Dribles concretizados: 40. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
122 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tskhinvali perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 36 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Davit Qazaishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Claudio Scalise estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Claudio Scalise, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 47. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tskhinvali falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo12/06/2027
Não se vê o fim da espera do Tskhinvali por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tskhinvali tem de arrancar um resultado de algum lado.
A proposta seguiu esta semana para o Sioni, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jaba Kobiashvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
0‑1 para o Merani, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel14/06/2027
Claudio Scalise desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
64 dias de fora para Dato Janelidze depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tskhinvali vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Guram Kiteishvili não precisou: 8.00, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Jaba Kobiashvili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.00 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Tskhinvali sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O treinador reorganizou as ideias e Otar Janelidze saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tskhinvali, e não vai ser retirado.
Jaba Kobiashvili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Saba Lobjanidze. 1‑0 sobre o Sioni, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel10/05/2027
Claudio Scalise desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Avaliado com 7.80. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O banco10/05/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Archil Tsitaishvili foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zurab Gigashvili, e o treinador deixou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Saba Lobjanidze produziu-o, e o 8.59 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores26/04/2027
Guram Kiteishvili, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.87
Um 8.87 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Jaba Kobiashvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Guram Kiteishvili tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tornike Kvaratskhelia, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Tskhinvali, e 0 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
Em resumo
PlantelGoga Gamsakhurdia desentende-se com um colega por causa das exigências
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tskhinvali, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Saba Lobjanidze tem a sua resposta do Tskhinvali; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
0‑1 para o Dinamo Batumi, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel12/04/2027
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tornike Kvaratskhelia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mikheil Makatsaria está nela.
Em resumo
Notas dos jogadoresVito Sanna passa por eles um de cada vez
Vitória por 3‑1 sobre o Shukura, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Jaba Kobiashvili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Nika Ananidze tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Jaba Kobiashvili tem a sua resposta do Tskhinvali; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Shota Diakonidze não precisou: 7.92, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 18 anos que sente como seu. Shota Diakonidze tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Nota 8.32 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Notas dos jogadores15/03/2027
Saba Lobjanidze jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.19. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel15/03/2027
Goga Gamsakhurdia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Bachana Qazaishvili e o Tskhinvali acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Zugdidi vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Tskhinvali foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Guram Kiteishvili não precisou: 8.56, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vito Sanna e o Tskhinvali acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Jaba Kobiashvili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção08/03/2027
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Tskhinvali
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Bachana Qazaishvili está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Davit Qazaishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Felipe Baiano e o Tskhinvali acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Guria fica com o seu homem, e o Tskhinvali volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Claudio Scalise estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Tskhinvali joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Saba Lobjanidze assinar alguma coisa — um contrato no Tskhinvali ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Tskhinvali já se começa a dizer o nome dele no passado.
Jaba Kobiashvili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mikheil Janelidze, e o treinador deixou.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Tskhinvali vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tskhinvali, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A proposta do Dila por Vito Sanna foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jaba Kobiashvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Tskhinvali ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tornike Kvaratskhelia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Dinamo Tbilisi para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Tskhinvali já telefonou ao Dinamo Tbilisi. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Plantel04/01/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Tskhinvali
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Jaba Kobiashvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Tskhinvali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tskhinvali sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Jaba Kobiashvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Claudio Scalise, e o treinador deixou.
Plantel30/11/2026
Goga Gamsakhurdia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tskhinvali, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Jaba Kobiashvili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tornike Kvaratskhelia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Tskhinvali daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Merani segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Otar Shengelia treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
As bancadasAs bancadas também ouviram falar de Vito Sanna
MercadoMais um bloco de notas apontado a Vito Sanna
Jaba Kobiashvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tornike Kvaratskhelia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Tskhinvali, e 6 jogos em 11 dizem que merece ser ouvido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tskhinvali, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tskhinvali sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel02/11/2026
Palavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksei Borodin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tskhinvali sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nika Ananidze está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Alan Caruaru apontou a data.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Dribles concretizados: 48. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tskhinvali perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Notas dos jogadores28/09/2026
Vito Sanna jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.34. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel28/09/2026
Goga Gamsakhurdia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco28/09/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Archil Tsitaishvili escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tskhinvali, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.