisse Doungous foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jogo09/01/2027
Não se vê o fim da espera do US Moursal por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no US Moursal tem de arrancar um resultado de algum lado.
Narcisse Tokindang e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O US Moursal perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Saleh Ngaradoumbe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em US Moursal, e 2 jogos em 21 dizem que merece ser ouvido.
Abdoulaye Abba lesiona os ligamentos do joelho — 43 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 43 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que US Moursal podem fingir não ter ouvido.
Narcisse Tokindang esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do US Moursal sobre quem trabalha
56 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O US Moursal perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do US Moursal, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no US Moursal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em US Moursal, e 0 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 1‑3, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
Plantel21/12/2026
Adam Mahamat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Em resumo
O bancoAdam Mahamat tornou-se um homem de confiança do treinador
Notas dos jogadoresIdriss Ndoram passa por eles um de cada vez
Fabrice Ondoa lesiona os ligamentos do joelho — 70 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 70 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
9 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o AS Etat Major foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Narcisse Tokindang e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Saleh Ngaradoumbe. 1‑0 sobre o AS Etat Major, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em US Moursal, e 1 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
Em resumo
PlantelAdam Mahamat desentende-se com um colega por causa das exigências
91 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O US Moursal perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No US Moursal ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Narcisse Tokindang e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em US Moursal, e 0 jogos em 14 dizem que merece ser ouvido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no US Moursal
98 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O US Moursal perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2‑7 frente ao Elect Sport, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Notas dos jogadores09/11/2026
Uma estreia que Adam Mahamat não vai esquecer — 7.44
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.44 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
2-7, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Notas dos jogadores09/11/2026
Uma estreia que Moussa Oumar vai querer esquecer — 5.75
Toda a estreia é uma de duas histórias e esta foi a outra. 5.75, e o único consolo disponível é que nenhuma carreira foi alguma vez decidida por noventa minutos com uma camisola acabada de entregar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 9 golos entre o US Moursal e o Elect Sport, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Narcisse Tokindang e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
119 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O US Moursal perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do US Moursal, e não vai ser retirado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Narcisse Tokindang e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 16 anos que sente como seu. Ahmat Ngaradoumbe tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Vejo todos os jogos do US Moursal daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Gazelle segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Fabrice Ondoa lesiona os ligamentos do joelho — 126 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 126 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que US Moursal podem fingir não ter ouvido.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.