Uma nota de 7.73, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco16/08/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Marcelo Machado, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gabriel Pec está nela.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Santos tentou reorganizar-se, o Cruzeiro não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Dribles concretizados: 17. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel09/08/2027
No Cruzeiro ainda são estranhos uns para os outros
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Marcelo Machado depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Derrota por 2‑3 com o Atlético Mineiro no único jogo que nunca é só um jogo. No trabalho, na escola, no café — desta não haverá como fugir esta semana.
O Cruzeiro perguntou e o Bragantino disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta do Chaves por Marquinhos foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Marquinhos agarrou este contra o Penedense. 3‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Cruzeiro.
2 à frente e em controlo total, e acabou com o Bahia como a equipa mais feliz. Não há versão desta tarde que o Cruzeiro goste de rever.
Notas dos jogadores24/05/2027
Keny Arroyo, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.23
Um 8.23 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.93 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Keny Arroyo tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Jogo01/05/2027
Ninguém quer jogar contra o Cruzeiro neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gérson. 3‑1 sobre o Flamengo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Vejo todos os jogos do Cruzeiro daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Operário-MS segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Cruzeiro ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel26/04/2027
Palavras no treino do Cruzeiro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matheus Pereira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Santos tentou reorganizar-se, o Cruzeiro não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabriel Rojas, e o treinador deixou.
Cássio esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheus Pereira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Khalid Al Bloushi, e o treinador deixou.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Cruzeiro e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 15 no Boavista dizem o resto.
O banco05/04/2027
Fabrício Bruno tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cruzeiro dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheus Pereira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 37 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Cruzeiro é como lidar com um homem a quem deve muito.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Cruzeiro, e 0 jogos em 14 dizem que merece ser ouvido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Cruzeiro ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Cássio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/02/2027
Palavras no treino do Cruzeiro sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matheus Pereira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Cruzeiro daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Manaus segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Luis Sinisterra está nela.
7 golos em 18 jogos no Santos — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Cruzeiro alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cruzeiro, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Khalid Al Bloushi era uma das razões por que as pessoas vinham, e $10.8M não substitui isso sozinho.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Igor Serrote está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O golo que pôs o Al Shabab na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Al Ahli empatou, 1 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cruzeiro, e não vai ser retirado.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Cruzeiro pagou $10.8M por Khalid Al Bloushi, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
O Cruzeiro perguntou e o Sport Recife disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Cruzeiro ofereceu $7.7M; o Fluminense disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Racing Club pagou $3.2M e o Cruzeiro aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruzeiro coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Cruzeiro joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Gabriel Barbosa
O Al Jazira segue em frente e o Al Ahli vai para casa, com um 0‑4 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
0-4, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Abdullah Al Hammadi não precisou: 7.74, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Al Ahli e o Al Jazira, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joseph Aidoo, e o treinador deixou.
Toda a gente deixou de fingir: o Cruzeiro vai fazer a chamada por Khalid Al Bloushi esta semana. O Al Ahli tem um número em mente, e o número não é tímido.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco21/12/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑4, ditas por Khalfan Juma a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al Ahli sobre quem trabalha
O bancoHany Mukhtar tornou-se um homem de confiança do treinador
O aperto de mão com o Al Ahli está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Cruzeiro ofereceu $7.9M; o Palmeiras disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
As bancadas21/12/2026
Os adeptos revoltam-se com a venda de Kaio Jorge por $19.1M
Vai para o Palmeiras, o clube tem $19.1M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Matheus Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para William, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jacob Awoute estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Khalfan Juma sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jacob Awoute, e o treinador deixou.
Um 8.16 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Dérrick Anye Fru esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Igor Serrote está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Abdullah Al Hammadi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Hany Mukhtar quer futebol continental; se o Al Ahli o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Igor Serrote estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Khalid Al Bloushi. 1‑0 sobre o Al Nasr, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 21 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Al Ahli vai tentar não fazer disso um caso.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Avaliado com 7.81. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Khalfan Juma sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Khalid Al Bloushi agarrou este contra o Baniyas. 4‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Al Ahli.
2 atrás e sem rumo, até Khalid Al Bloushi decidir o contrário. O Baniyas tinha feito a parte difícil e depois viu-a desfazer-se, e o barulho no apito final foi daqueles que um estádio guarda.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.03 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Ahli, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.
O banco05/10/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Khalfan Juma foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel21/09/2026
Igor Serrote desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel21/09/2026
7 caras novas e o Al Ahli ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.35 na ficha, e os adeptos do Al Ahli saíram a repetir um nome.
O banco21/09/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Khalfan Juma escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Ahli, e não vai ser retirado.
Mercado14/09/2026
Tão perto: a transferência de Youssef Obaid morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Al Shabab seguiu em frente, Youssef Obaid apresenta-se de volta no Al Ahli, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Plantel14/09/2026
Igor Serrote desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Jacob Awoute esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 9 ações combinadas e uma nota de 7.09, e nenhuma delas entrará num resumo.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Hany Mukhtar. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O Al Ahli e o Brentford acertaram em $4.2M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Al Ahli perguntou e o Atlético Tucumán disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Dérrick Anye Fru esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$70.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Dibba pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdullah Al Hashmi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Youssef Al Hammadi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O Al Ahli fez saber ao mercado que Abdullah Al Hashmi está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Al Ahli admitiria. Nota-se aos sábados.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Al Ahli pagou $6.2M por Hany Mukhtar, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Midtjylland fica com o seu homem, e o Al Ahli volta a uma lista com um nome riscado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $563.1K — um clube que quer Prince Guèye ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta seguiu esta semana para o Al Wahda, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Dérrick Anye Fru e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As bancadas17/08/2026
O Al Ahli gasta $6.2M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $6.2M por Hany Mukhtar, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Salem Al Menhali está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Al Ahli não o segura a fingir o contrário.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Al Ahli vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.