Ally Samatta

Atacante - Le Havre AC
8 Dez 2026
Terça-feira
Processo

Marcado para Ally Samatta

18 Edição

A Crónica de Le Havre AC

30/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Stephan Zagadou põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Le Havre AC, e não vai ser retirado.

Notas dos jogadores

Sota Nakamura passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 29. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Notas dos jogadores

Rayan Fofana, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.31

Um 8.31 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.

Plantel

6 defesas: Lionel Mpasi foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Ally Samatta — 8.24

Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.24 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

O banco

Benoît Sida: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Le Havre AC nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Le Havre AC

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ayumu Seko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Abdoulaye Touré em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Le Havre AC coisas que levam mais de uma semana a retirar.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Rayan Fofana

Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Em resumo