“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Takahiro Ohgihara e o Vissel Kobe acertam mais 2 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daiya Maekawa, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Miki Ueda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $733.3K ao Vissel Kobe. Yuya Kuwasaki saiu há muito tempo; o papel ficou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Tetsushi Yamakawa. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não se vê o fim da espera do Vissel Kobe por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Vissel Kobe tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Vissel Kobe falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel21/06/2027
Erik lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.21 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
96 dias de fora para Yoshinori Muto depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Vissel Kobe vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Vissel Kobe sabe dizer em que semana.
Miki Ueda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco03/05/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Daiki Hasebe escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Em resumo
AntevisãoO Vissel Kobe mede-se com a equipa que todos perseguem
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Vissel Kobe, e 3 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
O banco22/03/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Daiki Hasebe saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Plantel22/03/2027
Sota Ito, 19 anos, é o melhor jovem do fim de semana
Medido contra todos os outros miúdos da divisão, e o primeiro entre eles. O prémio de sénior é onde o Vissel Kobe gostava que isto fosse dar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Vissel Kobe, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yuya Osako assinar alguma coisa — um contrato no Vissel Kobe ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Aos 36 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.15, e ninguém melhor em campo.
Jogo13/03/2027
Não se vê o fim da espera do Vissel Kobe por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Vissel Kobe tem de arrancar um resultado de algum lado.
Miki Ueda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco15/03/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Daiki Hasebe escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yuta Goke está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ren Komatsu, e o treinador deixou.
Fecha o mercado: 4 entradas, 5 saídas no Vissel Kobe
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 4, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Yoshinori Muto e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Vissel Kobe lida com um homem que quer outro país.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daiya Maekawa, e o treinador deixou.
A formação existe exatamente para esta manhã. Miki Ueda passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Yosuke Tanaka é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.