Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Francho Serrano será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Getafe as despedidas começaram em silêncio.
Nemanja Gudelj e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Coba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Toda a gente no Getafe viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Getafe disse a Zaid Romero que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Verba acordada, salário acordado, e o Cacereño à espera com uma camisola. No Getafe ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Getafe, e não vai ser retirado.
Direção07/02/2028
O prazo passa com 3 contratações e 1 saídas
Está feito o negócio no Getafe até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Getafe fez a parte difícil com o Sarmiento, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Nemanja Gudelj e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Barcelona levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel07/02/2028
Álex Sancris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. David Soria sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
Verba acordada, salário acordado, e o CE Europa à espera com uma camisola. No Getafe ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Nemanja Gudelj e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.96 ao lado do nome.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Getafe ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Arda Güler estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Getafe perguntou e o Villarreal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Johan Mojica: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Getafe a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Luis Fernández apontou a data.
O Getafe fez saber ao mercado que Facundo Melivilo está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
A coisa menos glamorosa que um reforço estrangeiro faz e a que decide a maioria deles. Um jogador que percebe o grito que vem atrás dele é outro futebolista diferente daquele que não percebe.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Getafe vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Arda Güler estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Djéné Dakonam e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Martín Satriano. 2‑0 sobre o Girona, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
116 dias de fora para Fede Vico depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Getafe vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Getafe perguntou e o Antequera disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Martín Satriano quer futebol continental; se o Getafe o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Arda Güler estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
8 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» José Campaña e o Getafe acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Isma Ruiz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um treinador novo não escolheu a equipa da época passada e não quer saber como ela era. Arda Güler levou isso a peito, no melhor sentido, e o Getafe está a ver uma versão dele que o regime anterior tinha deixado de ver.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Getafe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Getafe perguntou e o Vasco da Gama disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O Getafe já telefonou ao Barcelona. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Martín Satriano treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Getafe ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Arda Güler está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Las Palmas queria mais do que $48.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Getafe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Enes Ünal quer futebol continental; se o Getafe o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
David Alaba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente no Getafe viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Orel Mangala está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco10/05/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Daniel Campos saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Abdelkabir Abqar chama-lhe outra coisa em privado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Enes Ünal produziu-o, e o 8.31 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.80 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Jogo24/04/2027
Não se vê o fim da espera do Getafe por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Getafe tem de arrancar um resultado de algum lado.
Arda Güler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 100 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Melivilo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Getafe perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
David Alaba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 15 ações, 7.03, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Getafe lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Arda Güler está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ramón Terrats, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Getafe ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Getafe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Melivilo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Getafe ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Disseram uma coisa a Djéné Dakonam e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Daniel Campos podia dar-se ao luxo de ser generoso.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Enes Ünal quer futebol continental; se o Getafe o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Arda Güler esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Getafe a ouviu como outra coisa.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Getafe lida com um homem que quer outro país.
Plantel08/03/2027
Um clube mais pequeno assentaria agora a Johan Mojica
Já teve barulho que chegue. Se o Getafe pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Getafe, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Nemanja Gudelj e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/02/2027
Arda Güler desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Getafe disse a Mario Martín que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Daniel Campos depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém no Getafe sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Enes Ünal. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Arda Güler não precisou: 8.14, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Getafe ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Nemanja Gudelj esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Arda Güler está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Arda Güler sai dessa comparação dentro da equipa, e o Getafe beneficiou de cada uma dessas tardes.
O Racing Santander pagou $7.2M e o Getafe aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Jogo23/01/2027
Não se vê o fim da espera do Getafe por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Getafe tem de arrancar um resultado de algum lado.
David Alaba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lech fica com o seu homem, e o Getafe volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Orel Mangala estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco25/01/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Daniel Campos saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A perseguição a Arda Güler terminou com $33.9M a mudar de mãos e o Real Madrid sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Getafe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Melivilo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
0‑1 frente ao Rayo Vallecano, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
David Alaba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Getafe a ouviu como outra coisa.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Enes Ünal pôs o Getafe de novo em igualdade em 1 minutos, e o Athletic Bilbao nunca chegou a jogar com vantagem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Orel Mangala está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Getafe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Enes Ünal assinar alguma coisa — um contrato no Getafe ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nemanja Gudelj e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Orel Mangala está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Daniel Campos depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Nemanja Gudelj esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 87. O Levante tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Daniel Campos depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O Getafe e o Córdoba acertaram em $11.9M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Getafe perguntou e o Betis disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
$10.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Rayo Vallecano pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $12.0M — um clube que quer Isi Palazón ao ponto de perguntar duas vezes.
Nemanja Gudelj esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Real Madrid levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco24/08/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Daniel Campos a uma sala que já as tinha ouvido.
O aperto de mão com o Maipú está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A proposta do Celta por Djéné Dakonam foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Facundo Melivilo está a viver essa versão no Getafe, e costuma notar-se no primeiro mês.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ramón Terrats e o Getafe acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nemanja Gudelj e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O telefone voltou a tocar por causa de Zaid Romero, e desta vez do outro lado está o Athletic Bilbao. No Getafe ouvem com educação e não prometem nada.
O Getafe perguntou e o Juventus disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Tomás Gutiérrez passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Fernando Álvarez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Em resumo
PlantelNão há lugar para Fede Vico no desenho novo