Abdramane Moustapha

Goleiro - Foullah Edifice
3 Mar 2030
Domingo
Processo

Marcado para Abdramane Moustapha

187 Edição

O Diário de Foullah Edifice

25/02/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

17 jogos sem perder para o Foullah Edifice

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 17 jogos sem derrota são uma base que o Foullah Edifice não tinha no outono.

Plantel

Aos 18, Oumar Doungous já é o melhor da casa

Uma média de 7.19 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Foullah Edifice têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.

O banco

Issa Adoum guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Foullah Edifice pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Só falta a fotografia para Hassan Mbaiguedem

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hassan Mbaiguedem será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foullah Edifice as despedidas começaram em silêncio.

Jogo

O Aiglons trava a série do Foullah Edifice nos 7 jogos

Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 7 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.

Plantel

Adoum Fachir desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Quando importa, Yves Allarabaye joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Meio satisfeito: Saleh Allamine sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

O banco

O treinador faz de Abdramane Moustapha um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

Edições anteriores
184 Edição

O Diário de Foullah Edifice

04/02/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Direção

O prazo passa com 0 contratações e 0 saídas

Está feito o negócio no Foullah Edifice até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Mercado

Só falta a fotografia para Abdramane Moustapha

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdramane Moustapha será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foullah Edifice as despedidas começaram em silêncio.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Ali Mbainaissem

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Foullah Edifice fez a parte difícil com o Elect Sport, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Plantel

Yaya Karim assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Yaya Karim compromete-se com o Foullah Edifice por mais 2 anos.

Alvos de mercado

Porta fechada: Christian Nuhu fica onde está

O Foullah Edifice perguntou e o CotonTchad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Palavras no treino do Foullah Edifice sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adoum Fachir está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Innocent Mbairamadji ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Direção

Os salários engolem 102% das receitas do Foullah Edifice

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

Plantel

Kita eleito jogador do mês

O prémio vai para Kita, e por aqui ninguém está disposto a discutir a escolha.

Em resumo

182 Edição

O Diário de Foullah Edifice

21/01/2030
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Kita ganha-o quando o apito já devia ter soado

Minuto 95. Kita encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o AS DGSSIE passou do ponto ao nada num só movimento.

Plantel

Kita carrega o Foullah Edifice

23 golos e uma média de 7.51 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Notas dos jogadores

Kita marca duas vezes — 9.09

Dois golos e um 9.09 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Mercado

Condições fechadas: Abdramane Moustapha vai sair

Verba acordada, salário acordado, e o AS PSI à espera com uma camisola. No Foullah Edifice ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.

Notas dos jogadores

Nem sinal de nervos em Oumar Doungous aos 18 — 8.00

O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Oumar Doungous não precisou: 8.00, e parecia o homem mais à vontade no relvado.

Notas dos jogadores

Benjamin Merba passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 25. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Foullah Edifice neste momento

3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

Mercado

Ali Ndoram está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foullah Edifice ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Alvos de mercado

Porta fechada: Afriyie Afful fica onde está

O Foullah Edifice perguntou e o Aiglons disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Em resumo

181 Edição

O Diário de Foullah Edifice

14/01/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Kita marca duas vezes — 8.98

Dois golos e um 8.98 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Jogo

Continua sem haver quem bata o Foullah Edifice

A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.

Plantel

As defesas já dobram a marcação a Kita

21 golos e uma média de 7.44 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.

Notas dos jogadores

Nem sinal de nervos em Oumar Doungous aos 18 — 8.35

O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Oumar Doungous não precisou: 8.35, e parecia o homem mais à vontade no relvado.

O banco

Ali Ndoram: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Foullah Edifice nada responderam, o que também é uma resposta.

Mercado

CotonTchad voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Foullah Edifice não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Benjamin Merba em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foullah Edifice coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Kita leva o Foullah Edifice a superar o AS PSI

Terminou 3‑1, e a tarde foi de Kita: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Foullah Edifice.

Alvos de mercado

O Gazelle avisa o Foullah Edifice: Moussa Ndoram não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Em resumo