34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Shabab perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.54 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
A proposta seguiu esta semana para o Al-Hilal, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Roger Martínez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Direção16/08/2027
1 jogadores da formação sobem à equipa principal do Al-Shabab
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Brownhill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Aguilas Doradas fica com o seu homem, e o Al-Shabab volta a uma lista com um nome riscado.
Fahad Al-Sulami lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Al-Hilal fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
$2.0M era o máximo que o clube pagaria, e o Al-Ettifaq pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel02/08/2027
Palavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Josh Brownhill está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdullah Matuq, e o treinador deixou.
Fahad Al-Sulami lesiona os ligamentos do joelho — 67 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 67 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Shabab podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Willem II por Daniel Podence foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Al-Hilal, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Roger Martínez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Brownhill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Faisaly fica com o seu homem, e o Al-Shabab volta a uma lista com um nome riscado.
Fahad Al-Sulami lesiona os ligamentos do joelho — 75 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 75 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Shabab podem fingir não ter ouvido.
O Al-Shabab ofereceu $1.0M; o Al-Hilal disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Avellino fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Roger Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/07/2027
Josh Brownhill desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Al-Shabab perguntou e o Wolfsberger AC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Perguntou-se ao Le Havre AC se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
82 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Shabab perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Al-Ta'ee tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Shabab, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/07/2027
Palavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Josh Brownhill está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Al-Shabab perguntou e o Ajax disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
91 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Shabab perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Al-Ahli aceitou o dinheiro. O que o Al-Shabab ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
$1.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Al-Nassr pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Spartak Moscow fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Roger Martínez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Fahad Al-Sulami lesiona os ligamentos do joelho — 99 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 99 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Shabab podem fingir não ter ouvido.
O Al-Hazem aceitou o dinheiro. O que o Al-Shabab ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
$2.5M era o máximo que o clube pagaria, e o Al-Ettifaq pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Brownhill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Ahli fica com o seu homem, e o Al-Shabab volta a uma lista com um nome riscado.
O Al-Shabab e o Al-Qadisiyah acertaram em $82.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Abdulbasit Hindi agiu, no Al-Shabab, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A perseguição a Abdulbasit Hindi terminou com $1.1M a mudar de mãos e o Al-Ettifaq sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Al-Shabab foi ao Al-Nassr com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Roger Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel14/06/2027
Palavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Josh Brownhill está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al-Shabab foi explícito quanto à situação de Awad Al-Nashri, o que é mais do que muitos recebem.
O banco14/06/2027
Haroune Camara tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O aperto de mão com o Al-Hilal está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Shabab, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Brownhill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Roger Martínez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel31/05/2027
Josh Brownhill desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
4 jogos e 0 golos não são uma época: são um ano que alguém perdeu. Se a culpa é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do assunto é a discussão das próximas semanas.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Abdulelah Al-Malki pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Abdullah Matuq. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Haroune Camara treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Mory Diaw apontou a data.
Roger Martínez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/05/2027
Josh Brownhill desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ricardo Mathias, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Hammam Al-Hammami assinar alguma coisa — um contrato no Al-Shabab ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Haroune Camara treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Josh Brownhill desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Haroune Camara, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Josh Brownhill. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Mory Diaw apontou a data.
19 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Shabab perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Brownhill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
12 golos em 22 jogos no Olympiacos — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Shabab alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
5.º lugar com 45 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Ricardo Mathias lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Roger Martínez quer futebol continental; se o Al-Shabab o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel26/04/2027
Palavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Josh Brownhill está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Yusuf Akçiçek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Hammam Al-Hammami assinar alguma coisa — um contrato no Al-Shabab ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém no Al-Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dhari Al-Anazi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Shabab perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Roger Martínez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/04/2027
Josh Brownhill desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdulelah Al-Malki, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Roger Martínez assinar alguma coisa — um contrato no Al-Shabab ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Haroune Camara está nela.
5.º lugar, 45 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
4 golos em 28 jogos no Zob Ahan — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Shabab alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Brownhill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ricardo Mathias, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Shabab sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al-Shabab. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al-Shabab pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel15/03/2027
Josh Brownhill desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ali Al-Asmari e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Roger Martínez assinar alguma coisa — um contrato no Al-Shabab ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Al-Shabab lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Roger Martínez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Brownhill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Ricardo Mathias e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Shabab sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
32 dias de fora para Thomas Partey depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Shabab vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Brownhill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
12 golos em 22 jogos no Olympiacos — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Shabab alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Roger Martínez assinar alguma coisa — um contrato no Al-Shabab ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco15/02/2027
Haroune Camara tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Shabab dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Onde jogava antes fala por ele quase todo o tempo no Al-Shabab. O balneário respeita-o, os miúdos estudam-no, e a única coisa capaz de o furar é um mau mês.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 40 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 45 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Al-Shabab sabe dizer em que semana.
Plantel08/02/2027
Palavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Josh Brownhill está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 72 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Uma média de 7.48 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.71 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
O negócio que levaria Ali Makki para o Najran caiu na fase final e ele reapresenta-se no Al-Shabab com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Al-Shabab e do Al-Wehda por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
PlantelJosh Brownhill desentende-se com um colega por causa das exigências
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
22 golos e uma média de 7.43 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.87 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Roger Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Al-Shabab perguntou e o Al-Nassr disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Shabab falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 85, e o Al-Khaleej passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Uma média de 7.42 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.12 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Roger Martínez quer futebol continental; se o Al-Shabab o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel21/12/2026
Josh Brownhill desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
101 dias de fora para Thomas Partey depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Shabab vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Aos 33 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.46, e ninguém melhor em campo.
Jogo12/12/2026
Ninguém quer jogar contra o Al-Shabab neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohammed Hurbush será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Shabab as despedidas começaram em silêncio.
Josh Brownhill e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Sultan Al-Ahmadi está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 109 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
18 golos e uma média de 7.34 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Jogo05/12/2026
Ninguém quer jogar contra o Al-Shabab neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Plantel07/12/2026
Josh Brownhill desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ali Al-Asmari esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Avaliado com 8.03. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al-Shabab.
O banco07/12/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Rashid Al-Harbi, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 118 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel30/11/2026
Josh Brownhill desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Rashid Al-Harbi sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Shabab falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.01 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
7.91, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
17 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Shabab ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Brownhill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel26/10/2026
Josh Brownhill desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dhari Al-Anazi, e o treinador deixou.
Awad Al-Nashri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Al-Shabab lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohammed Hurbush será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Shabab as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel19/10/2026
Josh Brownhill desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Josh Brownhill e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Uma média de 7.27 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A formação existe exatamente para esta manhã. Saeed Al-Harbi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Al-Wehda; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Al-Wehda marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Dois golos e um 9.09 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Jogo03/10/2026
Ninguém quer jogar contra o Al-Shabab neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
7.77, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Brownhill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ali Azaizeh, e o treinador deixou.
Roger Martínez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Brownhill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Terminou 1‑0, e a tarde foi de Josh Brownhill: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Al-Shabab.
Notas dos jogadores28/09/2026
Josh Brownhill jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.15. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel28/09/2026
9 caras novas e o Al-Shabab ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco28/09/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Rashid Al-Harbi foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Shabab falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Thomas Partey e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Shabab ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dribles concretizados: 21. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel21/09/2026
Palavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Josh Brownhill está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Hajer vai querer esquecer isto depressa: 5‑2, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Shabab foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Al-Nassr seguiu em frente, Mohammed Al-Mahasnah apresenta-se de volta no Al-Shabab, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Al-Shabab e do Hajer por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Brownhill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresAbdullah Matuq em notas de excelência
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Shabab falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 16 entradas, 10 saídas no Al-Shabab
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 16, saíram 10, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O Al-Shabab perguntou e o Al-Riyadh disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Brownhill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ali Azaizeh, e o treinador deixou.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 39 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Njoom à espera com uma camisola. No Al-Shabab ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Shabab podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O telefone voltou a tocar por causa de Hussain Al-Sibyani, e desta vez do outro lado está o Al-Khaleej. No Al-Shabab ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel31/08/2026
Palavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulelah Al-Malki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Shabab falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Al-Shabab e o Al-Fayha acertaram em $5.2M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Roger Martínez produziu-o, e o 9.23 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Josh Brownhill produziu-o, e o 8.24 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Shabab podem fingir não ter ouvido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Al-Shabab lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Shabab coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Verba acordada, salário acordado, e o Zob Ahan à espera com uma camisola. No Al-Shabab ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Al-Shabab foi ao Al-Hilal com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Al-Nassr queria mais do que $1.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Roger Martínez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ahmed Al-Sulami é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Mohammed Al-Otaibi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al-Shabab sobre quem trabalha