Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tskhinvali vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Tskhinvali já se começa a dizer o nome dele no passado.
Tem 21 anos, média de 7.33, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Levan Shengelia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Kakha Daraselia podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Levan Shengelia produziu-o, e o 9.78 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Archil Kiteishvili não precisou: 9.87, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Tskhinvali já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tornike Kobiashvili será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tskhinvali as despedidas começaram em silêncio.
O telefone voltou a tocar por causa de Archil Janelidze, e desta vez do outro lado está o Samtredia. No Tskhinvali ouvem com educação e não prometem nada.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um 9.43 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Tskhinvali já se começa a dizer o nome dele no passado.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Levan Shengelia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
2 golos em vinte minutos com Archil Kiteishvili no meio de tudo, e o Zugdidi sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Archil Kiteishvili não precisou: 8.06, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tornike Kobiashvili será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tskhinvali as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Shota Kashia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Archil Kiteishvili. 1‑0 sobre o Merani, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
6.º lugar, 30 pontos, e todos os resultados até aqui reduzidos a uma linha. A segunda volta começa com o mesmo plantel e outras expectativas.
O banco14/06/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Kakha Daraselia, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Em resumo
O bancoJaba Kobiashvili tornou-se um homem de confiança do treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tskhinvali podem fingir não ter ouvido.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Levan Shengelia e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Shota Kashia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Levan Shengelia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Levan Janelidze, e o treinador deixou.
O banco24/05/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Kakha Daraselia saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Shota Kashia. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Tskhinvali ficou diferente depois.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Archil Kiteishvili não precisou: 7.71, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Shota Kashia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Kakha Kiteishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jaba Chakvetadze treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Tem 21 anos, média de 7.00, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 17 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Tskhinvali já falam dele no passado.
Plantel19/04/2027
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Avtandil Lobjanidze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Levan Shengelia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Kakha Daraselia depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Levan Shengelia está nela.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Tskhinvali terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Keagan Phiri lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Archil Kiteishvili não precisou: 7.72, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Jogo27/03/2027
Ninguém quer jogar contra o Tskhinvali neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Plantel29/03/2027
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Avtandil Lobjanidze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 17 anos que sente como seu. Guram Lobjanidze tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Kakha Kiteishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
54 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tskhinvali perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Shota Kashia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Archil Kiteishvili está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Archil Kiteishvili assinar alguma coisa — um contrato no Tskhinvali ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
61 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tskhinvali perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tskhinvali falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A enfermaria confirma 37 dias de paragem para Avtandil Lobjanidze, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Plantel22/02/2027
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shota Kashia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
68 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tskhinvali perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Levan Shengelia está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Shota Kashia assinar alguma coisa — um contrato no Tskhinvali ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
90 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tskhinvali perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tornike Kobiashvili será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tskhinvali as despedidas começaram em silêncio.
Plantel25/01/2027
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Avtandil Lobjanidze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Levan Shengelia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jaba Kobiashvili está nela.
112 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tskhinvali perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Tem 21 anos, média de 7.00, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Mais um nome na lista: o Guria fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Cesare Messina. A resposta do Tskhinvali não mudou — para já.
Plantel04/01/2027
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Avtandil Lobjanidze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Tskhinvali já telefonou ao Dinamo Tbilisi. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Archil Kiteishvili assinar alguma coisa — um contrato no Tskhinvali ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
DireçãoAberto para negócios: o Tskhinvali entra no mercado
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Shota Kashia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Levan Shengelia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Posição 3, 20 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tskhinvali podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Avtandil Lobjanidze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Archil Janelidze e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Levan Shengelia está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Shota Kashia assinar alguma coisa — um contrato no Tskhinvali ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
0‑3 frente ao Banik Ostrava. A leitura honesta não é que os jogadores estiveram mal: é que a distância entre este clube e aquele se mede hoje em coisas que o dinheiro leva anos a comprar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Avtandil Lobjanidze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Mamuka Okriashvili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco14/12/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Kakha Daraselia saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tskhinvali podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mamuka Okriashvili e o Tskhinvali acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel23/11/2026
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Avtandil Lobjanidze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Levan Shengelia e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Vejo todos os jogos do Tskhinvali daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Saburtalo segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tornike Kobiashvili será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tskhinvali as despedidas começaram em silêncio.
Plantel02/11/2026
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Avtandil Lobjanidze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Tskhinvali, e 2 jogos em 11 dizem que merece ser ouvido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Khvicha Qazaishvili está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Archil Janelidze está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Khvicha Shengelia treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Temur Gvelesiani. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tskhinvali perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shota Kashia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Levan Shengelia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Tskhinvali, e 0 jogos em 7 dizem que merece ser ouvido.
O banco19/10/2026
Levan Shengelia tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Avtandil Lobjanidze. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Tem 20 anos, média de 7.00, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Plantel12/10/2026
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Avtandil Lobjanidze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Tskhinvali daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Sapovnela segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Shota Kashia não desaparece
Uma noite europeia para esquecer para o Tskhinvali
0‑5. O Bodo/Glimt joga este futebol todos os anos, e notou-se em todas as zonas do campo. A lição é cara e, para um clube nesta fase, provavelmente necessária.
Houve 10 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
As bancadas21/09/2026
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 6 dos 30 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Levan Shengelia marcou, e pouco mais correu bem: 1‑3 para o Haladas, e um caminho silencioso até ao balneário.
Plantel21/09/2026
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Avtandil Lobjanidze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lokomotivi fica com o seu homem, e o Tskhinvali volta a uma lista com um nome riscado.
Levan Shengelia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 17 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Uma média de 7.01 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Tskhinvali sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Shota Kashia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Kakha Kiteishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
O Lokomotivi vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Tskhinvali foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Tskhinvali perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tskhinvali, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Trabzonspor fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Plantel31/08/2026
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Avtandil Lobjanidze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Tskhinvali perguntou e o Almirante Brown disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Levan Shengelia e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A proposta do Merani por Otar Kiteishvili foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Avtandil Lobjanidze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Levan Shengelia e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Jaba Daraselia está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Guram Lobjanidze é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Avtandil Lobjanidze, e o treinador deixou.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Archil Kiteishvili não precisou: 7.69, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Avtandil Lobjanidze marcou, foi avaliado com 7.42 e voltou antes de alguém dar pela falta.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Tskhinvali nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel03/08/2026
Shota Kashia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Levan Shengelia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.