Arturs Laizans lesiona os ligamentos do joelho — 125 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 125 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Skonto ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mihajlo Banjac e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Skonto sobre quem trabalha
PlantelA paragem para as seleções esvazia o Skonto
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Skonto já se começa a dizer o nome dele no passado.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 14, saíram 7, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Skonto coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Com 8 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Krylya Sovetov fica com o seu homem, e o Skonto volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kristaps Gabovs estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Skonto já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Janis Rugins será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Skonto as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Skonto coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/08/2027
Nathaniel Nwosu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Skonto, e 0 jogos em 29 dizem que merece ser ouvido.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Skonto vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
O banco09/08/2027
Davis Oss tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Skonto dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Skonto perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Skonto fez a parte difícil com o Viktoria Plzen, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Davis Oss e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Skonto sabem-no, e também todos os que o veem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Skonto perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Janis Rugins será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Skonto as despedidas começaram em silêncio.
Davis Oss e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/06/2027
Uma transferência que Àlex Cano teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Àlex Cano está a viver essa versão no Skonto, e costuma notar-se no primeiro mês.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 8 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
“Vejo todos os jogos do Skonto daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Metta/LU segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Davis Oss, e o treinador deixou.
Uma sondagem ao Dukla Prague para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Anton Tolordava está em marcha
Posição 5 e 9 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Skonto ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Skonto sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Muritala Ibrahim, e o treinador deixou.
Com 2 golos de desvantagem isto era uma formalidade, e a formalidade durou até deixar de ser. O Skonto encontrou algo que a primeira parte não tinha anunciado, e o Daugavpils não soube segurar o que tinha.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Notas dos jogadores10/05/2027
Janis Rugins jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.01. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kristaps Gabovs está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Skonto ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Muritala Ibrahim esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Skonto, e 0 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Skonto falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Eduards Kamess marcou ao minuto 88, o Daugavpils já pensava na viagem de regresso, e o Skonto levou tudo.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Eduards Kamess produziu-o, e o 8.13 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Kaspars Ciganovs podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Krišs Kārkliņš está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Skonto falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Skonto ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Pavels Kamess esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Skonto e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 5 no Metta/LU dizem o resto.
O banco22/02/2027
Krišs Kārkliņš tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Skonto dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gatis Oss assinar alguma coisa — um contrato no Skonto ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoEduards Dubra pede uma conversa com o treinador
PlantelOs relatórios de treino sobre Nikita Ikaunieks não são bons
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Skonto perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Skonto falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Spartaks à espera com uma camisola. No Skonto ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Skonto, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Janis Rugins será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Skonto as despedidas começaram em silêncio.
O Skonto perguntou e o Zalgiris disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Pavels Kamess esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 64 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Skonto coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Skonto falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Janis Rugins será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Skonto as despedidas começaram em silêncio.
Pavels Kamess esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco30/11/2026
Krišs Kārkliņš tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Skonto dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Skonto sabe em que fase está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 117 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
1‑4 frente ao Liepaja, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
As bancadas09/11/2026
Uma goleada na taça no Liepaja deixa o Skonto a explicar-se
1-4, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Davis Oss e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco09/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑4 Kaspars Ciganovs saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Davis Oss está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Skonto falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Janis Rugins será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Skonto as despedidas começaram em silêncio.
O treinador reorganizou as ideias e Eduards Kamess saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
O banco02/11/2026
Krišs Kārkliņš tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Skonto dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Pavels Kamess esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Roberts Gabovs está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Janis Dubra subiu nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Skonto, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Skonto ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 8, saíram 2, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O Skonto perguntou e o Partizan disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.
O banco07/09/2026
Krišs Kārkliņš tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Skonto dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Skonto perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Metta/LU por Arturs Laizans foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Skonto perguntou e o Viktoria Plzen disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Pavels Kamess e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Skonto já telefonou ao Kauno Zalgiris. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Zalgiris para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.