O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Robert Budimir não precisou: 7.94, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Zadar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Zadar perguntou e o FCSB disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Robert Budimir, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.36
Um 8.36 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tomislav Kovacevic e o Zadar acertam mais 4 anos.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robert Budimir está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Robert Budimir pôs o Zadar de novo em igualdade em 1 minutos, e o Segesta nunca chegou a jogar com vantagem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Damir Barisic produziu-o, e o 9.55 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Duje Budimir produziu-o, e o 8.21 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores03/08/2026
Matej Barisic não podia pedir mais na estreia — 7.70
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.70, 0 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
1 para Petar Barisic, avaliado com 7.73, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Damir Barisic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Petar Barisic tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.