14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Perth Glory perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lachlan Jackson e o Perth Glory acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Arion Sulemani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Perth Glory perguntou e o Veres disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Perth Glory já telefonou ao Betis. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Kashima Antlers para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Ninguém no Perth Glory dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
DireçãoAberto para negócios: o Perth Glory entra no mercado
Harry Sawyer lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Perth Glory estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Perth Glory coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Abiodun Adegoke deixa o Perth Glory pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Perth Glory perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Arion Sulemani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Perth Glory não tem uma boa resposta.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Perth Glory perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Henry Hore e o Perth Glory acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Arion Sulemani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
O bancoAnthony Didulica tornou-se um homem de confiança do treinador
Lachlan Jackson lesiona os ligamentos do joelho — 34 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Henry Hore e o Perth Glory acertam mais 3 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Perth Glory coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.
O banco02/05/2033
Matt Dench tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Perth Glory dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
41 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Perth Glory perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Arion Sulemani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Luke Price está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Oliver Miller é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Daniel McGrath passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Lucas Fletcher é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Travis Williams e o Perth Glory acertam mais 3 anos.
49 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Perth Glory perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Arion Sulemani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Lachlan Jackson lesiona os ligamentos do joelho — 56 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Arion Sulemani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção11/04/2033
Os salários engolem 90% das receitas do Perth Glory
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Perth Glory. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
63 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Perth Glory perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Perth Glory coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Flynn Johnson e o Perth Glory acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Charbel Shamoon está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
71 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Perth Glory perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Arion Sulemani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
7 golos e uma média de 7.23 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hayden Matthews está nela.
Lachlan Jackson lesiona os ligamentos do joelho — 80 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 80 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Arion Sulemani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Jan Wolff depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Lachlan Jackson lesiona os ligamentos do joelho — 88 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 88 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Perth Glory marcou aos 92, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Uma média de 7.39 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Arion Sulemani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Segue-se o Brisbane Roar, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Lachlan Jackson lesiona os ligamentos do joelho — 95 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 95 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Perth Glory coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Archie Scott sai dessa comparação dentro da equipa, e o Perth Glory beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Lachlan Jackson lesiona os ligamentos do joelho — 104 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 104 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Alex Hughes não precisou: 7.75, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Arion Sulemani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
113 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Perth Glory perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.94 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
14 golos e uma média de 7.38 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Arion Sulemani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
120 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Perth Glory perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Arion Sulemani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.34 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Direção14/02/2033
Em Perth Glory, 94% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoNão há lugar para Thomas Morgan no jogo grande
127 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Perth Glory perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Direção07/02/2033
O Perth Glory fecha o mercado com um plantel feito por si
0 entradas e 11 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Mercado07/02/2033
Tão perto: a transferência de Abiodun Adegoke morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Macarthur FC seguiu em frente, Abiodun Adegoke apresenta-se de volta no Perth Glory, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Perth Glory coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O Perth Glory perguntou e o Western Sydney Wanderers disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O relógio fez o que o Sydney FC não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alex Hughes e o Perth Glory acertam mais 4 anos.
134 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Perth Glory perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Aos 33 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.07, e ninguém melhor em campo.
Jogo29/01/2033
Ninguém quer jogar contra o Perth Glory neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Arion Sulemani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um 3‑1 sobre o Western Sydney Wanderers, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Notas dos jogadores31/01/2033
Will Freney jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.37. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.25 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Arion Sulemani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Henry Hore. 1‑0 sobre o Melbourne Victory, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jason Wood, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Segue-se o Newcastle Jets, e há um homem no balneário do Perth Glory que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Perth Glory coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Lachlan Jackson: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Perth Glory a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Alex Hughes não precisou: 8.01, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lachlan Jackson e o Perth Glory acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Perth Glory coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sebastian Despotovski, e o treinador deixou.
Um 1‑1 com o Melbourne City deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco08/11/2032
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Perth Glory também ninguém o escondia.
44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Perth Glory perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O aperto de mão com o Melbourne City está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Perth Glory coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O telefone voltou a tocar por causa de Alex Hughes, e desta vez do outro lado está o Melbourne City. No Perth Glory ouvem com educação e não prometem nada.
O Perth Glory perguntou e o Wellington Phoenix disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Adelaide United para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Rhys Harrison lesiona os ligamentos do joelho — 27 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O aperto de mão com o Brisbane Roar está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Perth Glory vai falar em 16 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Perth Glory fez a parte difícil com o Neftchi, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Arion Sulemani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
7 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Perth Glory do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a Cameron Cook
Arion Sulemani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
13 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Perth Glory foi explícito quanto à situação de Matt Dench, o que é mais do que muitos recebem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Perth Glory. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lachlan Jackson e o Perth Glory acertam mais 2 anos.
Hayden Matthews e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Disseram uma coisa a Brandon O'Neill e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Direção05/04/2032
Em Perth Glory, 97% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Anthony Didulica tem a sua resposta do Perth Glory; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Alex Hughes, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.86
Um 7.86 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Hayden Matthews e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Perth Glory disse a Will Freney que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Antevisão15/03/2032
O Perth Glory mede-se com a equipa que todos perseguem
O Brisbane Roar chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Ninguém no Perth Glory sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Brisbane Roar com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Em resumo
PlantelPrimeira camisola de sénior para Hugh Doyle
Notas dos jogadoresShane Miller encarou-os todo o jogo
Tottenham manifestaram interesse e Perth Glory têm uma conversa que nunca quiseram ter. Um treinador por quem perguntam é um treinador cujo próximo contrato fica mais caro.
Hayden Matthews e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Direção08/03/2032
Em Perth Glory, 103% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Michael Collins compromete-se com o Perth Glory por mais 4 anos.
O banco08/03/2032
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por o treinador a uma sala que já as tinha ouvido.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Perth Glory fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Uma média de 7.60 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Hayden Matthews esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Alex Hughes tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco01/03/2032
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” o treinador, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Plantel01/03/2032
Alex Hughes, 19 anos, é o melhor jovem do fim de semana
Medido contra todos os outros miúdos da divisão, e o primeiro entre eles. O prémio de sénior é onde o Perth Glory gostava que isto fosse dar.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Perth Glory perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Hayden Matthews e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco22/12/2031
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” o treinador não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Perth Glory também ninguém o escondia.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Melbourne Victory? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Perth Glory falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
197 jogos ao longo de 13 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Perth Glory coisas que levam mais de uma semana a retirar.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco03/11/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑4, ditas por o treinador a uma sala que já as tinha ouvido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Hayden Matthews esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Jason Wood compromete-se com o Perth Glory por mais 4 anos.
O banco13/10/2031
Cameron Cook tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Perth Glory dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Perth Glory, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Perth Glory. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
DireçãoA formação do Perth Glory continua a produzir
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Perth Glory vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Western Sydney Wanderers à espera com uma camisola. No Perth Glory ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lachlan Jackson e o Perth Glory acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Perth Glory coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Perth Glory sabem-no.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 98 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Perth Glory nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção01/09/2031
Fecha o mercado: 0 entradas, 11 saídas no Perth Glory
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 11, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Hayden Matthews e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alex Hughes e o Perth Glory acertam mais 4 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Charbel Shamoon, e o treinador deixou.
Uma sondagem ao Zamora para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O banco01/09/2031
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Jason Wood
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.