Brian Leizza e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel18/10/2027
Matías Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Los Andes, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Los Andes fez saber ao mercado que Daniel Franco está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Los Andes podem fingir não ter ouvido.
Brian Leizza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Gómez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alexis González treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Los Andes essa pergunta é mais difícil de responder.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marko Brey será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Los Andes as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Marko Brey pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mauricio Asenjo e o Los Andes acertam mais 2 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Gómez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Julián Navas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marko Brey, e o treinador deixou.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Los Andes está a esgotar-se.
Brian Leizza e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel20/09/2027
Matías Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Sergio Ramos depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Em resumo
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Los Andes?
Não se vê o fim da espera do Los Andes por uma vitória
Já são 16 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Los Andes tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Los Andes podem fingir não ter ouvido.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 6 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Brian Leizza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/08/2027
Matías Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Segue-se o San Martín, e as duas equipas sabem fazer a conta. Ganhar, e a tabela fica com outro aspeto; perder, e fica com o aspeto que toda a gente temia.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Sergio Ramos depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
DireçãoOs salários engolem 87% das receitas do Los Andes
Não se vê o fim da espera do Los Andes por uma vitória
Já são 13 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Los Andes tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Los Andes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Nazareno Fernández Colombo compromete-se com o Los Andes por mais 3 anos.
Plantel09/08/2027
Palavras no treino do Los Andes sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Gómez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Los Andes sabe dizer em que semana.
Não se vê o fim da espera do Los Andes por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Los Andes tem de arrancar um resultado de algum lado.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Los Andes toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Brian Leizza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel02/08/2027
Palavras no treino do Los Andes sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Gómez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Los Andes sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Los Andes podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O negócio com o Argentinos Juniors está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Los Andes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Los Andes podem fingir não ter ouvido.
Jogo12/06/2027
Não se vê o fim da espera do Los Andes por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Los Andes tem de arrancar um resultado de algum lado.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Los Andes fez a parte difícil com o Defensores Unidos, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Los Andes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/06/2027
Matías Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Los Andes podem fingir não ter ouvido.
Brian Leizza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Gómez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Para o Los Andes, cada ponto é agora uma discussão
Posição 18 e 7 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Los Andes podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Los Andes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Gómez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Cada toque pesado, cada frase dissecada, cada erro repetido. Há jogadores que crescem com isso; há outros que acabam com isso, sem alarido; e só depois se sabe quais.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Los Andes, e não vai ser retirado.
Brian Leizza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/05/2027
Matías Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Facundo Echevarría. 1‑0 sobre o San Martín, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Franco, e o treinador deixou.
7.95, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Los Andes tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco10/05/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Sergio Ramos foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
1‑4 para o Atlanta, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Los Andes, e não vai ser retirado.
Brian Leizza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/04/2027
Matías Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não se vê o fim da espera do Los Andes por uma vitória
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Los Andes tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Los Andes, e não vai ser retirado.
Brian Leizza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Gómez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Los Andes sabe dizer em que semana.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Sergio Ramos depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Daniel Franco lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas01/03/2027
Os adeptos organizam-se contra a direção do Los Andes
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Los Andes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/03/2027
Matías Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Los Andes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Los Andes podem fingir não ter ouvido.
Brian Leizza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/02/2027
Palavras no treino do Los Andes sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Gómez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Sergio Ramos depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Los Andes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brian Leizza e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do Los Andes sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Gómez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑4, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Los Andes foi explícito quanto à situação de Javier Bustillos, o que é mais do que muitos recebem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ezequiel López e o Los Andes acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Los Andes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Los Andes, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Brian Leizza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção08/02/2027
1 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Los Andes
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Plantel08/02/2027
Matías Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A formação existe exatamente para esta manhã. Ezequiel López passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
43 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Los Andes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas01/02/2027
Os adeptos organizam-se contra a direção do Los Andes
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Los Andes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Gómez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Julián Ferreyra, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Los Andes foi explícito quanto à situação de Gabriel Carrasco, o que é mais do que muitos recebem.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Los Andes admitiria. Nota-se aos sábados.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Los Andes, mais uma semana sem a assinatura de Lucas Barrientos.
Daniel Franco lesiona os ligamentos do joelho — 50 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 50 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brian Leizza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Gómez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Juan Manuel Vázquez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Los Andes foi explícito quanto à situação de Uriel Soto Maior, o que é mais do que muitos recebem.
57 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Los Andes perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brian Leizza e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel18/01/2027
Matías Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Los Andes, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Daniel Franco lesiona os ligamentos do joelho — 64 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 64 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Los Andes podem fingir não ter ouvido.
Brian Leizza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A forma vai e vem; esta não foi. Máximo Núñez tem 20 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel11/01/2027
Matías Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Julián Rodríguez Vuotto, e o treinador deixou.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
71 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Los Andes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas04/01/2027
Os adeptos organizam-se contra a direção do Los Andes
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Los Andes, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Los Andes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Gómez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Enzo Herrera está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabriel Cañete, e o treinador deixou.
Daniel Franco lesiona os ligamentos do joelho — 78 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 78 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Los Andes podem fingir não ter ouvido.
Brian Leizza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Gómez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabriel Carrasco, e o treinador deixou.
85 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Los Andes perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brian Leizza e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/12/2026
Matías Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Franco Tisera, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Camilo Viganoni treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O que era uma notícia de última página virou cântico, e o cântico não é simpático. O Los Andes preferia resolver isto em silêncio, e o silêncio acabou.
92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Los Andes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Los Andes podem fingir não ter ouvido.
Brian Leizza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel14/12/2026
Matías Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Los Andes foi explícito quanto à situação de Facundo Villarreal, o que é mais do que muitos recebem.
O Los Andes fez saber ao mercado que Julián Rodríguez Vuotto está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Julián Rodríguez Vuotto treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Gabriel Cañete apontou a data.
99 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Los Andes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas07/12/2026
Os adeptos organizam-se contra a direção do Los Andes
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Los Andes, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Los Andes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Gómez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Juan Manuel Vázquez está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Mario Galeano pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
106 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Los Andes perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Los Andes, e não vai ser retirado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Los Andes está a esgotar-se.
Brian Leizza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel30/11/2026
Matías Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Juan Manuel Vázquez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
113 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Los Andes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Los Andes podem fingir não ter ouvido.
Brian Leizza e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/11/2026
Matías Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Juan Manuel Vázquez pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Los Andes. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Los Andes sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
120 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Los Andes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Los Andes podem fingir não ter ouvido.
Brian Leizza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/11/2026
Palavras no treino do Los Andes sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Manuel Vázquez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Los Andes terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Brian Leizza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do Los Andes sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Gómez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cristian Linares, e o treinador deixou.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Los Andes terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Los Andes, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
1‑4 para o Güemes, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Los Andes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do Los Andes sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Manuel Vázquez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑4, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
0‑3 frente ao Racing Club, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Acabou 0-3. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
Houve 6 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Jogo22/08/2026
Não se vê o fim da espera do Los Andes por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Los Andes tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Los Andes lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brian Leizza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Franco, e o treinador deixou.