Aos 33 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.80, e ninguém melhor em campo.
Plantel02/11/2026
Salim Adams desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Isaac Frimpong esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Andrew Djiku. 2‑0 sobre o Wa All Stars, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chinedu Chukwu, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no BA All Stars, mais uma semana sem a assinatura de Chinedu Chukwu.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
O bancoAndrew Djiku tornou-se um homem de confiança do treinador
Vitória por 3‑0 sobre o Asante Kotoko, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Andrew Djiku produziu-o, e o 8.76 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Notas dos jogadores19/10/2026
Kwadwo Adjei, 33 anos, faz recuar o relógio — 7.97
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.97 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Chinedu Chukwu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Andrew Djiku. 2‑1 sobre o Ashanti Gold, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Elvis Addo tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Chinedu Chukwu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um 1‑1 com o WAFA deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco28/09/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Kwadwo Asamoah não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do BA All Stars também ninguém o escondia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amos Schlupp, e o treinador deixou.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Salim Adams: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o BA All Stars a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Salim Adams desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Notas dos jogadores21/09/2026
Andrew Djiku jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.32. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Francis Owusu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco21/09/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Kwadwo Asamoah, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 10 entradas, 3 saídas no BA All Stars
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 10, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Salim Adams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
O BA All Stars perguntou e o WAFA disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Gladson Inusah está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Gladson Ayew passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Kwadwo Inusah passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Andrew Djiku está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Em resumo
DireçãoO BA All Stars diz não ao dinheiro para o centro de treinos
PlantelFrancis Owusu desentende-se com um colega por causa das exigências
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que BA All Stars podem fingir não ter ouvido.
O telefone voltou a tocar por causa de Samba Sissoko, e desta vez do outro lado está o Kwara United. No BA All Stars ouvem com educação e não prometem nada.
Chinedu Chukwu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O BA All Stars perguntou e o Bechem United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no BA All Stars coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Northampton Town fica com o seu homem, e o BA All Stars volta a uma lista com um nome riscado.
O telefone voltou a tocar por causa de Ernest Mensah, e desta vez do outro lado está o Great Olympics. No BA All Stars ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel03/08/2026
Palavras no treino do BA All Stars sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Francis Owusu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Aduana Stars para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O BA All Stars já telefonou ao Hearts of Oak. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em BA All Stars, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de BA All Stars foi explícito quanto à situação de Albert Amoah, o que é mais do que muitos recebem.