Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Rosario Central estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $530.0K porque José Canale é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
A verba é $690.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Gimnasia La Plata negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
O Rosario Central foi ao Aldosivi com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $7.9M — um clube que quer Marcelino Moreno ao ponto de perguntar duas vezes.
Plantel21/12/2026
Alan Rodríguez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
25 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosario Central ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O telefone voltou a tocar por causa de Gaspar Duarte, e desta vez do outro lado está o Fenix. No Rosario Central ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alan Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Em resumo
PlantelÁngel Di María vê um reforço ficar com a camisola que lhe prometeram
DireçãoAberto para negócios: o Rosario Central entra no mercado
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Enzo Copetti não será o apontado, mas ninguém no Rosario Central escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Aos 38 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.41, e ninguém melhor em campo.
Plantel26/10/2026
Alan Rodríguez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosario Central, e não vai ser retirado.
Alan Rodríguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexis Soto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Walter Montoya treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.