Marijan Čabraja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A carreira de um guarda-redes conta-se pelos jogos em que ninguém lhe marcou, e Davor Matijaš tem agora 25 deles em 168 partidas. Nada naquele número foi sorte.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Jurica Pršir sai dessa comparação dentro da equipa, e o HNK Gorica beneficiou de cada uma dessas tardes.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bartol Kardum será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no HNK Gorica as despedidas começaram em silêncio.
Jogo16/10/2027
Não se vê o fim da espera do HNK Gorica por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no HNK Gorica tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Bruno Bogojević marcou, foi avaliado com 7.71 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Marijan Čabraja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jurica Pršir estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco18/10/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Bojan Srna a uma sala que já as tinha ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Luka Vrzić
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No HNK Gorica ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel27/09/2027
Jurica Pršir desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Metade do calendário jogado, 6.º lugar, 10 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Hadji Issa Moustapha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco27/09/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Bojan Srna saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O banco27/09/2027
Filip Uremovic tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no HNK Gorica dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
3.º lugar e 29 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.
As bancadas21/06/2027
Os adeptos revoltam-se com a venda de Ivica Lovren por $180.0K
Vai para o HNK Gorica, o clube tem $180.0K que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
O Zadar ofereceu $1.0M; o Hajduk Split disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kristijan Colak e o Zadar acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O HNK Gorica paga $180.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Plantel21/06/2027
Kristijan Colak desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dino Vukas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Zadar já telefonou ao Slaven Belupo. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Dušan Vuković está em marcha
Verba acordada, salário acordado, e o Hrvatski Dragovoljac à espera com uma camisola. No HNK Gorica ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A perseguição a Roko Brajković terminou com $1.2M a mudar de mãos e o Hajduk Split sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
A verba é $750.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O NK Osijek negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
$260.0K em cima da mesa do HNK Vukovar 1991. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Os papéis estão assinados: Ivica Lovren chega do Zadar num negócio de $180.0K. Agora vem a parte difícil.
Plantel21/06/2027
Enzo Uribe consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Enzo Uribe acabou de assinar pelo HNK Gorica e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel21/06/2027
Palavras no treino do HNK Gorica sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Patrik Mijić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hajduk Split fica com o seu homem, e o HNK Gorica volta a uma lista com um nome riscado.
Hadji Issa Moustapha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$2.8M é muito dinheiro, e dinheiro não joga a ponta de lança. No balneário toda a gente sabe para quem se olhava quando as coisas corriam mal.
Plantel14/06/2027
Duje Petkov lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas14/06/2027
Os adeptos revoltam-se com a venda de Mario Corluka por $2.8M
Vai para o Istra 1961, o clube tem $2.8M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
O Istra 1961 aceitou o dinheiro. O que o Zadar ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Zadar foi ao Hajduk Split com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Daniel Pino chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jaxon Brown estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Zadar perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zadar, e não vai ser retirado.
Mateo Bogdan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O Zadar perguntou e o Dinamo Zagreb disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jaxon Brown está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Hajduk Split para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
O bancoMateo Bogdan pede uma conversa com o treinador
Duje Petkov lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Zadar beneficiou disso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zadar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mateo Bogdan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Plantel31/05/2027
Kristijan Bjelica desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
57 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Zadar perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alfonso Barco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
65 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zadar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Zadar vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alfonso Barco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jaxon Brown está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
88 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zadar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Zadar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alfonso Barco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Zadar sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Duje Petkov lesiona os ligamentos do joelho — 96 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 96 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Zadar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dino Vukas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ivica Lovren está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mykhailo Bezus, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoA história de Niko Livaja recusa-se a morrer
Duje Petkov lesiona os ligamentos do joelho — 110 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 110 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Zadar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alfonso Barco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Zadar daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Hrvatski Dragovoljac segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mario Corluka. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
119 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zadar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Zadar vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alfonso Barco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
127 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zadar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Zadar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Em resumo
PlantelAlfonso Barco desentende-se com um colega por causa das exigências
O bancoIvica Lovren tornou-se um homem de confiança do treinador
MercadoA história de Niko Livaja recusa-se a morrer
143 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zadar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Niko Livaja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
As bancadasAs bancadas também ouviram falar de Mario Corluka
157 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zadar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 49 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel08/02/2027
Matheus Fogo consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Matheus Fogo acabou de assinar pelo Zadar e, por uma vez, a resposta importava.
Niko Livaja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Matheus Fogo não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Jaxon Brown tem 20 anos, e o Zadar contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
O banco08/02/2027
Ivica Lovren tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Zadar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta ficou muito aquém e em Zadar não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
As bancadas25/01/2027
Os adeptos revoltam-se com a venda de Robert Rebic por $1.1M
Vai para o Slaven Belupo, o clube tem $1.1M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Niko Livaja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Zadar perguntou e o NK Osijek disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alfonso Barco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Allyson está em marcha
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Zadar já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Zadar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O telefone voltou a tocar por causa de Ivica Lovren, e desta vez do outro lado está o Lokomotiva Zagreb. No Zadar ouvem com educação e não prometem nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zadar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lechia fica com o seu homem, e o Zadar volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dario Orsic está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao HNK Rijeka para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
81 dias de fora para Mario Bogdan depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Zadar vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Zadar, e não vai ser retirado.
Niko Livaja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/01/2027
Robert Rebic desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Zagreb fica com o seu homem, e o Zadar volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
O Zadar já telefonou ao NK Osijek. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
O bancoIvica Lovren tornou-se um homem de confiança do treinador
Uma média de 7.55 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Robert Rebic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Ivica Lovren tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Mato Babic sobre uma tarde de 3‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Posição 3, 26 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 18 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Zadar vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
O banco07/12/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Mato Babic saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Uma média de 7.38 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Niko Livaja e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Notas dos jogadores09/11/2026
Mario Corluka jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.72. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel09/11/2026
Robert Rebic desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
17 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
O bancoIvica Lovren tornou-se um homem de confiança do treinador
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mario Corluka produziu-o, e o 9.23 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Niko Livaja e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/10/2026
Robert Rebic desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.27 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Zadar, mais uma semana sem a assinatura de Duje Petkov.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel12/10/2026
Boris Knezevic desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Zadar, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Robert Rebic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Mato Babic sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Boris Knezevic está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco14/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Mato Babic a uma sala que já as tinha ouvido.
Plantel14/09/2026
Dario Orsic desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Plantel07/09/2026
Robert Rebic sofre uma lesão muscular — 15 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
$550.0K era o máximo que o clube pagaria, e o NK Osijek pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Robert Rebic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Piast fica com o seu homem, e o Zadar volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dario Orsic está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zadar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zadar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel31/08/2026
Robert Rebic desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O KV Mechelen fica com o seu homem, e o Zadar volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zvonimir Kramaric, e o treinador deixou.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mario Corluka produziu-o, e o 9.21 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.24, 0 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
Robert Rebic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Arsenal Dzerzhinsk tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Orenburg ninguém diz, e no Zadar ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Lokomotiva Zagreb paga $1.3M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
$290.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Sesvete pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zadar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robert Rebic está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Robert Rebic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Duje Petkov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores03/08/2026
Mario Corluka jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.15. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Lucko marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Uma sondagem ao Dinamo Zagreb para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.