Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Riyadh vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
25 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Riyadh perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jogo22/09/2029
Não se vê o fim da espera do Al-Riyadh por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Riyadh tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Riyadh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel24/09/2029
Mamadou Sylla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ammar Al-Harfi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 16. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco24/09/2029
Trezeguet tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Riyadh dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Riyadh já se começa a dizer o nome dele no passado.
Mamadou Sylla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/08/2029
Palavras no treino do Al-Riyadh sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yoann Barbet está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑5, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Riyadh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Riyadh, e não vai ser retirado.
Rodrigo Abascal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mamadou Sylla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Nahda fica com o seu homem, e o Al-Riyadh volta a uma lista com um nome riscado.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Al-Otaibi, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Riyadh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Rodrigo Abascal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 17 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel30/07/2029
Mamadou Sylla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Trezeguet está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Trezeguet. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Riyadh perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Riyadh podem fingir não ter ouvido.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Rodrigo Abascal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Yoann Barbet lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Mamadou Sylla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Batin fica com o seu homem, e o Al-Riyadh volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wafi Al-Aklubi, e o treinador deixou.
A enfermaria confirma 19 dias de paragem para Salman Al-Dosari, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
O banco04/06/2029
Trezeguet tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Riyadh dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Subida confirmada e matemática, e uma cidade que hoje não vai dormir muito. Tenha esta época tido o que teve, termina uma divisão acima de onde começou.
Plantel21/05/2029
Yoann Barbet lesiona os ligamentos do joelho — 67 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 67 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 2, 64 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Riyadh podem fingir não ter ouvido.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Al-Riyadh estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al-Riyadh já falam dele no passado.
Plantel21/05/2029
Mamadou Sylla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ammar Al-Harfi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Yoann Barbet lesiona os ligamentos do joelho — 81 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 81 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Riyadh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/05/2029
Mamadou Sylla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Trezeguet está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Trezeguet assinar alguma coisa — um contrato no Al-Riyadh ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mohammed Al-Khaibari treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Yoann Barbet lesiona os ligamentos do joelho — 109 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 109 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Riyadh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Riyadh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mamadou Sylla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Trezeguet assinar alguma coisa — um contrato no Al-Riyadh ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Riyadh, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Plantel12/03/2029
Sultan Al-Mansour desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Trezeguet assinar alguma coisa — um contrato no Al-Riyadh ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Al-Riyadh a diferença vê-se da última fila.
2.º lugar com 64 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.01 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Riyadh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mamadou Sylla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Osama Al-Bawardi e o Al-Riyadh acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Uma média de 7.50 na época, com 20 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não há pior forma de perder um futebolista. Mufti Rahim pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Riyadh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/02/2029
Yoann Barbet desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.20 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Uma média de 7.35 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Rodrigo Abascal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/02/2029
Mamadou Sylla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Waleed Al-Harbi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.99 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
14 golos e uma média de 7.33 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel12/02/2029
Mamadou Sylla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ammar Al-Harfi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 5 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Al-Otaibi, e o treinador deixou.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Riyadh perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al-Riyadh pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jogo03/02/2029
Ninguém quer jogar contra o Al-Riyadh neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.22 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Notas dos jogadores05/02/2029
Um golo de defesa dá a vitória ao Al-Riyadh — 7.90
1 para Ammar Al-Harfi, avaliado com 7.90, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Direção05/02/2029
O Al-Riyadh fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Mamadou Sylla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.31 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Al-Riyadh
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Riyadh perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dribles concretizados: 35. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Riyadh já se começa a dizer o nome dele no passado.
20 golos e uma média de 7.52 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Al-Diriyah vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Riyadh foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.17 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mamadou Sylla e o Al-Riyadh acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Al-Riyadh estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Riyadh podem fingir não ter ouvido.
Rodrigo Abascal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/01/2029
Mamadou Sylla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Al-Diriyah vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Ahmed Al-Nadhri pré-acordou a mudança para o Al-Riyadh, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mamadou Sylla produziu-o, e o 9.14 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nasser Al-Bishi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Riyadh as despedidas começaram em silêncio.
Mamadou Sylla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
13 golos e uma média de 7.32 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel25/12/2028
Palavras no treino do Al-Riyadh sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yoann Barbet está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Dribles concretizados: 38. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.06 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Riyadh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Mohammed Al-Khaibari acertou condições com o Al-Nassr para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Rodrigo Abascal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/12/2028
Palavras no treino do Al-Riyadh sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mamadou Sylla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
11 golos e uma média de 7.20 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.03 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo02/12/2028
O Al-Riyadh torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Riyadh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Riyadh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Awad Dahal será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Riyadh as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.26 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel20/11/2028
Ammar Al-Harfi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
2.º lugar, 31 pontos, e todos os resultados até aqui reduzidos a uma linha. A segunda volta começa com o mesmo plantel e outras expectativas.
O banco20/11/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Bandar Al-Shehri não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Al-Riyadh também ninguém o escondia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hamoud Bassam, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.83 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hussain Al-Raqwani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Riyadh as despedidas começaram em silêncio.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Mamadou Sylla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Notas dos jogadores13/11/2028
Khalil Al-Absi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.31. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Riyadh podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hassan Al-Dosari será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Riyadh as despedidas começaram em silêncio.
Hamad Al-Khorayef e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mamadou Sylla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Bandar Al-Shehri depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
O treinador reorganizou as ideias e Mohammed Al-Khaibari saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Trezeguet marcou ao minuto 88, o Al-Hazem já pensava na viagem de regresso, e o Al-Riyadh levou tudo.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al-Riyadh já falam dele no passado.
Jogo28/10/2028
Ninguém quer jogar contra o Al-Riyadh neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Mamadou Sylla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel30/10/2028
Palavras no treino do Al-Riyadh sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yoann Barbet está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.07 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Awad Dahal será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Riyadh as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Al-Riyadh não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Plantel23/10/2028
Palavras no treino do Al-Riyadh sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ammar Al-Harfi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores23/10/2028
Khalil Al-Absi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.19. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O banco23/10/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Bandar Al-Shehri, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.18 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hussain Al-Raqwani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Riyadh as despedidas começaram em silêncio.
Rodrigo Abascal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mamadou Sylla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jogo14/10/2028
O Al-Riyadh torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Bandar Al-Shehri sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ahmed Khatir, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Riyadh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ammar Al-Harfi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Riyadh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Riyadh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mamadou Sylla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Bandar Al-Shehri sobre uma tarde de 3‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Nahda à espera com uma camisola. No Al-Riyadh ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hassan Al-Dosari será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Riyadh as despedidas começaram em silêncio.
Mamadou Sylla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yoann Barbet estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hamad Al-Khorayef, e o treinador deixou.
O Al-Riyadh ficou sem tempo com o Al-Diriyah. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Em resumo
PlantelAli Al-Nakhli melhorou aos 24, o que ninguém esperava
Verba acordada, salário acordado, e o Ohod à espera com uma camisola. No Al-Riyadh ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.09 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al-Riyadh já falam dele no passado.
Direção04/09/2028
O Al-Riyadh fecha o mercado com um plantel feito por si
8 entradas e 2 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os balanços não querem saber de forma nem de à volta de quem o treinador tencionava construir. A direção decidiu que é precisa uma venda, e só falta saber que nome acaba por carregá-la.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Al-Njoom fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Rodrigo Abascal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel04/09/2028
Mamadou Sylla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
DireçãoEm Al-Riyadh, 144% das receitas vão para salários
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Osama Al-Bawardi não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mamadou Sylla produziu-o, e o 9.20 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.23 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
O Al-Riyadh e o Al-Njoom acertaram em $110.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Mamadou Sylla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O Al-Riyadh mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Bandar Al-Shehri, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Nahda à espera com uma camisola. No Al-Riyadh ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Al-Njoom fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hassan Al-Dosari será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Riyadh as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Riyadh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 35 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yoann Barbet estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
A proposta do Al-Qadisiyah por Khalil Al-Absi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al-Nahda ninguém diz, e no Al-Riyadh ninguém gosta de estar a adivinhar.
Mamadou Sylla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yoann Barbet estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O aperto de mão com o Al-Nahda está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Riyadh, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Al-Njoom fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Riyadh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/07/2028
Yoann Barbet desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Al-Riyadh perguntou e o Al-Batin disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Direção10/07/2028
Os salários engolem 134% das receitas do Al-Riyadh
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Riyadh já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Al-Njoom fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Hamad Al-Khorayef e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/06/2028
Mamadou Sylla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Al-Riyadh perguntou e o Al-Batin disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ibrahim Al-Zahrani, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Trezeguet está nela.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Al-Riyadh vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mamadou Sylla e o Al-Riyadh acertam mais 2 anos.
Mamadou Sylla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Mohammed Al-Khaibari tem a sua resposta do Al-Riyadh; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Al-Khaibari, e o treinador deixou.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Al-Riyadh beneficiou disso.
Rodrigo Abascal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/05/2028
Palavras no treino do Al-Riyadh sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yoann Barbet está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Osama Al-Bawardi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Riyadh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Rodrigo Abascal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O banco15/05/2028
Trezeguet tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Riyadh dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Aos 23 anos, há meses que nada mexe. Não para trás, o que ao menos daria uma conversa — simplesmente para lado nenhum, e alguém no clube tem de decidir de quem é a culpa.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Riyadh sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Luciano Zúñiga tem de reconquistar o que julgava seu. O Al-Riyadh não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Rodrigo Abascal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yahia Al-Shehri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hussain Al-Raqwani está nela.
Rodrigo Abascal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Plantel17/04/2028
Palavras no treino do Al-Riyadh sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yahia Al-Shehri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco17/04/2028
Trezeguet tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Riyadh dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Riyadh sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Riyadh podem fingir não ter ouvido.
Rodrigo Abascal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Rodrigo Abascal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ahmed Khatir e o Al-Riyadh acertam mais 3 anos.
Plantel20/03/2028
Palavras no treino do Al-Riyadh sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulaziz Al-Shahrani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Riyadh sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Saeed Al-Juhani, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Riyadh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Rodrigo Abascal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/03/2028
Palavras no treino do Al-Riyadh sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yoann Barbet está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Riyadh, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
5.º lugar, 54 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
5.º lugar com 54 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Riyadh, e não vai ser retirado.
Yoann Barbet e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Resolvido internamente, que é a expressão que um clube usa quando preferia que ninguém perguntasse duas vezes. Vai ser multado, vai pedir desculpa, e vai jogar no sábado.
Plantel06/03/2028
Palavras no treino do Al-Riyadh sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yahia Al-Shehri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Envolveu Ibrahim Al-Zahrani, foi alto o suficiente para chegar ao parque de estacionamento, e ao almoço já tinha acabado. Os balneários aquecem; os que devem preocupar são os silenciosos.
O banco06/03/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Rodrigo Abascal
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
19 golos e uma média de 7.44 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.28 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Rodrigo Abascal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Sultan Al-Mansour, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.76
Um 7.76 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Riyadh, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Riyadh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Rodrigo Abascal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hamad Al-Khorayef estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Aos 17 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Hamad Al-Khorayef e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yahia Al-Shehri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Rodrigo Abascal chama-lhe outra coisa em privado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Riyadh, e não vai ser retirado.
Direção07/02/2028
O Al-Riyadh fecha o mercado com um plantel feito por si
1 entradas e 1 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Riyadh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
2 golos em vinte minutos com Trezeguet no meio de tudo, e o Najran sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdulaziz Al-Shahrani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel07/02/2028
6 caras novas e o Al-Riyadh ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Dribles concretizados: 35. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Hamad Al-Khorayef marcou ao minuto 88, o Al-Batin já pensava na viagem de regresso, e o Al-Riyadh levou tudo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Adulrahman Al-Shammari será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Riyadh as despedidas começaram em silêncio.
Rodrigo Abascal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/01/2028
Palavras no treino do Al-Riyadh sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yoann Barbet está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Hamad Al-Khorayef. 1‑0 sobre o Al-Batin, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Riyadh, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hussain Al-Raqwani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Riyadh as despedidas começaram em silêncio.
16 golos e uma média de 7.37 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Rodrigo Abascal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yoann Barbet estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Direção24/01/2028
Os salários engolem 147% das receitas do Al-Riyadh
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Mojzel à espera com uma camisola. No Al-Riyadh ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Riyadh, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Riyadh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hamad Al-Khorayef estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais um nome na lista: o Hajer fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Adulrahman Al-Shammari. A resposta do Al-Riyadh não mudou — para já.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yahia Al-Shehri, e o treinador deixou.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Al-Riyadh
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Riyadh, e não vai ser retirado.
A proposta do Al-Nassr por Mohammed Al-Khaibari foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Al-Riyadh estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.33 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
15 golos e uma média de 7.33 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Riyadh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Al-Riyadh nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel03/01/2028
Yoann Barbet desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
14 golos e uma média de 7.29 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Hamad Al-Khorayef e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Yasser Al-Moosa acabou de assinar pelo Al-Riyadh e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yoann Barbet estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.88 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Rodrigo Abascal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel20/12/2027
Hamad Al-Khorayef desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Hamad Al-Khorayef tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Riyadh ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Adulrahman Al-Shammari pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Rodrigo Abascal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yahia Al-Shehri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ali Al-Nakhli e o Al-Riyadh acertam mais 3 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco13/12/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Bandar Al-Shehri escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Trezeguet produziu-o, e o 8.35 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Riyadh, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Riyadh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Basel Al-Bediwi e o Al-Riyadh acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Osama Al-Bawardi está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Bandar Al-Shehri podia dar-se ao luxo de ser generoso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Riyadh, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Riyadh coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hamad Al-Khorayef estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O banco29/11/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Bandar Al-Shehri foi breve depois da vitória por 3‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Rodrigo Abascal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al-Riyadh foi explícito quanto à situação de Mohammed Al-Khaibari, o que é mais do que muitos recebem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdulaziz Al-Shahrani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
7.51, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Al-Riyadh tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco15/11/2027
Trezeguet tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Riyadh dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Al-Riyadh?
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Riyadh podem fingir não ter ouvido.
Ammar Al-Harfi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/11/2027
Palavras no treino do Al-Riyadh sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hamad Al-Khorayef está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ahmed Khatir e o Al-Riyadh acertam mais 3 anos.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Trezeguet sai dessa comparação dentro da equipa, e o Al-Riyadh beneficiou de cada uma dessas tardes.
Hamad Al-Khorayef e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Plantel01/11/2027
Palavras no treino do Al-Riyadh sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yahia Al-Shehri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ahmed Khatir e o Al-Riyadh acertam mais 3 anos.