Ali Rezaeian esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/05/2028
Majid Dejagah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Persepolis vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Sajjad Ashouri pré-acordou a mudança para o Padideh, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohammad Beiranvand será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Padideh as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Majid Dejagah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kaveh Mohammadi e o Padideh acertam mais 2 anos.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
“Vejo todos os jogos do Padideh daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Malavan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Pouria Meshalgerdi sai dessa comparação dentro da equipa, e o Padideh beneficiou de cada uma dessas tardes.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amir Hossein Farhadi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Ali Rezaeian esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/02/2028
Majid Dejagah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kaveh Mohammadi, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Padideh daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Esteghlal Khuzestan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Plantel21/02/2028
Majid Rezaeian tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Padideh dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Padideh pode pedir e sobe o salário que Ehsan Torabi pode exigir.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Padideh vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel10/01/2028
Majid Dejagah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Amir Reza Rafiei esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ali Rezaeian esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/12/2027
Majid Dejagah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Padideh daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Esteghlal Khuzestan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Majid Dejagah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Padideh daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Tractor segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Foolad? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
O Naft Tehran vai querer esquecer isto depressa: 7‑2, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Padideh foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ramin Jahanbakhsh produziu-o, e o 8.30 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Majid Rezaeian não precisou: 7.73, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.84 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 9 golos entre o Padideh e o Naft Tehran, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Majid Dejagah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Padideh estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ehsan Torabi lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 2, 65 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Padideh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelKaveh Mohammadi sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
PlantelPalavras no treino do Padideh sobre quem trabalha