Rashid Nader

Meio-campista - Al Shabab
10 Fev 2030
Domingo
Processo

Marcado para Rashid Nader

182 Edição

O Diário de Al Shabab

21/01/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Gabriel Pereyra parte um osso — 53 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

O banco

Jassem Abdulla Al-Hammadi guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Shabab pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Alvos de mercado

O Dibba avisa o Al Shabab: Gilmário Menezes não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Ahmed Al Kamali em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Al Shabab despacha o Al Dhafra

Três pontos para o Al Shabab: um 2‑1 diante do Al Dhafra num duelo decidido por pormenores.

Plantel

João Alves tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Al Shabab lida com um homem que quer outro país.

Notas dos jogadores

Abdullah Mabkhout tinha sempre o passe

Oportunidades criadas: 13. Alguém tem de abrir a porta antes de outro a atravessar, e ele passou a tarde a abrir portas.

O banco

Sardorbek Hoshimov ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Bruno

Uma nota de 7.90, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Em resumo

  • O banco A vista do banco
  • Plantel Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab
  • O banco Amer Al Kamali fica de fora após uma má fase
Edições anteriores
181 Edição

O Diário de Al Shabab

14/01/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Al Shabab atropela o Al Fujairah

3‑0, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.

Plantel

Gabriel Pereyra parte um osso — 60 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 60 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

O Al Shabab diz que não — desta vez

A proposta do Sharjah por Rodrigo Xavier foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Chukwudi Okoro põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Shabab, e não vai ser retirado.

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Hamza Sakhi — 8.05

Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.05 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Alvos de mercado

Brahima Diarra não vem para o Al Shabab

As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al Wahda ninguém diz, e no Al Shabab ninguém gosta de estar a adivinhar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Shabab

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rodrigo Xavier estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Chukwudi Okoro quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Shabab sabem-no.

Alvos de mercado

O Al Shabab leva uma nega por Abderahmane Soussi

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Dhafra fica com o seu homem, e o Al Shabab volta a uma lista com um nome riscado.

Em resumo

175 Edição

O Diário de Al Shabab

03/12/2029
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Prince Guèye guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Shabab pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Hamza Sakhi assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Hamza Sakhi compromete-se com o Al Shabab por mais 2 anos.

Plantel

Um desentendimento no Al Shabab

Ahmed Al Kamali e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Baba Bello Ilou ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Abdulla Idrees já não é a primeira escolha

O treinador reorganizou as ideias e Abdulla Idrees saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.

Notas dos jogadores

Rashid Nader acima de tudo

Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.31 na ficha, e os adeptos do Al Shabab saíram a repetir um nome.

Plantel

Um lugar no onze do mês para Fernando Barbosa

Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Fernando Barbosa sai dessa comparação dentro da equipa, e o Al Shabab beneficiou de cada uma dessas tardes.

O banco

Haris Fassnacht sobre o ponto

“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Haris Fassnacht depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.

O banco

Neste momento há alguém melhor do que Abdulla Idrees

A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.

Em resumo

172 Edição

O Diário de Al Shabab

12/11/2029
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Al Shabab despacha o Al Shaab

Três pontos para o Al Shabab: um 3‑2 diante do Al Shaab num duelo decidido por pormenores.

Plantel

Chukwudi Okoro quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al Shabab ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Plantel

Abdullah Mabkhout em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Rashid Nader jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.08. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Fernando Barbosa no seu melhor

Avaliado com 8.04. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al Shabab.

O banco

Não há esconderijo para Amer Al Kamali

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amer Al Kamali, e o treinador deixou.

O banco

Um Haris Fassnacht satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑2, Haris Fassnacht podia dar-se ao luxo de ser generoso.

Mercado

Conversas entre Al Shabab e Abdullah Mabkhout empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

A falta de forma apanha Amer Al Kamali

Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.

Em resumo

171 Edição

O Diário de Al Shabab

05/11/2029
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Saeed Khalfan segura o Al Shabab sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

O banco

Abdalla Ghanim diz que o Al Shabab não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Um desentendimento no Al Shabab

Ahmed Al Kamali e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Fahad Mabkhout é o melhor jovem do mês na divisão

Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Al Shabab vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.

O banco

Majid Surour ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

Conversas entre Al Shabab e Rodrigo Xavier empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Rashid Nader

Uma nota de 7.85, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Plantel

João Alves desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Al Shabab divide pontos com o Al Jazira

Um 1‑1 com o Al Jazira deixa o balneário entre o alívio e a frustração.

Em resumo

170 Edição

O Diário de Al Shabab

29/10/2029
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Nem sinal de nervos em Fahad Mabkhout aos 21 — 8.16

O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Fahad Mabkhout não precisou: 8.16, e parecia o homem mais à vontade no relvado.

Mercado

Como se nunca tivesse saído: Salem Khalfan regressa

Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Salem Khalfan volta a ser jogador do Al Shabab, e a cidade tem a sua história do verão.

Plantel

Ahmed Al Kamali em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.

As bancadas

Um dos seus: Fahad Mabkhout

Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Jogo

Al Shabab cumpre diante do Sharjah

Um 1‑0 sobre o Sharjah, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

O banco

Sardorbek Hoshimov ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Notas dos jogadores

Abdullah Mabkhout encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 15. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

Um Haris Fassnacht satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Haris Fassnacht podia dar-se ao luxo de ser generoso.

Plantel

Palavras no treino do Al Shabab sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdalla Ghanim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Em resumo

169 Edição

O Diário de Al Shabab

22/10/2029
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

Haris Fassnacht assume o comando do Al Shabab

“Observei este plantel. Há nele mais do que a tabela diz.” Primeira conferência de imprensa, primeira promessa — Haris Fassnacht fez a que todos os treinadores novos fazem, e agora vem a parte em que ela é verificada.

Jogo

O Al Shabab não encontra a baliza

3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.

Plantel

Troca de palavras no Al Shabab

Sardorbek Hoshimov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Abdullah Mabkhout

Dribles concretizados: 15. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

Folha em branco para Hamza Sakhi

Um treinador novo não escolheu a equipa da época passada e não quer saber como ela era. Hamza Sakhi levou isso a peito, no melhor sentido, e o Al Shabab está a ver uma versão dele que o regime anterior tinha deixado de ver.

O banco

Não há esconderijo para João Alves

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para João Alves, e o treinador deixou.

O banco

Rashid Nader pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Haris Fassnacht escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.

Jogo

Ponto ganho ou dois perdidos para o Al Shabab?

Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Baniyas? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.

Em resumo

163 Edição

O Diário de Al Shabab

10/09/2029
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Mansoor Al-Harbi põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Shabab, e não vai ser retirado.

Plantel

Chukwudi Okoro quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al Shabab ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Direção

O banco de Al Shabab continua vazio

9 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.

Plantel

Um desentendimento no Al Shabab

Ahmed Al Kamali e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

As regras de inscrição deixam Sardorbek Hoshimov de fora no Al Shabab

Não tem nada que ver com a forma dele e tudo que ver com a forma como o plantel foi montado. Vai treinar a semana inteira com um grupo pelo qual não pode jogar, o que é uma maneira estranha de passar uma época.

O banco

Rashid Nader pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Não há esconderijo para Mansoor Al-Harbi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mansoor Al-Harbi, e o treinador deixou.

Antevisão

Abdulla Idrees defronta o antigo clube

Segue-se o Al Nasr, e há um homem no balneário do Al Shabab que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

Mercado

A história de Ahmed Yaqoob recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ahmed Yaqoob assinar alguma coisa — um contrato no Al Shabab ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

135 Edição

O Diário de Al Shabab

26/02/2029
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Abdullah Mabkhout estava imparável

Dribles concretizados: 41. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Shabab

Abdullah Mabkhout esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Tarde má para o Al Shabab diante do Emirates Club

2‑3 para o Emirates Club, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

Hamdan Al Menhali de fora 26 dias

A enfermaria confirma 26 dias de paragem para Hamdan Al Menhali, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Rashid Nader

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.15, e nem uma objeção no estádio.

Plantel

Junior Horé tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Al Shabab lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Hamza Sakhi atinge as 100 presenças

100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.

O banco

Não há esconderijo para Ali Khalfan

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ali Khalfan, e o treinador deixou.

Direção

Em Al Shabab, 99% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Em resumo

127 Edição

O Diário de Al Shabab

01/01/2029
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

O banco

Nasser Omar guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Shabab pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Mansoor Al-Harbi entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Shabab podem fingir não ter ouvido.

Direção

Youssoufou Niakaté assina pelo Dibba ainda ao serviço do Al Shabab

As regras permitem-no e dói na mesma. Youssoufou Niakaté acertou condições com o Dibba para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Shabab

Abdullah Mabkhout esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Al Shabab cumpre diante do Al Nasr

Um 2‑1 sobre o Al Nasr, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Notas dos jogadores

Rashid Nader em notas de excelência

Uma exibição de 8.03 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

O banco

O treinador faz de Majid Surour um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Direção

Os salários levam 105% do que Al Shabab recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

Mercado

Al Shabab e Abdullah Mabkhout falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Em resumo

126 Edição

O Diário de Al Shabab

25/12/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

O treinador faz de Hamdan Al Kamali um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Hamza Sakhi

Nota 8.13 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Plantel

Junior Horé tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Al Shabab lida com um homem que quer outro país.

Jogo

O Al Shabab apanhado aos 88 minutos

O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Al Ahli marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.

Jogo

Al Shabab e Al Ahli levam um ponto cada

Acabou 2‑2, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Ismail Khalfan escolheu a versão do copo meio cheio do 2‑2; os adeptos saíram com a outra.

O banco

Bruno não encaixa neste

Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.

Antevisão

Majed Al Junaibi defronta o antigo clube

Segue-se o Al Nasr, e há um homem no balneário do Al Shabab que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

Mercado

A conversa sobre Ahmed Yaqoob não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Shabab sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

117 Edição

O Diário de Al Shabab

23/10/2028
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

O joelho: Hassan Suqrat fora por 33 dias

33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Shabab perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Rashid Nader de fora 26 dias

A enfermaria confirma 26 dias de paragem para Rashid Nader, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.

Notas dos jogadores

Abdullah Mabkhout estava imparável

Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Junior Horé quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al Shabab ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Plantel

Ahmed Al Kamali em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Al Shabab encontra maneira de passar pelo Baniyas

O Baniyas obrigou o Al Shabab a suar, mas no fim o marcador dizia 1‑0 e a tabela não pergunta como.

Notas dos jogadores

Hamza Sakhi fica com as honras

Nota 7.85 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Al Shabab, o melhor em campo era deles.

O banco

A vista do banco

“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Ismail Khalfan, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.

O banco

Não há esconderijo para Yousif Ahmed

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yousif Ahmed, e o treinador deixou.

Em resumo

113 Edição

O Diário de Al Shabab

25/09/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Hamdan Al Kamali

Houve 8 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

O banco

Hamdan Omar guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Shabab pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Al Shabab perde Rashid Nader

58 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.

Plantel

Um desentendimento no Al Shabab

Abdullah Mabkhout e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Tarde má para o Al Shabab diante do Al Wasl

1‑2 para o Al Wasl, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Notas dos jogadores

Abdullah Mabkhout passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 18. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

O banco

Não há esconderijo para Ali Khalfan

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ali Khalfan, e o treinador deixou.

O banco

Ismail Khalfan: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 1‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

O banco

Hamdan Al Kamali bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hamdan Al Kamali treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

112 Edição

O Diário de Al Shabab

18/09/2028
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Ali Khalfan lesiona os ligamentos do joelho — 19 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Jogo

Al Shabab cumpre diante do Al Nasr

Um 2‑1 sobre o Al Nasr, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

O banco

O treinador faz de Majid Surour um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Notas dos jogadores

Hamza Sakhi fica com as honras

Nota 7.85 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Al Shabab, o melhor em campo era deles.

O banco

Um Ismail Khalfan satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Ismail Khalfan podia dar-se ao luxo de ser generoso.

O banco

O Al Shabab escolhe outro à frente de Ali Khalfan

Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.

O banco

Hamdan Al Kamali bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hamdan Al Kamali treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Antevisão

Majid Surour defronta o antigo clube

Segue-se o Al Wasl, e há um homem no balneário do Al Shabab que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

Mercado

A história de Ahmed Yaqoob recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ahmed Yaqoob assinar alguma coisa — um contrato no Al Shabab ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo