Brahim Sabaouni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Stanley Nwabali assinar alguma coisa — um contrato no Al Shaab ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Emprestados16/11/2026
O empréstimo de Prince Guèye mede-se pelo que não acontece
4 balizas a zeros em 8 jogos no Gostaresh Foulad. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Luigi Longo não será o apontado, mas ninguém no Al Shaab escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdullah Al Shamsi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Brahim Sabaouni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al Shaab, e 2 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Abdullah Al Shamsi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/10/2026
No Al Shaab ainda são estranhos uns para os outros
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luigi Longo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Segue-se o Sharjah, e há um homem no balneário do Al Shaab que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Youssef Hussain. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
A próxima visita é de uma equipa no 3.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shaab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Al Shaab ofereceu $160.0K; o Sharjah disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Mohamed Ali do Al Wasl por $680.0K, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Al-Faisaly tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Verba acordada, salário acordado, e o Al Fujairah à espera com uma camisola. No Al Shaab ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Alvos de mercado24/08/2026
$680.0K põem os clubes de acordo sobre Mohamed Ali
O Al Wasl aceitou o dinheiro. O que o Al Shaab ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $170.6K — um clube que quer Vladimir Prijović ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta seguiu esta semana para o Sharjah, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shaab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ahmed Al Naqbi, e o treinador deixou.