16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Ricky Ngatchou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nota 7.32 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Patronato, o melhor em campo era deles.
O banco05/04/2032
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Carlos Ríos escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Patronato foi explícito quanto à situação de Pablo Ibáñez, o que é mais do que muitos recebem.
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ricky Ngatchou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Patronato sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
O bancoPablo Ibáñez pede uma conversa com o treinador
Federico Bravo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Julio Patiño treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel08/03/2032
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Lautaro Fedele está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 90. O Morón vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
14 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Jogo28/02/2032
Ninguém quer jogar contra o Patronato neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patronato coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 21 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
3 golos numa tarde, todos do mesmo homem. Os restantes jogadores também estiveram presentes, confirmou uma testemunha.
Jogo14/02/2032
O Patronato torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pablo Ibáñez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Patronato as despedidas começaram em silêncio.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Patronato e o Estudiantes, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Plantel16/02/2032
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ricky Ngatchou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Patronato vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
0‑3 para o Deportivo Riestra, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A primeira derrota em 11 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Deportivo Riestra; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Jogo07/02/2032
O Patronato torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel09/02/2032
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ricky Ngatchou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Patronato perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Patronato, e não vai ser retirado.
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ricky Ngatchou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Patronato sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Iván Cabrera lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Patronato, e não vai ser retirado.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Patronato já falam dele no passado.
Plantel19/01/2032
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Facundo Heredia. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Patronato perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Patronato ofereceu $830.0K; o Gimnasia La Plata disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Facundo Heredia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Patronato perguntou e o Sarmiento disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lautaro Fedele assinar alguma coisa — um contrato no Patronato ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Patronato passou o mercado a tentar colocar Julio Patiño e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Patronato terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Pablo Ibáñez pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Verba acordada, salário acordado, e o Estudiantes à espera com uma camisola. No Patronato ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Patronato foi ao Gimnasia La Plata com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Plantel05/01/2032
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Rosario Central vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Maximiliano Romero pré-acordou a mudança para o Patronato, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
O Patronato perguntou e o Estudiantes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O All Boys pagou $11.0K e o Patronato aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patronato coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Patronato já se começa a dizer o nome dele no passado.
O negócio com o Unión de Santa Fe está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Independiente fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Plantel29/12/2031
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O River Plate fica com o seu homem, e o Patronato volta a uma lista com um nome riscado.
Ricky Ngatchou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alexander Lopez e o Patronato acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Julio Patiño assinar alguma coisa — um contrato no Patronato ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ricky Ngatchou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Racing Club para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Gimnasia La Plata para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Martín Pomes e o Patronato acertam mais 3 anos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Patronato, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Patronato vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lautaro Fedele assinar alguma coisa — um contrato no Patronato ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Martín Pomes chega ao Patronato com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Pablo Ibáñez regressa a Patronato com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patronato coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
O banco08/12/2031
Lautaro Fedele tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Patronato dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Patronato perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel24/11/2031
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patronato coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco24/11/2031
Yeferson Otero tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Patronato dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Benjamín Zuqui. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jorge Pereyra treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
28 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Patronato perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Patronato perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lautaro Fedele está nela.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Diego Amarilla deixa o Patronato pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Em resumo
MercadoJorge Rey colocado na lista de transferências
DireçãoA formação do Patronato continua a produzir
Pablo Ibáñez lesiona os ligamentos do joelho — 42 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Federico Bravo compromete-se com o Patronato por mais 2 anos.
Plantel03/11/2031
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Noah Gutiérrez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Julio Patiño treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Diego Amarilla será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Patronato as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ricky Ngatchou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yeferson Otero está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Benjamín Zuqui. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Patronato foi explícito quanto à situação de Mauro Calabrese, o que é mais do que muitos recebem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yeferson Otero, e o treinador deixou.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Patronato pode pedir e sobe o salário que Diego Amarilla pode exigir.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Patronato, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Jorge Rey pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Lautaro Erchego produziu-o, e o 9.15 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Jogo04/10/2031
O Patronato torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ricky Ngatchou e o Patronato acertam mais 4 anos.
Noah Gutiérrez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.51 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Ricky Ngatchou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Tem 17 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
17 golos e uma média de 7.49 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Patronato ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel22/09/2031
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ricky Ngatchou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jorge Pereyra, e o treinador deixou.
O banco22/09/2031
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Carlos Ríos não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Patronato também ninguém o escondia.
Em resumo
O bancoBrayan Cuero tornou-se um homem de confiança do treinador
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Brayan Cuero produziu-o, e o 8.05 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patronato coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Julio Patiño, e o treinador deixou.
Facundo Heredia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Ricky Ngatchou está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O banco08/09/2031
Lautaro Fedele tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Patronato dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Patronato sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Patronato ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
O Agropecuario Argentino vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Patronato foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Diego Amarilla será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Patronato as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Patronato, e não vai ser retirado.
Facundo Heredia e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
2 golos em vinte minutos com Lautaro Fedele no meio de tudo, e o Morón sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patronato coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Avaliado com 7.97. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O banco18/08/2031
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Carlos Ríos foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Dribles concretizados: 33. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Patronato tem 3 vitórias seguidas dela.
Plantel11/08/2031
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ricky Ngatchou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Estudiantes obrigou o Patronato a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.
Jogo09/08/2031
O Patronato torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.17, e nem uma objeção no estádio.
O banco11/08/2031
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Carlos Ríos foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Em resumo
O bancoBrayan Cuero tornou-se um homem de confiança do treinador
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Jorge Pereyra
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Patronato, e não vai ser retirado.
Uma média de 7.44 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel04/08/2031
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ricky Ngatchou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Patronato ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Patronato perguntou e o Platense disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Brayan Cuero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.31, e nem uma objeção no estádio.
O banco28/07/2031
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Carlos Ríos, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Patronato, e não vai ser retirado.
Direção21/07/2031
O Patronato fecha o mercado com um plantel feito por si
0 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Boca Juniors fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
12 golos e uma média de 7.39 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Plantel21/07/2031
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patronato coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O relógio fez o que o Gimnasia y Tiro não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Benjamín Zuqui produziu-o, e o 8.56 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Patronato e do Central Norte por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Plantel14/07/2031
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Patronato perguntou e o San Lorenzo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Ricky Ngatchou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Lautaro Fedele
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Dribles concretizados: 35. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patronato podem fingir não ter ouvido.
Plantel30/06/2031
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gimnasia y Esgrima fica com o seu homem, e o Patronato volta a uma lista com um nome riscado.
Noah Gutiérrez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Almirante Brown levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco30/06/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Carlos Ríos saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 26 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Patronato, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Racing Club fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A proposta seguiu esta semana para o Barracas Central, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel23/06/2031
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ricky Ngatchou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Patronato falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Brayan Cuero produziu-o, e o 9.05 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Patronato perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Patronato fez a parte difícil com o Independiente, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Patronato perguntou e o Barracas Central disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patronato coisas que levam mais de uma semana a retirar.
10 golos e uma média de 7.32 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 40 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Patronato já falam dele no passado.
Plantel09/06/2031
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Patronato perguntou e o Vélez disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Ricky Ngatchou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
47 dias de fora para Federico Bravo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Patronato vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patronato podem fingir não ter ouvido.
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Federico Bravo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Notas dos jogadores02/06/2031
Lautaro Fedele jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.17. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 61 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma exibição de 8.24 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
O banco19/05/2031
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Carlos Ríos foi breve depois da vitória por 3‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 68 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Patronato já falam dele no passado.
Plantel12/05/2031
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Noah Gutiérrez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Patronato perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 82 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Gimnasia y Tiro fechou tudo por 1‑2. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.
Notas dos jogadores28/04/2031
Uma estreia que Raúl Ramírez não vai esquecer — 7.95
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.95 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
9 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Morón foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patronato podem fingir não ter ouvido.
Plantel28/04/2031
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Benjamín Zuqui lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 89 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 90. O Chacarita Juniors tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patronato coisas que levam mais de uma semana a retirar.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Patronato perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Patronato falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo12/04/2031
Não se vê o fim da espera do Patronato por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Patronato tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Patronato ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Facundo Heredia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
1‑2 para o Estudiantes, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco14/04/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Carlos Ríos a uma sala que já as tinha ouvido.
Plantel14/04/2031
Edson Espinoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Benjamín Zuqui lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 103 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Jogo05/04/2031
Não se vê o fim da espera do Patronato por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Patronato tem de arrancar um resultado de algum lado.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Patronato sabe dizer em que semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Benjamín Zuqui lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel31/03/2031
110 dias de fora para Federico Bravo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Patronato vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patronato podem fingir não ter ouvido.
Plantel31/03/2031
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Facundo Heredia assinar alguma coisa — um contrato no Patronato ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco31/03/2031
Mauro Calabrese tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Patronato dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dribles concretizados: 49. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel24/03/2031
Benjamín Zuqui lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Patronato falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo22/03/2031
Não se vê o fim da espera do Patronato por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Patronato tem de arrancar um resultado de algum lado.
Facundo Heredia e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Patronato sabe dizer em que semana.
Avaliado com 7.57. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O banco24/03/2031
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Carlos Ríos não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Patronato também ninguém o escondia.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
59 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Patronato perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Patronato falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Ricky Ngatchou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
66 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Patronato perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 131 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Derrota por 0‑3 com o Central Norte, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Plantel10/03/2031
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Benjamín Zuqui lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 138 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patronato podem fingir não ter ouvido.
Avaliado com 7.80. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Brayan Cuero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
80 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Patronato perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 145 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ricky Ngatchou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Benjamín Zuqui lesiona os ligamentos do joelho — 87 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 87 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel17/02/2031
152 dias de fora para Federico Bravo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Patronato vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Patronato marcou aos 94, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Jogo15/02/2031
Ninguém quer jogar contra o Patronato neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Patronato ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel17/02/2031
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Brayan Cuero. 2‑1 sobre o Nueva Chicago, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
94 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Patronato perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.23, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo08/02/2031
O Patronato torna a sua casa um sítio difícil de visitar
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Jogo08/02/2031
Ninguém quer jogar contra o Patronato neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ricky Ngatchou estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Patronato torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Patronato, e não vai ser retirado.
Jogo01/02/2031
Ninguém quer jogar contra o Patronato neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Direção03/02/2031
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Patronato
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Plantel03/02/2031
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A formação existe exatamente para esta manhã. Carlos Luna passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A formação existe exatamente para esta manhã. Pablo Romano passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Cristian Méndez é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Juan Carlos Arce passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Enzo Gutiérrez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mauro Calabrese está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Franco Muñoz treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Lautaro Erchego não são bons
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patronato podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pablo Ibáñez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Patronato as despedidas começaram em silêncio.
Plantel20/01/2031
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricky Ngatchou está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brayan Cuero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Patronato sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Cristian Otero deixa o Patronato pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Leonardo Gómez não são bons
Federico Bravo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel13/01/2031
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Huracán fica com o seu homem, e o Patronato volta a uma lista com um nome riscado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Ricardo Ferreyra tem a sua resposta do Patronato; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O nome de Facundo Heredia não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Patronato nada diz, o que já diz muito.
O banco13/01/2031
Yeferson Otero tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Patronato dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O passado entrou à frente dele. Os jogadores que estiveram onde ele esteve são ouvidos num balneário antes de o merecerem, e ele será ouvido enquanto a forma durar.
O Patronato passou o mercado a tentar colocar Diego Amarilla e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Patronato falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Patronato, e não vai ser retirado.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Patronato beneficiou disso.
Facundo Heredia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Talleres fica com o seu homem, e o Patronato volta a uma lista com um nome riscado.
Ricky Ngatchou desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Julio Patiño tem a sua resposta do Patronato; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O banco06/01/2031
Lautaro Fedele tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Patronato dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Patronato falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Patronato já falam dele no passado.
Plantel23/12/2030
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ricky Ngatchou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Patronato já telefonou ao San Martín SJ. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Patronato fez saber ao mercado que Diego Amarilla está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 52 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel02/12/2030
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ricky Ngatchou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Patronato foi explícito quanto à situação de Diego Amarilla, o que é mais do que muitos recebem.
O Patronato já telefonou ao Talleres. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Diego Amarilla. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Um mês em que todos os rumores são possíveis e a maioria é disparate. O treinador tem uma lista, a direção tem um número, e nenhum conta ao outro a história toda.
Em resumo
MercadoJulio Patiño colocado na lista de transferências
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Patronato falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patronato podem fingir não ter ouvido.
Federico Bravo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Patronato já falam dele no passado.
Plantel25/11/2030
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Pablo Ibáñez e o Patronato acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Rodríguez, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Julio Patiño assinar alguma coisa — um contrato no Patronato ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
20 dias de fora para Lautaro Fedele depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Patronato vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patronato coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/11/2030
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricky Ngatchou está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sotiris Kelepesii, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel11/11/2030
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ricky Ngatchou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco11/11/2030
Lautaro Fedele tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Patronato dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Benjamín Zuqui assinar alguma coisa — um contrato no Patronato ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
JogoO futebol europeu está ao alcance do Patronato
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patronato podem fingir não ter ouvido.
Plantel04/11/2030
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Patronato, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Diego Amarilla. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Patronato do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Patronato falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patronato podem fingir não ter ouvido.
Facundo Heredia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Patronato já falam dele no passado.
Plantel28/10/2030
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricky Ngatchou está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brayan Cuero, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoJulio Patiño pede uma conversa com o treinador
O bancoMauro Calabrese tornou-se um homem de confiança do treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ricky Ngatchou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yeferson Otero, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Patronato sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Patronato falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel14/10/2030
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patronato coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Benjamín Zuqui. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
5.º lugar com 73 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Juan Rodríguez apontou a data.
Em resumo
DireçãoA formação do Patronato continua a produzir
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Ricky Ngatchou
62 dias de fora para Lautaro Fedele depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Patronato vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 73 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Jogo05/10/2030
O Patronato torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
16 golos e uma média de 7.47 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Federico Bravo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 115 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patronato podem fingir não ter ouvido.
Uma média de 7.44 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Patronato já falam dele no passado.
Plantel30/09/2030
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patronato coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Patronato vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Patronato, e não vai ser retirado.
12 golos e uma média de 7.42 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Plantel23/09/2030
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patronato podem fingir não ter ouvido.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
9 golos e uma média de 7.39 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ricky Ngatchou estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Federico Bravo e o Patronato acertam mais 2 anos.
Julio Patiño esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/09/2030
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lautaro Buteler, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Patronato, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Benjamín Zuqui assinar alguma coisa — um contrato no Patronato ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mauro Calabrese está nela.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Federico Bravo e o Patronato acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. José Martínez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Patronato as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Lautaro Erchego. 2‑0 sobre o Agropecuario Argentino, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Facundo Heredia produziu-o, e o 8.61 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ricky Ngatchou estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Patronato coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma média de 7.37 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 86. O Chacarita Juniors tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Carlos Ríos não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Patronato também ninguém o escondia.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patronato podem fingir não ter ouvido.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Brayan Cuero. 4‑3 sobre o Estudiantes, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Fabián Chazarreta e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.22 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel12/08/2030
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jogo10/08/2030
O Patronato torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Notas dos jogadores12/08/2030
Lautaro Erchego jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.65. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Brayan Cuero marcou ao minuto 88, o Chaco For Ever já pensava na viagem de regresso, e o Patronato levou tudo.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Brayan Cuero. 2‑0 sobre o Chaco For Ever, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores05/08/2030
Lautaro Fedele jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.43. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Patronato, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ricky Ngatchou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Patronato ficou sem tempo com o Tigre. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Patronato já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Tigre aceitou o dinheiro. O que o Patronato ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patronato podem fingir não ter ouvido.
Direção22/07/2030
Fecha o mercado: 0 entradas, 4 saídas no Patronato
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Fabián Chazarreta e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 32. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patronato podem fingir não ter ouvido.
O Lanús aceitou o dinheiro. O que o Patronato ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
14 golos e uma média de 7.24 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O Patronato perguntou e o Lanús disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel08/07/2030
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores08/07/2030
Benjamín Zuqui jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.16. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Noah Gutiérrez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Patronato já telefonou ao Huracán. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A proposta seguiu esta semana para o Independiente Rivadavia, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Racing Club ninguém diz, e no Patronato ninguém gosta de estar a adivinhar.
Jogo29/06/2030
Ninguém quer jogar contra o Patronato neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Federico Bravo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel01/07/2030
Palavras no treino do Patronato sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Heredia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Estudiantes fica com o seu homem, e o Patronato volta a uma lista com um nome riscado.
Uma média de 7.20 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Facundo Heredia e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Edson Espinoza e o Patronato acertam mais 1 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ricky Ngatchou estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Carlos Ríos sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Dribles concretizados: 46. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Independiente Rivadavia queria mais do que $1.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Notas dos jogadores17/06/2030
Benjamín Zuqui jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.67. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel17/06/2030
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Patronato perguntou e o Talleres disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Notas dos jogadores17/06/2030
Facundo Heredia jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.29. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Perguntou-se ao Barracas Central se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Verba acordada, condições acordadas, e um exame que disse o contrário. Ele volta para o San Lorenzo; o Patronato volta ao mercado; e ambos vão insistir que aqui não há história nenhuma.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel10/06/2030
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 87. O San Martín SJ tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Patronato podem fingir não ter ouvido.
Facundo Heredia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ricky Ngatchou estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Patronato perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 92. O Defensores vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Lautaro Fedele produziu-o, e o 8.37 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Heredia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ricky Ngatchou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco27/05/2030
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Carlos Ríos foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Patronato perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Fabián Chazarreta e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/05/2030
Facundo Heredia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A carreira de um guarda-redes conta-se pelos jogos em que ninguém lhe marcou, e Iván Chaves tem agora 25 deles em 146 partidas. Nada naquele número foi sorte.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Facundo Heredia assinar alguma coisa — um contrato no Patronato ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.