Jesús Villarroel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Tskhinvali sobre quem trabalha
Alperen Aydın desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tskhinvali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
95 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tskhinvali perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tskhinvali podem fingir não ter ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Otar Tsitaishvili, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kacper Kucharczyk e o Tskhinvali acertam mais 3 anos.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Archil Chakvetadze deixa o Tskhinvali pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
O Tskhinvali abriu a porta e ninguém a atravessou. Por isso Giorgi Janelidze fica — listado, treinado e disponível — enquanto ambos os lados riscam os dias até janeiro no mesmo calendário.