Lauro Gamba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cristian Broggi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Santino Forlani, e o treinador deixou.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Villa Dálmine sabem-no, e também todos os que o veem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Villa Dálmine podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Villa Dálmine pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
7.83, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
7.94, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
A proposta do Juventude por Joaquín Zappacosta foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alexis Nievas e o Villa Dálmine acertam mais 4 anos.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Joaquín Yapura acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Villa Dálmine substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Facundo Garzino esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Lauro Gamba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um 1‑0 sobre o Gimnasia y Esgrima, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel24/05/2027
Palavras no treino do Villa Dálmine sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Garzino está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cristian Broggi, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Mateo Iglesias sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Villa Dálmine coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Edwin Schulz, e o treinador deixou.
O Deportivo Merlo levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel17/05/2027
Facundo Garzino desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco17/05/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Mateo Iglesias saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Lukas Ramil Sauer tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Garzino estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mateo Clemente treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco12/04/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Mateo Iglesias escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Villa Dálmine pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Facundo Garzino e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mateo Clemente, e o treinador deixou.
Plantel15/03/2027
Cristian Broggi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um ponto arrancado aos 85 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O banco15/03/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Mateo Iglesias não o escondia depois do 2‑2, e no balneário do Villa Dálmine também ninguém o escondia.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Villa Dálmine têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Villa Dálmine pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Tomás Ponzo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um 2‑1 sobre o Deportivo Armenio, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Thiago Mascarell tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Plantel01/03/2027
Palavras no treino do Villa Dálmine sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Garzino está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Villa Dálmine podem fingir não ter ouvido.
Lauro Gamba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Acassuso levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel22/02/2027
Mauro Morales desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel22/02/2027
No Villa Dálmine ainda são estranhos uns para os outros
14 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco22/02/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Mateo Iglesias saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Javier Balbuena treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mateo Solís, e o treinador deixou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Julián Huertas estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alexis Nievas está nela.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Lauro Gamba: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Villa Dálmine a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel01/02/2027
Blás Ortigoza consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Blás Ortigoza acabou de assinar pelo Villa Dálmine e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Villa Dálmine coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Abel Brítez volta a ser jogador do Villa Dálmine, e a cidade tem a sua história do verão.
Plantel01/02/2027
Facundo Garzino desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Segue-se o Ferrocarril Midland, e há um homem no balneário do Villa Dálmine que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Villa Dálmine, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Newell's Old Boys, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Lauro Gamba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel28/12/2026
Uma transferência que Axel Almeida teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Axel Almeida está a viver essa versão no Villa Dálmine, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Garzino estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel28/12/2026
8 caras novas e o Villa Dálmine ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O Villa Dálmine já telefonou ao Argentinos Juniors. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Axel Almeida tem 19 anos, e o Villa Dálmine contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
O Güemes queria mais do que $46.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O San Lorenzo fica com o seu homem, e o Villa Dálmine volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do Villa Dálmine sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Garzino está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cristian Broggi, e o treinador deixou.
O Villa Dálmine já telefonou ao Atlético Tucumán. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Villa Dálmine perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Facundo Garzino e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
7.53, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Villa Dálmine tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco23/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Mateo Iglesias escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Ninguém no Villa Dálmine sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Lauro Gamba. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lucas Muñoz está nela.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Villa Dálmine ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Pablo Oro acertou condições com o Unión de Santa Fe para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lauro Gamba e o Villa Dálmine acertam mais 4 anos.
O UAI Urquiza vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Álvaro Marín pré-acordou a mudança para o Villa Dálmine, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Villa Dálmine coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Valentín Carlucci tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Edwin Schulz pôs o Villa Dálmine de novo em igualdade em 4 minutos, e o Sportivo Italiano nunca chegou a jogar com vantagem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Villa Dálmine, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Mateo Iglesias depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Villa Dálmine têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Garzino estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pedro Báez, e o treinador deixou.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco14/09/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Mateo Iglesias escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o UAI Urquiza? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Ninguém no Villa Dálmine sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Facundo Garzino e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um 2‑1 sobre o Villa San Carlos, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Mateo Iglesias podia dar-se ao luxo de ser generoso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pablo Oro, e o treinador deixou.
Uma transferência que Pedro Báez teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Pedro Báez está a viver essa versão no Villa Dálmine, e costuma notar-se no primeiro mês.
Notas dos jogadores17/08/2026
Um golo de defesa dá a vitória ao Villa Dálmine — 7.69
1 para Matías Nizzo, avaliado com 7.69, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Matías Nizzo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Mateo Iglesias podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Villa Dálmine sabem-no, e também todos os que o veem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matías Nizzo e o Villa Dálmine acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Villa Dálmine coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/08/2026
Palavras no treino do Villa Dálmine sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Garzino está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Villa Dálmine não o segura a fingir o contrário.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Villa Dálmine, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Mateo Iglesias depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.