A perseguição a Louay Trayi terminou com $1.3M a mudar de mãos e o Al Wahda sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Bandar Rashid e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Ahli, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Wahda fica com o seu homem, e o Al Ahli volta a uma lista com um nome riscado.
$1.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Deportivo Riestra pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/08/2026
Khalifa Mubarak desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É o negócio menos glamoroso que um clube faz e a razão por que as épocas não desabam em fevereiro. Nabil Jaadi está cá para as semanas em que há três lesionados e alguém tem de jogar na mesma.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Al Ahli ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Abdullah Al Shamsi foi-se, as contas têm $3.5M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Al Ahli pagou $2.1M por Igor Serrote, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
O Al Shaab pagou $3.5M e o Al Ahli aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A proposta do Al-Ra'ed por Saeed Omar foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Bandar Rashid esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Khalid Nader, e o treinador deixou.
Plantel17/08/2026
5 caras novas e o Al Ahli ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sultan Al Naqbi e o Al Ahli acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al Ahli já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Al Ahli foi ao Al Jazira com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Al Ahli ofereceu $1.9M; o Estudiantes disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Al Ahli vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Bandar Rashid e o Al Ahli acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Bandar Rashid e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Majed Al Junaibi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al Ahli a ouviu como outra coisa.
Bandar Rashid e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/08/2026
Majed Al Junaibi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Wahda fica com o seu homem, e o Al Ahli volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Al Ahli vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O Al Ahli já telefonou ao Persepolis. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
O bancoBandar Rashid pede uma conversa com o treinador