41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Barau perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Vejo todos os jogos do Barau daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Jedinstvo Ub segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Uma decisão que não decide nada em campo e decide tudo no balneário. O treinador disse, sem o dizer, que voz quer que se ouça quando a dele não está lá.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Barau. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Verba acordada, salário acordado, e o Bayelsa United à espera com uma camisola. No Barau ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O negócio que levaria Joseph Kemin para o Bendel Insurance caiu na fase final e ele reapresenta-se no Barau com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Uzochukwu Ezeobi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Barau do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Anthony Omaka: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Barau a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.