18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Venezia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Venezia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Venezia estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Thierry Rendall Correia era uma das razões por que as pessoas vinham, e $16.1M não substitui isso sozinho.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alessandro Pietrelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Juan Jesus lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Venezia, e não vai ser retirado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Venezia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mais um nome na lista: o Botafogo fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Thierry Rendall Correia. A resposta do Venezia não mudou — para já.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Uma média de 7.35 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Venezia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Venezia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Venezia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Þórir Jóhann Helgason marcou, foi avaliado com 7.96 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
42 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Venezia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Venezia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Venezia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.59, e nem uma objeção no estádio.
Jogo09/12/2028
O Venezia torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
51 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Venezia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 2, 24 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Venezia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Venezia a ouviu como outra coisa.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
58 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Venezia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Venezia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
17 ações combinadas e 7.70. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alessandro Pietrelli, e o treinador deixou.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Juve Stabia passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
Em resumo
Notas dos jogadoresGaetano Oristanio jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Notas dos jogadoresÞórir Jóhann Helgason jogou uma tarde diferente da de toda a gente