Ally Samatta

Atacante - Le Havre AC
30 Mar 2027
Terça-feira
Processo

Marcado para Ally Samatta

32 Edição

A Crónica de Le Havre AC

08/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Lionel Mpasi segura o Le Havre AC sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Notas dos jogadores

Sota Nakamura estava imparável

Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Le Havre AC por uma vitória

Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Le Havre AC tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Ally Samatta assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ally Samatta e o Le Havre AC acertam mais 2 anos.

Plantel

Um desentendimento no Le Havre AC

Lionel Mpasi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Aos 21, Rayan Fofana já é o melhor da casa

Uma média de 7.06 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Le Havre AC têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.

Jogo

Nenhuma baliza a zero à vista para o Le Havre AC

Já vão 4 jogos com pelo menos dois sofridos. A defesa foi reorganizada, o guarda-redes foi apoiado publicamente, e os golos continuam a entrar.

Jogo

Olympique de Marseille leva os pontos ao Le Havre AC

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

David Boyer: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Em resumo

Edições anteriores
24 Edição

A Crónica de Le Havre AC

11/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Para o Le Havre AC, cada ponto é agora uma discussão

Posição 16 e 17 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.

Mercado

Gastón Tedesco pede para sair do Le Havre AC

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

A espera do Le Havre AC continua

Já são 6 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Mercado

O Le Havre AC diz que não — desta vez

A proposta do Olympique Lyonnais por Simon Ebonog foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Ally Samatta — 7.99

Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.99 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Plantel

Paul Argney é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Plantel

Richard Olise chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Richard Olise agiu, no Le Havre AC, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Plantel

Ayumu Seko desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Tarde má para o Le Havre AC diante do Olympique Lyonnais

1‑3 para o Olympique Lyonnais, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Em resumo

18 Edição

A Crónica de Le Havre AC

30/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Stephan Zagadou põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Le Havre AC, e não vai ser retirado.

Notas dos jogadores

Sota Nakamura passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 29. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Notas dos jogadores

Rayan Fofana, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.31

Um 8.31 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.

Plantel

6 defesas: Lionel Mpasi foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Ally Samatta — 8.24

Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.24 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

O banco

Benoît Sida: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Le Havre AC nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Le Havre AC

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ayumu Seko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Abdoulaye Touré em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Le Havre AC coisas que levam mais de uma semana a retirar.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Rayan Fofana

Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Em resumo