O único prémio que mais ninguém no relvado pode ganhar vai para Lucho García, com 27 balizas a zeros ao longo da época. Há guarda-redes que esperam uma carreira inteira por uma época assim.
Plantel24/05/2027
Aleix Febas desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cartagena coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jon Lozano, e o treinador deixou.
33 jogos a titular e uma média de 6.83. Foi para lá para jogar e está a jogar, que é a única coisa para que um empréstimo serve.
O banco24/05/2027
Imanol tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cartagena dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Pelayo apontou a data.
Aos 39 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.85 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Lucho García e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/04/2027
Palavras no treino do Cartagena sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleix Febas está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Pablo De Blasis. 1‑0 sobre o Atlético Madrileño, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco12/04/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Ismael Méndez foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Nacho
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Higinio e o Cartagena acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel05/10/2026
Marcel Beifus desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cartagena coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Cartagena, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Palavras no treino do Cartagena sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcel Beifus está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pablo De Blasis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Lautaro Di Lollo tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Ismael Méndez podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Cartagena perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 24 entradas, 1 saídas no Cartagena
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 24, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Lautaro Di Lollo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Cartagena perguntou e o Lanús disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Pablo De Blasis está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Plantel07/09/2026
No Cartagena ainda são estranhos uns para os outros
14 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Cartagena.
Plantel07/09/2026
Nacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Higinio continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Marcel Beifus agiu, no Cartagena, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Pablo De Blasis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/08/2026
Palavras no treino do Cartagena sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aridane Hernández está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O telefone voltou a tocar por causa de Marco Carrascal, e desta vez do outro lado está o Algeciras. No Cartagena ouvem com educação e não prometem nada.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Cartagena sabe em que fase está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cartagena, mais uma semana sem a assinatura de Marcel Beifus.
O Cartagena já telefonou ao Atlanta United FC. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $8.1M porque Pelayo é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rayo Vallecano fica com o seu homem, e o Cartagena volta a uma lista com um nome riscado.
Pablo De Blasis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pelayo era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $8.1M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Plantel17/08/2026
Palavras no treino do Cartagena sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aridane Hernández está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Cartagena vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Perguntou-se ao River Plate se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O Cartagena já telefonou ao Boca Juniors. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Cartagena já telefonou ao Belgrano. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Cartagena pagou $400.0K por Higinio, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Pablo De Blasis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Fernando Herrero é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Martín Sosa está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Plantel10/08/2026
7 caras novas e o Cartagena ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Aridane Hernández e o Cartagena acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Cartagena foi ao Albacete com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cartagena coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aridane Hernández estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Cartagena perguntou e o Lazio disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.