Bruno Fernández lesiona os ligamentos do joelho — 75 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 75 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Mojzel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Al-Mojzel marcou aos 93, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Mojzel podem fingir não ter ouvido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Saad Al-Harbi. 5‑4 sobre o Al-Saudi Al-Watani, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Nota 9.97 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Plantel21/12/2026
Reinaldo López desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Sami Al-Dawsari no seu melhor
Emprestados11 golos por empréstimo para Mariano Amato
104 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Mojzel perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Mojzel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
3 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Saad Al-Harbi não será o apontado, mas ninguém no Al-Mojzel escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Mojzel, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Mojzel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Bruno Fernández lesiona os ligamentos do joelho — 133 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 133 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Mojzel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Mojzel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Al-Mojzel daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Ittihad segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
162 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Mojzel perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Mojzel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Notas dos jogadores28/09/2026
Hamad Al-Dosari, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.82
Um 7.82 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Mojzel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/09/2026
Reinaldo López desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sami Al-Dawsari. 2‑1 sobre o Al-Nahda, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Hamad Al-Dosari tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Mojzel, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ittihad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O Al-Taawoun levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel28/09/2026
Palavras no treino do Al-Ittihad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Faisal Al-Ghamdi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel28/09/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no Al-Ittihad
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Abdulrahman Al-Obud assinar alguma coisa — um contrato no Al-Ittihad ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Faisal Al-Essa deixa o Al-Ittihad pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.