27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kashima Antlers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kashima Antlers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo12/03/2033
Não se vê o fim da espera do Kashima Antlers por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kashima Antlers tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kashima Antlers pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashima Antlers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Hossein Goudarzi chega ao Kashima Antlers com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
43 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kashima Antlers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kashima Antlers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kashima Antlers, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashima Antlers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/02/2033
Mao Hosoya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente deixou de fingir: o Sagan Tosu vai fazer a chamada por Federico Losas esta semana. O Kashima Antlers tem um número em mente, e o número não é tímido.
81 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kashima Antlers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashima Antlers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mao Hosoya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Majid Rezaeian e o Kashima Antlers acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Yuki Kakita. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
90 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kashima Antlers perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Kashima Antlers beneficiou disso.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Kashima Antlers a ouviu como outra coisa.
Naomichi Ueda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Mao Hosoya chega ao Kashima Antlers com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
Mohammad Papi lesiona os ligamentos do joelho — 111 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 111 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Mehdi Abdi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 63 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Mehdi Abdi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Toda a gente deixou de fingir: o Esteghlal Khuzestan vai fazer a chamada por Majid Rezaeian esta semana. O Malavan tem um número em mente, e o número não é tímido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 70 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Majid Rezaeian será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Malavan as despedidas começaram em silêncio.
Ghaem Eslamikhah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abouazar Safarzadeh está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Malavan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Esteghlal segue em frente e o Malavan vai para casa, com um 1‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 100 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.83 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Malavan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
Notas dos jogadoresMahan Sadeghi mete a mão nos dois — 7.78
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 132 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Naft Tehran continuou a vir porque nada o travou, e ao Malavan vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.22 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Majid Rezaeian será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Malavan as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Malavan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Malavan sabem-no.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Malavan sobre quem trabalha
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Mehdi Abdi no seu melhor
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Malavan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Malavan, e não vai ser retirado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.23 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Malavan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Malavan, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Majid Rezaeian será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Malavan as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Malavan já sabem disso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Malavan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Malavan sabem-no.
Um 1‑0 sobre o Gostaresh Foulad, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Avaliado com 7.78. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Culpa de ninguém e inteiramente sua: um golo que entra na ficha com o seu nome sem que nada nele fosse intencional. O Malavan merecia melhor, e ele também.
Plantel01/09/2031
Uma transferência que Ali Gholizadeh teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Ali Gholizadeh está a viver essa versão no Malavan, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Malavan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Younes Akbarpour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Malavan, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jean Lucas Severo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Malavan as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Malavan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/08/2031
Younes Akbarpour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Malavan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Esteghlal Khuzestan por Majid Rezaeian foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Mehdi Abdi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Luis Ureta lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Esteghlal Ahvaz por Bautista Merlini foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Malavan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Malavan, e não vai ser retirado.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Malavan vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abouazar Safarzadeh e o Malavan acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Toda a gente deixou de fingir: o Esteghlal Khuzestan vai fazer a chamada por Majid Rezaeian esta semana. O Malavan tem um número em mente, e o número não é tímido.