Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luciano Sábato será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Independiente Rivadavia as despedidas começaram em silêncio.
Ammar Ramadan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emanuel Díaz, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Damián Adín estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Matías Borgogno sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
O banco20/05/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Ricardo Russo a uma sala que já as tinha ouvido.
Enzo Herrera lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Gabriel Vázquez tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gabriel Vázquez. 1‑0 sobre o River Plate, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel13/05/2030
Mauro Dávila desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Avaliado com 7.86. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Independiente Rivadavia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Independiente Rivadavia podem fingir não ter ouvido.
Gabriel Vázquez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mauro Dávila está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matías Borgogno, e o treinador deixou.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
40 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Independiente Rivadavia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sheyko Studer será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Independiente Rivadavia as despedidas começaram em silêncio.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Braulio Guisolfo agiu, no Independiente Rivadavia, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Independiente Rivadavia lida com um homem que quer outro país.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Luis Ángel Díaz. 1‑0 sobre o Brown de Adrogué, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Avaliado com 7.86. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
63 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Independiente Rivadavia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Independiente Rivadavia podem fingir não ter ouvido.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Independiente Rivadavia nada responderam, o que também é uma resposta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gino Rizzo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Independiente Rivadavia as despedidas começaram em silêncio.
Ammar Ramadan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Vázquez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Diego Crego lesiona os ligamentos do joelho — 71 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 71 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Independiente Rivadavia, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sheyko Studer será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Independiente Rivadavia as despedidas começaram em silêncio.
Gabriel Vázquez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mauro Morales estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Diego Crego lesiona os ligamentos do joelho — 95 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 95 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Independiente Rivadavia, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gino Rizzo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Independiente Rivadavia as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Sheyko Studer pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Ammar Ramadan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 14 ações combinadas e uma nota de 7.05, e nenhuma delas entrará num resumo.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ammar Ramadan. 2‑0 sobre o Barracas Central, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mauro Morales estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresLuis Ángel Díaz jogou uma tarde diferente da de toda a gente
103 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Independiente Rivadavia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Independiente Rivadavia podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Independiente Rivadavia pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Ammar Ramadan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel18/02/2030
Mauro Dávila desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Independiente Rivadavia sabem-no.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gabriel Vázquez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Diego Crego lesiona os ligamentos do joelho — 111 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 111 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Independiente Rivadavia podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Independiente Rivadavia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Independiente Rivadavia sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Independiente Rivadavia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/02/2030
Gabriel Vázquez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Gino Rizzo
Diego Crego lesiona os ligamentos do joelho — 127 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 127 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Independiente Rivadavia podem fingir não ter ouvido.
Gabriel Vázquez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mauro Dávila estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Independiente Rivadavia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Independiente Rivadavia podem fingir não ter ouvido.
Posição 13 e 13 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gino Rizzo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Independiente Rivadavia as despedidas começaram em silêncio.
Ammar Ramadan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/01/2030
Gabriel Vázquez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Independiente Rivadavia sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
O bancoWalter Reynoso tornou-se um homem de confiança do treinador
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Independiente Rivadavia está a esgotar-se.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Independiente Rivadavia podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Nueva Chicago à espera com uma camisola. No Independiente Rivadavia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O nome de Ammar Ramadan apareceu em conversas de que o Independiente Rivadavia não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Ammar Ramadan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel31/12/2029
Gabriel Vázquez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joel Garay, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Independiente Rivadavia podem fingir não ter ouvido.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Ammar Ramadan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
11 golos em 18 jogos no Sporting Cristal — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Independiente Rivadavia alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Plantel24/12/2029
Damián Adín desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Independiente Rivadavia perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Independiente Rivadavia, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Independiente Rivadavia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O nome de Mauro Morales apareceu em conversas de que o Independiente Rivadavia não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Independiente Rivadavia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/12/2029
Kevin Cardozo sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolás Orsini, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Independiente Rivadavia podem fingir não ter ouvido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Independiente Rivadavia sabem-no.
O Independiente Rivadavia perguntou e o Lazio disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Santiago Cena estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Independiente Rivadavia, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Independiente Rivadavia pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Independiente Rivadavia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ammar Ramadan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Luis Ángel Díaz treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.74 para o resto.
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Independiente Rivadavia tem de arrancar um resultado de algum lado.
Ammar Ramadan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Sheyko Studer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco22/10/2029
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Matías Borgogno
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Montiel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Matías Borgogno sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
19 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Independiente Rivadavia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Ammar Ramadan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolás Orsini, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Independiente Rivadavia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Independiente Rivadavia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Independiente Rivadavia essa pergunta é mais difícil de responder.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Independiente Rivadavia sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Independiente Rivadavia fez saber ao mercado que Mael Macía está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Independiente Rivadavia tem de arrancar um resultado de algum lado.
Ammar Ramadan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Independiente Rivadavia, mais uma semana sem a assinatura de Sheyko Studer.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Damián Adín estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco01/10/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Ricardo Russo saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O treinador reorganizou as ideias e Nicolás Orsini saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
O Alvarado vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Franco Pinoni pré-acordou a mudança para o Independiente Rivadavia, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
“Vejo todos os jogos do Independiente Rivadavia daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Avaí segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Damián Adín está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Stefano Moreyra. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Independiente Rivadavia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.85 para o resto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gino Rizzo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Independiente Rivadavia as despedidas começaram em silêncio.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Independiente Rivadavia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Ammar Ramadan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Argentinos Juniors. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
Notas dos jogadores06/08/2029
Ammar Ramadan jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.12. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
42 dias de fora para Gino Rizzo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Independiente Rivadavia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Independiente Rivadavia perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $160.9K do que o Independiente Rivadavia pagou por Ignacio Palacio é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Independiente Rivadavia, e não vai ser retirado.
Já são 5 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Direção23/07/2029
O prazo passa com 5 contratações e 5 saídas
Está feito o negócio no Independiente Rivadavia até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Ammar Ramadan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Independiente Rivadavia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Independiente Rivadavia, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mauro Morales será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Independiente Rivadavia as despedidas começaram em silêncio.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o River Plate fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Independiente Rivadavia nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel16/07/2029
Damián Adín desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Kevin Cardozo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Independiente Rivadavia daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Avaí segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Verba acordada, salário acordado, e o Quilmes à espera com uma camisola. No Independiente Rivadavia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Plantel02/07/2029
68 dias de fora para Gino Rizzo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Independiente Rivadavia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Independiente Rivadavia pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luciano Sábato será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Independiente Rivadavia as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nicolás Orsini e o Independiente Rivadavia acertam mais 1 anos.
“Vejo todos os jogos do Independiente Rivadavia daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Rosario Central segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Damián Adín e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Todos os verões é outro clube, outros colegas, mais um treinador para convencer. Já dei o que tinha a dar. Agora quero fazer a pré-época no Independiente Rivadavia e ser visto a sério.» Até ao fim do empréstimo continua a ser jogador do Avaí, mas a discussão é com o clube que o detém.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 76 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel25/06/2029
Uma lesão muscular afasta Sheyko Studer durante 16 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Independiente Rivadavia vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Ammar Ramadan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nicolás Orsini e o Independiente Rivadavia acertam mais 1 anos.
O Deportivo Merlo vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Benjamín Greco pré-acordou a mudança para o Independiente Rivadavia, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Perguntou-se ao Bragantino se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mauro Morales, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Independiente Rivadavia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta seguiu esta semana para o Belgrano, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Independiente Rivadavia sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Independiente Rivadavia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O UAI Urquiza vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Milton Leyendeker pré-acordou a mudança para o Independiente Rivadavia, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
108 dias de fora para Gino Rizzo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Independiente Rivadavia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alan Ovelar e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sheyko Studer treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mauro Morales, e o treinador deixou.
O banco28/05/2029
Tomás Gallay tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Independiente Rivadavia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ammar Ramadan. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a Gonzalo Vega
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Independiente Rivadavia marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Independiente Rivadavia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.73 ao lado do nome.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Independiente Rivadavia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nicolás Orsini tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Banfield deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Ammar Ramadan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Independiente Rivadavia, e 0 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Independiente Rivadavia, e não vai ser retirado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Independiente Rivadavia lida com um homem que quer outro país.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leonel Bucca, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Luis Ángel Díaz treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Perguntem-me no verão. Vou saber antes de toda a gente.» Tem 36 anos e 295 jogos atrás de si, e Independiente Rivadavia têm de planear para as duas respostas.
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Ammar Ramadan está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Independiente Rivadavia, mais uma semana sem a assinatura de Sheyko Studer.
Avaliado com 7.86. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emilio Suárez, e o treinador deixou.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco05/03/2029
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Ricardo Russo não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Independiente Rivadavia também ninguém o escondia.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 6 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não há pior forma de perder um futebolista. Leonel Bucca pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Ammar Ramadan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ricardo Russo depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
PlantelUm clube mais pequeno assentaria agora a Sheyko Studer
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Independiente Rivadavia podem fingir não ter ouvido.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 5 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Independiente Rivadavia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Federico Andueza acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Independiente Rivadavia substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matías Borgogno, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Independiente Rivadavia daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Rosario Central segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nicolás Orsini lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Independiente Rivadavia podem fingir não ter ouvido.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Independiente Rivadavia vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Diego Crego assinar alguma coisa — um contrato no Independiente Rivadavia ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Independiente Rivadavia não tem uma boa resposta.
Independiente Rivadavia passaram um mês a tentar colocá-lo e ninguém devolveu a chamada. Treina com um plantel que já lhe disse onde está, e ambos começam a contagem para o seguinte.
O Independiente Rivadavia ofereceu $1.5M; o River Plate disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matías Borgogno e o Independiente Rivadavia acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ammar Ramadan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel08/01/2029
Stefano Moreyra desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Stefano Moreyra. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Independiente Rivadavia admitiria. Nota-se aos sábados.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Independiente Rivadavia já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Independiente Rivadavia foi ao River Plate com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O relógio fez o que o Almirante Brown não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Ammar Ramadan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel01/01/2029
Stefano Moreyra desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Independiente Rivadavia perguntou e o Espanyol disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nahuel Suárez, e o treinador deixou.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Independiente Rivadavia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Independiente Rivadavia pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Ammar Ramadan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Stefano Moreyra estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alejo González lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Independiente Rivadavia pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Moussa Dembélé e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gonzalo Vega e o Independiente Rivadavia acertam mais 1 anos.
Disseram uma coisa a Bautista Carboni e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Stefano Moreyra. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Emprestados13/11/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Mael Macía
3 golos em 13 jogos no Volta Redonda — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Independiente Rivadavia alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Moussa Dembélé produziu-o, e o 8.85 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Independiente Rivadavia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Moussa Dembélé. 2‑0 sobre o Tigre, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Vejo todos os jogos do Independiente Rivadavia daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Volta Redonda segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Ricardo Russo podia dar-se ao luxo de ser generoso.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Stefano Moreyra treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
Notas dos jogadoresDiego Crego passa por eles um de cada vez
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Independiente Rivadavia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/08/2028
Stefano Moreyra desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Luis Ángel Díaz e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
PlantelUm clube mais pequeno assentaria agora a Sheyko Studer
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Faltavam 85 minutos e o Barracas Central tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Independiente Rivadavia não parou para dar explicações.
Moussa Dembélé e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stefano Moreyra está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Nahuel Suárez está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.