Mikheil Qazaishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Yauhen Chalavach está a viver essa versão no Tskhinvali, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Plantel11/12/2028
Beka Kharshiladze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Beka Lobjanidze e o Tskhinvali acertam mais 3 anos.
Tem 18 anos e ninguém em Tskhinvali o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Tskhinvali pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel13/11/2028
Beka Kharshiladze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Guram Kobiashvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Samtredia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel28/08/2028
Palavras no treino do Samtredia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniil Kutsepalov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Samtredia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
O Samtredia torna a sua casa um sítio difícil de visitar
16 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Jogo13/05/2028
Não se vê o fim da espera do Samtredia por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Samtredia tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brian Lopez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Samtredia as despedidas começaram em silêncio.
Julen Cordero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Beka Lobjanidze, e o treinador deixou.
Plantel15/05/2028
Palavras no treino do Samtredia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Helistano Manga está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Revaz Ananidze, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.62
Um 7.62 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Plantel03/04/2028
Eyüp Aydın desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Tskhinvali, e 5 jogos em 10 dizem que merece ser ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Eyüp Aydın está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Samtredia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Julen Cordero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zurab Gigashvili, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Julen Cordero
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/02/2028
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eyüp Aydın está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel24/01/2028
Eyüp Aydın desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel10/01/2028
Eyüp Aydın desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vitaliy Para e o Tskhinvali acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tskhinvali falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Tskhinvali beneficiou disso.
Plantel03/01/2028
Uma transferência que Vitaliy Para teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Vitaliy Para está a viver essa versão no Tskhinvali, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tskhinvali falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tskhinvali falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tskhinvali ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mikheil Qazaishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/11/2027
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eyüp Aydın está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Tskhinvali, e 3 jogos em 14 dizem que merece ser ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tskhinvali falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tskhinvali falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Tskhinvali daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Shukura segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/09/2027
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Otar Kobiashvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Merani defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
O telefone voltou a tocar por causa de Sandro Kobiashvili, e desta vez do outro lado está o Doxa. No Tskhinvali ouvem com educação e não prometem nada.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Davit Tsitaishvili, e o treinador deixou.
Toda a gente deixou de fingir: o Samtredia vai fazer a chamada por Mikheil Chakvetadze esta semana. O Tskhinvali tem um número em mente, e o número não é tímido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Joe Rice lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lasha Gamsakhurdia será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tskhinvali as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vladyslav Hevlych e o Tskhinvali acertam mais 2 anos.
Plantel02/08/2027
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dato Gvelesiani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
68 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tskhinvali perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Davit Kashia era uma das razões por que as pessoas vinham, e $140.0K não substitui isso sozinho.
A proposta do Shukura por Otar Kakabadze foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel21/06/2027
Simão Lopes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não se vê o fim da espera do Sapovnela por uma vitória
Já são 26 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sapovnela tem de arrancar um resultado de algum lado.
113 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sapovnela perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sapovnela falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sapovnela coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Joe Rice lesiona os ligamentos do joelho — 99 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 99 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tskhinvali falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel24/05/2027
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Beka Kharshiladze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mikheil Chakvetadze esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tskhinvali sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Tskhinvali fez saber ao mercado que Martin Emilov está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Não se vê o fim da espera do Sapovnela por uma vitória
Já são 13 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sapovnela tem de arrancar um resultado de algum lado.
Sören Dutoit esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tskhinvali perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dato Gvelesiani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/03/2027
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Beka Kharshiladze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mikheil Chakvetadze, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Tskhinvali, e 3 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Tskhinvali daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Sapovnela segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Ruslan Kazakov sofre uma lesão muscular — 15 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Plantel01/02/2027
Uma transferência que Bruno Ferreira teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Bruno Ferreira está a viver essa versão no Sapovnela, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sapovnela coisas que levam mais de uma semana a retirar.