O negócio com o Olimpija Ljubljana está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no PAOK ninguém diz, e no Gostaresh Foulad ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gostaresh Foulad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Gostaresh Foulad já telefonou ao Slavia Prague. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pejman Shojaei, e o treinador deixou.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Milad Rezaeian esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amir Hajsafi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Masoud Torabi sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Zayid Sultan está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Milad Rezaeian e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ahmad Torabi, e o treinador deixou.
0 jogos, 0 balizas a zeros e um guarda-redes que não está um passo à frente do dia em que saiu. Se isso é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do negócio é a discussão que o Gostaresh Foulad vai ter este mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pejman Shojaei está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Gostaresh Foulad, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Saeid Ghoddos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Gostaresh Foulad as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Gostaresh Foulad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Gostaresh Foulad perguntou e o Kifisia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ahmad Cheshmi e o Gostaresh Foulad acertam mais 3 anos.
Masoud Taremi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco21/12/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑5 Masoud Torabi saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Um toque que não queria, um ressalto impossível de ler e o seu nome na coluna errada. Depois disto não há consolo, e no Gostaresh Foulad não o vão tentar esta noite.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Milad Rezaeian produziu-o, e o 8.24 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Milad Rezaeian e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Masoud Torabi sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Plantel30/11/2026
Pejman Shojaei desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Gostaresh Foulad disse a Milad Mohammadi que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 94. O Esteghlal Ahvaz vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Milad Rezaeian esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Pejman Shojaei tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Gostaresh Foulad vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Masoud Taremi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel14/09/2026
Pejman Shojaei desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Majid Moharrami tem 17 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.