28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Batin perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Batin, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rabie Hawsawi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Batin as despedidas começaram em silêncio.
Simon Falette esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/04/2030
Mazyad Freeh tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Batin dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel29/04/2030
Palavras no treino do Al-Batin sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Saeid Mohammadi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Batin perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas22/04/2030
A raiva no Al-Batin transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Direção22/04/2030
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Al-Batin
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Batin ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Sami Al-Harbi lesiona os ligamentos do joelho — 43 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 43 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 26 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.