Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Edwin Simiyu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ulinzi Stars as despedidas começaram em silêncio.
Mercury Dlamini e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Notas dos jogadores08/05/2028
Victor Haki fez o trabalho que ninguém conta — 6.92
13 ações combinadas e 6.92. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Plantel08/05/2028
Palavras no treino do Ulinzi Stars sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ibrahim Shambi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente no Ulinzi Stars viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 33 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Paul Odhiambo
DireçãoEm Ulinzi Stars, 87% das receitas vão para salários
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Masita Masuta não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Mercury Dlamini e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/01/2028
Palavras no treino do Ulinzi Stars sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ibrahim Shambi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Clinton Omondi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Ulinzi Stars vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
O Ulinzi Stars fez saber ao mercado que Bonaventure Muchika está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Timothy Odhiambo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Ulinzi Stars toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ulinzi Stars podem fingir não ter ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ayanda Mtshali e o Ulinzi Stars acertam mais 2 anos.
Mercury Dlamini esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/01/2028
Palavras no treino do Ulinzi Stars sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kgwadi Molepo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel03/01/2028
Uma lesão muscular afasta David Simiyu durante 17 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Ulinzi Stars vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Perguntou-se ao Nairobi United se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Ninguém no Ulinzi Stars dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoBoniface Andayi perde o treinador que acreditava nele
DireçãoAberto para negócios: o Ulinzi Stars entra no mercado
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Boniface Muchiri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ulinzi Stars coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção29/11/2027
Os salários levam 116% do que Ulinzi Stars recebem
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O Ulinzi Stars fez saber ao mercado que Kgwadi Molepo está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Ulinzi Stars, mais uma semana sem a assinatura de David Simiyu.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Clinton Omondi assinar alguma coisa — um contrato no Ulinzi Stars ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bonaventure Muchika treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ulinzi Stars perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. James Mukangula treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ulinzi Stars, e não vai ser retirado.
Mark Shaban e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/11/2027
Boniface Muchiri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Ulinzi Stars, e 3 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
134 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kenya Police perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 92. O Tusker vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kenya Police, e não vai ser retirado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kenya Police falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kenya Police coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/08/2027
Palavras no treino do Kenya Police sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yves Koutiama está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O Ulinzi Stars vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Kenya Police foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Plantel23/08/2027
24 dias de fora para Reagan Otieno depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kenya Police vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kenya Police podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kenya Police ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
7 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Ulinzi Stars foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kenya Police coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Ulinzi Stars tentou reorganizar-se, o Kenya Police não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Plantel23/08/2027
Palavras no treino do Kenya Police sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alvin Mangeni está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
38 dias de fora para Reagan Otieno depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kenya Police vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kenya Police perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kenya Police podem fingir não ter ouvido.
Dribles concretizados: 21. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel09/08/2027
Palavras no treino do Kenya Police sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joash Onyango está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kenya Police coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kenya Police falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kenya Police já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kenya Police, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stephen Okola será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kenya Police as despedidas começaram em silêncio.
Tyshick Mosengo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/07/2027
Yves Koutiama desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kenya Police perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kenya Police falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kenya Police, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stephen Okola será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kenya Police as despedidas começaram em silêncio.
Plantel28/06/2027
Yves Koutiama desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Gor Mahia levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco28/06/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Peter Omurwa saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
91 dias de fora para Reagan Otieno depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kenya Police vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta do Sofapaka por Job Ochieng foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brian Musa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kenya Police as despedidas começaram em silêncio.
Marvin Nabwire esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Joash Onyango estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Direção21/06/2027
Em Kenya Police, 97% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
98 dias de fora para Reagan Otieno depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kenya Police vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Mathare United à espera com uma camisola. No Kenya Police ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kenya Police, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yves Koutiama estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Samuel Ayanrinde e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Awesu Awesu pôs o Kenya Police de novo em igualdade em 2 minutos, e o APS Bomet nunca chegou a jogar com vantagem.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Kenya Police já falam dele no passado.
Plantel12/04/2027
Yves Koutiama desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tyshick Mosengo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Kenya Police, e 3 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
O banco12/04/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Peter Omurwa saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O banco12/04/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Yves Koutiama
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Kenya Police já falam dele no passado.
Plantel05/04/2027
Yves Koutiama desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Awesu Awesu. 2‑0 sobre o Bidco United, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Marvin Nabwire e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Peter Omurwa sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brian Musa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kenya Police as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yves Koutiama estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kenya Police coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco22/02/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Peter Omurwa saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yves Koutiama assinar alguma coisa — um contrato no Kenya Police ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Mathare United vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Kenya Police foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Moise Mbombo produziu-o, e o 8.47 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Plantel17/08/2026
Yves Koutiama desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Mathare United passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
Marvin Nabwire e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Peter Omurwa podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tyshick Mosengo produziu-o, e o 8.55 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kenya Police perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Francis Kahata está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Brian Mukangula está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Clinton Olunga é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kenya Police coisas que levam mais de uma semana a retirar.