Estava tudo acordado com o AS Etat Major, e então o médico falou. O Renaissance desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
A proposta do FC Diarra por Félix Djoubairou foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel31/08/2026
5 caras novas e o Renaissance ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Renaissance sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Renaissance que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Franck Talla do Dynamo Douala por $42.0K, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Uma sondagem ao Victoria United para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao US Moursal se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Tem 20 anos e ninguém em Renaissance o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
O ordenado é o único assunto de que um balneário nunca fala e que sabe sempre. Franck Talla assinou no Renaissance condições que toda a gente que treina ao seu lado vai anotar em silêncio.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Renaissance não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mathieu Adoassou assinar alguma coisa — um contrato no Renaissance ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Umas palavras na língua, um amigo no cabide ao lado, e um centro de treinos que deixou de parecer estrangeiro. Nada mensurável, e tudo visível aos sábados.
Zakaria Ajoughlal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Renaissance foi ao Dynamo Douala com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Youssef Dalouzi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O telefone voltou a tocar por causa de Ousmane Hissein, e desta vez do outro lado está o Galactik. No Renaissance ouvem com educação e não prometem nada.