72 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zadar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Zadar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Niko Livaja esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Zadar daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Hrvatski Dragovoljac segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Plantel26/04/2027
Jaxon Brown desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Marin Kovac assinar alguma coisa — um contrato no Zadar ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
80 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zadar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Zadar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alfonso Barco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dino Vukas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Duje Petkov lesiona os ligamentos do joelho — 110 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 110 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Zadar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alfonso Barco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Zadar daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Hrvatski Dragovoljac segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mario Corluka. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
127 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Zadar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Zadar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Em resumo
PlantelAlfonso Barco desentende-se com um colega por causa das exigências
O bancoIvica Lovren tornou-se um homem de confiança do treinador
MercadoA história de Niko Livaja recusa-se a morrer
136 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Zadar perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Zadar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O negócio que levaria Mario Corluka para o Dinamo Minsk caiu na fase final e ele reapresenta-se no Zadar com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alfonso Barco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dejan Kovac está nela.