Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Djoliba fica com o seu homem, e o US Bougouba volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O US Bougouba vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Samba Soumare, e o treinador deixou.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no US Bougouba admitiria. Nota-se aos sábados.
Uma sondagem ao Afrique Foot Elite para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No US Bougouba sabem-no, e também todos os que o veem.
Uma época a olhar para o jogador de outro: Boubacar Keïta chega do Real Bamako com algo a provar e um bilhete de volta na gaveta. Os bons empréstimos enriquecem toda a gente; este começa no sábado.
O US Bougouba perguntou e o Stade Malien disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Bakary Sissoko é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Ibrahim Sidibe está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.