Elgün Bayramov lesiona os ligamentos do joelho — 36 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo St Petersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Dinamo St Petersburg e o Znamya Truda, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Dinamo St Petersburg sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dinamo St Petersburg, e 0 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dinamo St Petersburg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo St Petersburg podem fingir não ter ouvido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.71 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Lucas Daniel não precisou: 8.55, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Em resumo
PlantelAs defesas já dobram a marcação a Omar Popov
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo St Petersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
7.77, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.22 ao lado do nome.
Rizvan Umarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Dinamo St Petersburg lida com um homem que quer outro país.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Vladislav Shepelev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oleksandr Masalov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Dinamo St Petersburg sabem-no.
Ficar 2 atrás faz algo a uma equipa, e normalmente o que faz é acabar com ela. Aqui não. O Dinamo St Petersburg reconstruiu a tarde golo a golo, e o Arsenal Tula 2 não teve resposta para nada disso.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.81 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.61 para o resto.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Vladislav Shepelev marcou, foi avaliado com 7.84 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Vladislav Shepelev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aziz Gaziev, e o treinador deixou.
Vladislav Shepelev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Kaveh Ghoddos tem 20 anos, e o Dinamo St Petersburg contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yegor Glukhov, e o treinador deixou.
Ninguém no Dinamo St Petersburg sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Em resumo
PlantelAlguém anda atrás da camisola de Alexey Baev