2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.36, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores26/10/2026
Noah Waine, 14 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.84
Um 7.84 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 14. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.07 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Steven Lustica e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Willem Ebbinge estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores26/10/2026
Willem Ebbinge jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.09. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O Waitakere United vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Team Wellington foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Notas dos jogadores19/10/2026
Uma estreia que Noah Waine não vai esquecer — 8.62
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 8.62 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Team Wellington coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O Team Wellington e o Auckland City acertaram em $29.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Waitakere United ninguém diz, e no Team Wellington ninguém gosta de estar a adivinhar.
Steven Lustica e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Team Wellington perguntou e o Auckland City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Liberato Payne está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Jake Reid é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Michael Lockyer passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Noah Waine está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.