Adrián Dalmau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Deri Corfe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zahir Fazya, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ezequiel Vidal. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Indra Arya Wiguna pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Hanif Sjahbandi lesiona os ligamentos do joelho — 143 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 143 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Franco Ramos Mingo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adrián Dalmau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Minuto 88, frente ao Persebaya, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marinus Pratama e o PSIM acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Hanif Sjahbandi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel14/01/2030
Yusaku Yamadera desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o PSIM joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cahya Supriadi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no PSIM as despedidas começaram em silêncio.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Paris Saint-Germain ninguém diz, e no PSIM ninguém gosta de estar a adivinhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adrián Dalmau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lusitânia Lourosa fica com o seu homem, e o PSIM volta a uma lista com um nome riscado.
Hanif Sjahbandi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Khaled Kamal, e o treinador deixou.
Perguntou-se ao Huachipato se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O PSIM já telefonou ao Standard Liege. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Persik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Persik perguntou e o America Mineiro disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
76 dias de fora para Jon Toral depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Persik vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Persik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Persik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Persik perguntou e o Boston River disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Persik já telefonou ao San Martín SJ. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Persik já telefonou ao Santa Cruz. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
MercadoYoga Adiatama está livre para procurar outro sítio
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Persik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Bali United segue em frente e o Persik vai para casa, com um 0‑0 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Jogo19/05/2029
Não se vê o fim da espera do Persik por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Persik tem de arrancar um resultado de algum lado.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marinus Pratama será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Persik as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Persik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Persik disse a José Enrique que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Persik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
José Enrique esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 19 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Persik vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mochammad Supriadi, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Persik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
José Enrique e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ari Palsson depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Asyraq Gufron estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ezra Walian está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Persik falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Persik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Marinus Pratama tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o PSIM foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 64 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Persik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Persik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paulo Sitanggang está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marinus Pratama será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Persik as despedidas começaram em silêncio.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
José Enrique e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Telmo Castanheira, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paulo Sitanggang está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco26/03/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Ari Palsson a uma sala que já as tinha ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Jon Toral esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Telmo Castanheira, e o treinador deixou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Ari Palsson depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Asyraq Gufron estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco26/02/2029
Ezra Walian tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Persik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
PlantelReno Piscopo estreia-se finalmente a marcar
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Persik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Persik perguntou e o Universidad de Chile disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel22/01/2029
Paulo Sitanggang desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Leones para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Ninguém no Persik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Persik sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.