Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atletico Venezuela falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atletico Venezuela, e não vai ser retirado.
Marcos Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yeferson Machis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atletico Venezuela, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
0‑4. Há um nível que se joga todas as semanas, e é jogado por clubes que o fazem há cinquenta anos; uma noite destas é o que se sente ao chegar lá sem o ter feito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atletico Venezuela falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atletico Venezuela podem fingir não ter ouvido.
Plantel26/10/2026
Rafael Ramirez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Alejandro Herrera depois do 0‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Junior Moreno e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
O bancoVictor Murillo tornou-se um homem de confiança do treinador
Notas dos jogadoresMarcos Pereira passa por eles um de cada vez
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atletico Venezuela perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 51 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Ramirez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Atletico Venezuela marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atletico Venezuela podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atletico Venezuela coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rafael Ramirez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Junior Moreno e o Atletico Venezuela acertam mais 2 anos.
O banco03/08/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Alejandro Herrera, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.