Estava tudo acordado até deixar de estar, e Stefano Cella regressa a Mantova com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Plantel11/09/2028
Nicolò Radaelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Francesco Ruocco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Stefano Cella tem a sua resposta do Mantova; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stefano Cella, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Antonio Fiori assinar alguma coisa — um contrato no Mantova ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Leonardo Mancuso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/06/2028
Uma transferência que Miguel Giraldo teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Miguel Giraldo está a viver essa versão no Mantova, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel19/06/2028
César Falletti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pro Patria coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thomas Schirò, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Pro Patria sobre quem trabalha
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Pro Patria
Andrea Schiavone lesiona os ligamentos do joelho — 67 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 67 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pro Patria coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Miguel Giraldo tem 20 anos, e o Pro Patria contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de King Udoh. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Niccolò Bagatti